segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

E se nom é um dia, um ano, e se é a vida?
"Que todos os problemas sejam esses!" é a frase estrela destes meses. Quadrou, eh, nom foi premeditado. Mas parece que nem feita à posta. Afinal levo nom um dia tonto, senom um ano tonto, mas tonto, tonto...
Nom quero nem pensar.
Pois o sábado fixem umha parvada bárbara. Totalmente de cria. Enfim. Eu bem sei que som parva, mas normalmente tento dissimular diante dos demais, mas desta vez... (isso remite-me a um dilema quase-antigo... devo reprimir as minhas reacçons polo que poidam pensar os demais ou devo ser tam espontánea que (me) doa? ... ... ... De todos modos, muitas vezes (creio) notam-se-me igual as cousas...). É que até quase me sentia culpada por nom o estar a passar bem...
E marchei, escapada, porque nom me queriam deixar marchar. E nom queria ninguém, ninguém, ninguém comigo, porque alguém ia vir comigo. E por isso. Nom é desculpa, mas as cousas como som nem sempre valem como desculpas. Nom, quase nunca.
E expio-me aqui porque nom vou ir falar com ninguém e tampouco hai perigo de que ninguém vaia vir ler isto aqui. Vai-se deixar estar, coma sempre. E depois ressentimo-nos, si. As cousas funcionam assi... e agora nom nos vamos flagelar e fazer juízos de valor. Agora nom.
E poida que um pouco por isso fosse polo que fugira... e dá-me medo que nom se me passe e chegue aos trinta, trinta e pico, corenta, e mais e continue igual de parva.
De todas maneiras, expio-me mas nom muito porque de cripticismo imos sobradas, como o que se di a regra de ouro da sexiness e da sedução [*sigh*]
insinuar mas nom mostrar directamente, nom como outros e outras... Buf... Às vezes dá até reparo... como ler-lhes os diarios segredos ou as cartas que recebem ou remexer nos seus caixons... Mais cousas dessas de que careço e que admiro... essa falta de medo às palavras...

E agora nom mais teorizaçom por hoje, tenho que me ir deitar que senom a ver manhã quem me levanta...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

Anotaçons

Nom pensem mal, nom é que tenha voltado a inspiraçom, mas é que magnólios e um coelho som cousas dignas de menção.
Pois si, ara mateix teria que estar nerviosa, intranquila, preocupada, preparando o oral de francês que tenho daqui a um pouco. Mais non. Estou aqui comentando que os meus visitantes som mui madrugadores, cualidade dessas das que careço e que eu, criatura plutôt nocturna, sempre admirarei, além de que a luz da manhã é a melhor para tirar boas fotografias. A da tarde para viver. O caso é que hoje subim ao cuvi, animosamente, nem sei pra quê, mas isso é outra história, e gosto de subir no Oito, nom só porque a parada esteja bem perto da minha casa, senom porque vai por Beade, a paisagem nom é mui alá, hai animalinhos (hoje vim cans, gatos e um coelho), petos de ánimas e se tés sorte e pilhas um bom sítio (mais bem na parte de diante) podes ouvir falar as velhas e os velhos.
E passa à beira do paço de quiñones de leon e hoje ia meio distraida a pensar nos biosbardos (como se deveria dizer) e nisto que me fixo et voilà diante minha um magnífico magnólio em flor! Hai cousa mais bonita? E havia vários...
Os camelios também som mui bonitos, mas deve ser por este climat humide que as flores sempre estám meio apodrecidas... n sei... som bonitos mas daquela maneira triste ou decadente, mas nom é decadente a palavra que buscava...
As gardenias si que nom sei quais som... nom as identifico (as de Machín inda muito menos).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

Esta página encontra-se temporariamente indisponível.





(Busca-se inspiraçom. Interessados, mandem pombo-correio, garrafa no mar ou deixem recado.)

À parte disso...


...je vois encore la vie en rose.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Princípios

Isto aqui nom é umha janela ao mundo, de qualquer maneira.
Em qualquer caso, seria umha janela a mim. Saibam desculpar o egocentrismo.



Mas já se sabe, e por definiçom, que: "[nos blogues] en muchas ocasiones hablamos de temas tan limitados y con una perspectiva tan personal, que sólo nuestras madres pueden aguantar tanto ombliguismo y autocomplacencia."**

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

Moi, je suis rose.

Vaia, vaia. Eu tampouco acredito, Sabelinha, mas gostar, gosto porque sempre me dim cousas boas hihihi, e massagear o ego tá bem, tá :P, ou?
Se acertam ou nom, nom vo-lo vou dizer :P mas cousas bonitas (algumhas) até som pero a quién le amarga un dulce? E falando em doce, vamos compensar fraseologia com amargo: se a vida te der um limão faça uma limonada!

¿Cúal es el color de mi aura?


El color predominante de tu aura es Rosa
Las personas cuya aura es de color rosa son especialmente susceptibles y delicadas. Contra lo que se podría pensar, esto no implica que sean personas débiles, su sensibilidad y la fuerza emanada de sus sentimientos hacen que cada uno de sus actos posea un ímpetu extraordinario. Su creatividad es asombrosa y sus obras usualmente causan admiración en los demás. Es la búsqueda de esta admiración su punto más débil, es posible que busquen tan fervientemente la aprobación de los demás a sus obras que se vuelvan dependientes e incluso adictos a la admiración.
Son personas tenaces que no abandonan fácilmente sus objetivos y no les importa sacrificarse para lograrlos. La admiración que logran frecuentemente les sitúa en posiciones altas en las que generalmente tomarán las decisiones correctas si se les permite libertad, esto no implica que no puedan mostrarse bastante volubles en ocasiones.
Pueden ser inestables emocionalmente, pero cuando alcanzan la estabilidad y logran el cariño de los demás, disfrutan la vida a plenitud, siempre exigiendo amor de quienes le rodean, el cual necesitan para sentirse seguras.
Podrían tener éxito como pequeños empresarios, comerciantes, diseñadores, floricultores, veterinarios.

:P

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006

and I'll cry if I want to

ainda nom me vejo.
e já me dá igual, passo de tudo, total, ao meu já nom lhe havia nada que fazer antes.
haja pachorra...

9-2-2006

[por algumha destas gracinhas do blogger, quigem postar isso na sexta, mas hoje ao abrir o blogue (se nom me visito eu, quem me vai visitar? versom blog-moderna dos livros de autoajuda) vim que nom se postara, portanto vim comprovar e ainda bo foi que estava como rascunho...]

Passou o dia, mas a romaria vai por dentro, de processom passamos e para paradas o carnaval!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Hai gente que tem problemas realmente significativos
e eu fazendo um drama por umhas quantas guedelhas...

E nom, claro que nom temos que ir ao "3º mundo", qualquer vizinho...


Ainda assi, aceito a minha superficialidade... e nunca comparo.

momento post-traumático

É assi de estúpido, mas as peluquerias som lugares feitos para chorar.
Hoje enquanto me deixava fazer diante dum espelho, foi a ideia mais intensa que me veu à cabeça. Depois também houvo reflexons menores... Parece-me menos trivial do que parece. Tu dás-lhe licença a outro para que che ande na cabeça, e assi que cortes um algo o cabelo e mude, realmente mude, daquela produz-se umha transitória perda de identidade. Até que, ai a vida, te resignas. O pelo outra cousa nom, mas, ai o tempo, medrar, medra.
Para já, nunca che fam o que queres. E assistimos impotentes a um fenomeno meio curioso, chega um momento no meio do corte em que está perfeito, mas as tesoiras continuam e afinal desfám esse momento de harmonia capilar. Assi que começa a medrar e passam os dias e depois os meses, chega um momento em que está horrível, nem curto nem comprido nem nada, até que medra mais e meio se ajeita. Ou colhes e o cortas e te arrependes e secam-cho e estiram-cho e horrorizas-te e passas calor e tés medo de mirar-te ao espelho e nom te vês.
E agora este pelo recorda-me a umha profe de inglês que tinha no instituto a quem lhe chamavam a galinha...
Mais cousas ia dizer mas agora nom sei. As cousas da cabeça som complicadas.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

bálsamos

Sondeo/Source/Quelle/Nascente/nº2.
Tenho o quarto cheio de garrafas de água por todas as esquinas, quase a modo de pedras fitas.
Vinha eu hoje alegremente, eu costumo vir alegremente-raio-da-manhã, para a casa à noite, bem passadas as nove, cantaruxando o leãozinho. Eu também gosto de ficar ao sol, mas inquieta-me este caduco sol de inverno ao que poucos dias de outono e caida livre lhe tenhem quadrado... Os ciclos eram até eternos, que vai ser de nós agora?
O certo é que nom sei bem o que escrever para variar e puxem-me a procurar na net a canção do leaozinho para a escutar, mas topei-me com quase todo o caetano do mundo e vou ficar com certeza maluco beleza. Talvez corte, outra vez, a minha juba um dia destes... sinceramente, assi nom vou poder ser uma leoa de jeito nunca! Eu nestas condiçons nom podo trabalhar. E digo talvez porque eu nom cumpro com o que prometo, por isso já nom juro a nom ser que me incomode altamente, e também nom me incomodo altamente porque se tenho jurar para perjurar depois nom vale a pena. Salvo as vezes que é imprescindível e até necessário dar aqueles berros aí, seja ou nom culpado, seja ou nom protagonista, simplesmente quem caia por ali. O mau de desabafar é que é preciso ter abafado antes...
Não enche meu saco, não, tá?
O que tenho é que deixar de fazer cousas que nom quero fazer. O caso é que tenho o quarto cheio de garrafas d'augha porque tenho andado com umha sede danada. Ainda nom chego aos preceptivos dous litros (e meio?) que hai que beber cada dia, isso nom.

sábado, 4 de fevereiro de 2006

Já aparecerá quando tenha fame.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Se mira pero no se toca

É claro que hai mulheres para as que dá gosto mirar, presque toutes, e algumhas que atraem indefectivelmente as olhadas. E vaia por diante que também nom vamos dizer agora que nom se nos vam os olhos atrás de muitas.
Mas o entretido, o divertido, o que mais nos interessa olhar som os olhares dos homes sobre elas, toutes, onde se detenhem, onde se regalam, c o m o. De baixo pra cima ou de cima pra baixo? Vestimo-nos pola cabeça e despimo-nos polos pés?

(Hai que saber mirar toda caste de cousas. Que já se sabe que o que nom sabe é como o que nom vê. O voyeurismo sobre voyeurs também é também um tipo de arte.
Claro que mais que tudo toda arte é umha forma de exibicionismo, te'n recordes?)



[Plural quase mayestático ;) ]

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Quina gràcia, tu

Passeando pola web page dos delicious Aduaneiros topei esta expressom maravilhosa, grande achádego para a terminologia galega in progress:



"a gauche blog-divine da Galiza"

:P















Adorei!

Huelga decir que eu nom fagoparte do clube, cachis! ;)


segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

clubes

Eu nom gosto de Humidtown, nem sequer do nickname blogueiro com q derom em baptizá-la, preferiria outra cousa tipo "cidade de pedra" ou "hábitat natural dos snorkels", sei lá, algumha cousa pretendidamente mais poética. Ainda que talvez o chiste que tem esse nome é que a estranjeiriza (bem visto, o dos snorkels tb...) e afinal é isso, é umha pequena aldeia estranjeira... um balão, umha semiesfera dessas de neve, sabem quais vos digo?
A ver, antes de que me botem os cans, si gosto esteticamente. Antropologicamente, se se me permite a expressom, nom gosto tanto. Alcolicamente também já é outra cousa, mas hoje nom vamos continuar por aí...
De resto, nom gosto possivelmente porque nom pertenço. Receio instintivamente dos círculos em que nom estou. On the other hand, receio de me meter em círculo, elipse, estrela qualquer. Mmmm. Si, um pouco poderiamos até hipertextualizar isto c'o dos fríquis. Até poderiamos psicoanalisar, mas melhor vamos ficar por aqui.

[Nota paranormal: Hai uns dias tivem umha intuiçom do tipo "premoniçom que acaba por ser realidade". Já me passou mais vezes. E acabou por ser realidade. Também me passou que nom tivem intuiçons e acabou por ser realidade igualmente...
Tenho ghana de comprovar que si, q mais umha vez tenho razom. Ai, frustrante e gratificante a um tempo! O grau de frustraçom, é claro, depende do tipo de previsom que seja, porém, as que som realidade som frustrantes... nom tenho premoniçons "de resultado final satisfactório", ou antes as que tenho nom acabam a ser realidade. Mmmmm, quando deus repartiu os talentos talvez devim reclamar... para levar algumha alegria gratificante de quando em vez, nem q seja!
Ai, hei-de avisar quando tenha a certeza (se semelhante cousa for possível) da realidade deste último pressentimento. ]

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Liu Ye
(ou Ye Liu, nom sei bem como é a orde..)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Nom, nom. Passo de ser umha hermanita de la caridad ortográfica.

sábado, 21 de janeiro de 2006



O bom de se ser umha frívola e superficial é que podo continuar a lamentar-me dos meus despeitos e desamores mesmo depois de acabar de ver "El pianista" e "Balzac et la petite tailleuse chinoise". E outra das muitas vantagens que tem a frivolidade é que também podo comentar que o chinesinho que fai de Ma está como quere...

E já postos, acabar com algo que encontrei a respeito do filme e que concordo plenamente com Marguerite:

Personne n'aurait jamais su que l'amour existait, si le poète n'en n'avait pas parlé, affirmait Marguerite Yourcenar. L'histoire que nous raconte Dai Sijie dans Balzac et la petite tailleuse chinoise nous prouve lui, s'il en était besoin, que l'amour est bien autre chose qu'un artifice poétique. Dai Sijie nous entraîne dans un monde terrible, parce qu'absurde, où l'interdit entrave jusqu'aux sentiments les plus simples, où les hommes perdent tout, même leurs rêves. Le livre n'y a pas droit de cité, ou alors seulement les livres du grand Timonier.



(...retomando as cousas que gostamos (mais gostam do que gosto) de crer e que inventámos...)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2006

Je pense que je suis inquiète aujourd'hui...

(mas nom mal, apesar de estar a postar loucamente, ainda que subscrevo a surpresa do Lutz... tenho a sensaçom de que em muitos casos quanto mais postas, menos bem estás -- aclaro que o meu nom é isso necessariamente, deve ser a lua ou sabe dios :P )

quiero creer que sí

É isso mesmo, eu nom acredito, mas gosto de acreditar (passa muito isto, queremos crer certas cousas e construimos as nossas vidas e as nossas mitologias particulares assi, e nom é mau, mas é melhor ser consciente, porque no fundo sempre o sabemos tudo). Sobretudo quando necessito levantar um pouco a moral, hehe. É que gosto do que dizem os astros de mim, que queres que lhe faga, a vaidade também a hai que alimentar. ;)




A mulher de leão
Brilha na escuridão
A mulher de leão,
Mesmo sem fome
Pega, mata e come
A mulher de leão
Não tem perdão
As mulheres de leão
Leoas são
Poeta, operário, capitão
Cuidado com a mulher de leão!
São ciumentas e antagônicas
Solares e dominicais
Ígneas, áureas e sardônicas
E muito, muito liberais
Bom
E depois da arroutada pseudo-adolescente dos post anteriores... a ver se vamos recuperando a normalidade, eh. Seja esta como for... adulta tampouco é que me pareça muito, mas enfim.
Nunca é bom de tudo, ao menos para mim, dizer adeus coa consciência de que é adeus (adeus di-se-lhe aos mortos) porque se se tem tanta força de vontade coma mim (isto é, nada) sempre se acaba por reincidir. No entanto, se vamos deixando morrer as cousas simplesmente acontece que um dia dizemos deica logo e logo nom é mais.
Muito mais efectiva inda que menos efectista a segunda maneira.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

Cuando apoyas un pie en la pared esperando no se qué
Y mueves tus ojos de lado a lado, cuando bebes yo que sé
Tanto estilo hace nacer en mi un impulso, una inquietud
y tengo el coraje de preguntar para quién te reservas tú





Pasan los días y creo que ya está
luego te veo y me vuelvo a enamorar
caen las estrellas y las dejo pasar
y quiero que me caiga una encima

(...)

No sabes lo que nos perdimos
no sabes lo que nos perdimos
no sabes lo que nos perdimos... Pero yo sí

Quem dizia por aí que podia escrever a sua vida com cancións dos fresones rebeldes? Pois aí tamos, aí...
o bom de que tudo esteja perdido é que agora já dá igual e podo fazer tudo o que me pete que nom importa, nom fai diferência, porque já tudo está perdido.
essas pequenas mortes (nada a ver com as francesas) suponhem umha caste de liberdade. é terrível?
de quantas mais maneiras mo vás ter que dizer para que eu caia da burra?



talvez se por 1 vez falássemos direito... a=a y b=b
também nom parece tam difícil
vou seguir a comer 1 pouco
esfameamento matutino...
acordas-te dos rallies q faziam os taxis por lisboa?
claro que si...
agora vou dormir, mas, amor porque nom creio nele, que um polvo bem que cho botava, caralho...
,jghft
já havia tempo que nom postava perjudicada polos efectos do alcol. e menos 1 miércoles.
ai ai
fixem algumha parva de certeza, agora tou a comer 1 sanduiche de paté a las finas hierbas... a fame ataca a estas horas, a fama... se é má, sempre, se é boa, de qdo em vez.
n sei q ia dizer, mas algo vinha pensado de caminho a casa, q a gente de lugo, molaaaaaaaaaa
e a de Ou, tb!!!
som os melhores, com diferença.
que mais...
pois n sei... q mono de álcol tinha, las cosas como son. ahora como se las contemos...
aproveitei para chamar à penha q havia anos q n falava com elas, como vos quero!!!!
de verdade... muiitíssimo.

sábado, 14 de janeiro de 2006

malditos fríquis...

Enfim, esta cousa dos fríquis. Tenhem um mundo, coas suas músicas de fríquis, as suas pelis de friquis, os seus colegas fríquis, os seus blogues de fríquis, a sua feliz vida de fríquis realizados. Até a palavra fríqui é engraçada!
Quem me dera ser fríqui. Estám organizados, formam parte de algo. Portanto é 1 marginalização feliz.
No entanto, eu só som "rara", estranha, borde, antipática, antissocial, pirada, cínica, céptica, aceda, egocéntrica...
E isso é bem pior!
Também 1 aborrecida até para mim própria.

Estou no mapa!
:)




mapa | s.m.

do Lat. mappa

s. m.,
representação plana da Terra, no seu conjunto ou nas suas partes;
carta geográfica ou celeste;
relação;
lista;
catálogo;
quadro sinóptico.

terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Os derrotados são sempre bons ou os bons são sempre derrotados?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006



E deste amor difícil só nasceu
desencanto na curva do teu céu.

David Mourão-Ferreira

sábado, 7 de janeiro de 2006

ola

pois si. o caso é que daqui a nada vou sair e tampouco é que me vaia pôr a esbardalhar aqui a eito como normalmente. mas enfim, chega de parón navideño, ou. chegar nom sei se chega, o que si é que acabou. é como quando volves a ver a alguém que hai muito tempo que nom vias que parece que tinhas muito do que falar mas depois diante do café o lo que fuere já nom, cada um anda ao seu e ficam outras cousas mas nom as conversas antes quotidianas.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

quem me dera!

é certo, é. ainda som inocente, mal que me pese. mas também cada vez o som menos, mal que me pese. a minha maneira de ser inocente é aceitar tudo como natural, nom questionar nada e menos ainda julgar. simplesmente desfrutar do que quer que seja. noutras ocasions, como boa incoerente, também hai cousas coas que fago cábalas e telhados sem casa e casas sem telhado.
ser inocente nom é como viver num anúncio de colónia. e a incoerência faz parte da vida.

You are Bettie Page!
You're Bettie Page!


What Classic Pin-Up Are You?
brought to you by Quizilla

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

política interna

Eu já nom acredito no que eu mesma digo. Continuo co mesmo discurso desde hai anos por inércia e cada vez creio menos nele.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Cada vez mais som da opiniom de que se algo começa a apodrecer o melhor é cortar por lo sano. Antes de que seja tarde de mais e se torne irrecuperável.
Porque se nom apodrece, sempre podes voltar, nem que seja mais adiante e nom seja como antes. Mas quando se corrompe...

domingo, 11 de dezembro de 2005

arradio

Às vezes ter um blog é parecido com ter um programa de rádio (de informaçom, de prazer onanista, de qualquer cousa, temático, variado...). Muitos, em vez de porem músicas, ponhem images ou links. (Eu nom, ainda que se os reis me deixassem algumha camarinha... e nom necessariamente digital, fíjate lo que te digo :P ) Já agora, por algumha razom que desconheço ou boicote do destino, nom sintonizo bem rádio3 aqui. Já puxem a rádio (aparelho) em pontas opostas do quarto e nada. No meio nom vai poder ser porque aí está a cama. Umha cama tam grande pra mim soa, que desperdício. Ou nom... quem sabe. Passo de seguir por este temita que de temita tem pouco.
Boh, parece que sempre me estou a queixar. Bom, é um pouco verdade, mas o outro pouco nom. Digamos assi um 25 % e um 70% respectivamente, dependendo do dia e da humidade atmosférica. O 5% que falta, melhor nem saber. O das queixas é mais inércia que verdade, de amargada lo justo para sobrevivir, a dios gracias.
Tou malinha da garganta, que raiva, já havia anos que nom. Tesouro ou princesa som apelativos interessantes, minha rainha. Apesar de um chis empalagosos.
Tenho o ritmo do sono cambiado. Tanto que creio que simplesmente já nom tenho ritmo, a ver que fago para convocar o pedro chosco agora...
Depois de ter dado o parte (ou melhor, parte do parte) penso q me vou meter na cama e ler um chisco para os exames que venhem, que já estám aí.´
Cuidivirtam-se-me, está?

as frutas vermelhas do inverno






Meu pai trouxo o outro dia uns poucos morodos (que os dam os êrvedos), saber, nom é que me saibam muito, mas ser, som bonitinhos.

As fotos encontreinas no google-images e n sei se terám copirrait mas eram tam lindas que as tivem que roubar, umha obriga moral como outra qualquer (como a de citar a fonte).
Agora, o collage louco esse foi um falho meu q lhe dei vinte mil vezes ao de meter as imagens na entrada sem me dar conta e nom sei como fixem que passou isto (juro que eu só colei a URL umha vez!) mas queda tam chulo q o vou deixar, hehe... por umha vez os mistérios da tecnologia dam surpresas agradáveis.


Ainda que no inverno também hai frutas de outras cores, todas quentes. Caquis, laranjas e algumha caste de maçãs. Mmmmmmm.
As feijoas som verdes, mas como arrecendem!

dimanche

Outro domingo com sol. Com este maravilhoso sol de inverno. E o sono que tenho... Ressaca hoje nom (tampouco) toca, como me vou lavrar assi umha reputaçom de poeta (es un decir) alcólica (borracha) ou de adolescente autodestrutiva? O que si tocou foi cozido, no en vano es domingo.
Cada vez gosto menos de El País... assi em geral. Sobretudo noto-o mais quando nos regala com extras de beleza, decoraçom ou Natal...
Outra cousa, a blogosfera lusa é bué da fixe, pá. A sério. A galega também nom está mal. Umha das cousas melhores que eu vejo é o convívio harmónico entre reintegratas (algo mais escasos) e isolatas, assi da gosto!
(sisisi, faltam-me os links e a paciência para pô-los... chegarám um dia destes que me encontre inspirada, prometo! Afinal já se sabe "diz-me com quem linkas, dir-te-ei quem és" -e também já se sabe a minha querência-quase-obsessiva polo pseudo-anonimato ou um cripticismo qualquer ...)
E já vou publicar que levo coa janela do blogger aberta várias horas... já fede!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Esquizofrénica dizes...

(* * * )na havana!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005

Nota de prensa

Bom, realmente o do messenger é umha frivolidade mais, algum dia falarei das vantagens da frivolidade, o que realmente me fode (o de foder, é claro, é umha maneira de falar, totalmente desafortunada no caso que nos ocupa, dito seja de passada, açksjdgnapsij) som outras cousas e implicâncias.
Diosss.
Nom imaginas como odeio que nom me saudes no messenger!!! (léase que nom me fagas nem puto caso)

Ocorrem-se-me textos que venhem a conto, mas hoje nom toca literatura e som de natural pouco paciente e de conexom lenta para procurar links a eles. Além do mais, muitas vezes prefiro mostrar antes do que hipertextualizar, ainda que seja fan nº 1 da intertextualidade, que no es igual pero es lo mismo (parapervertindo a Silvio).
Fan? Dixem fan? Eu, a céptica (embora, a mí pesar, ingénua)? Melhor dito, adicta incontrolável.
Pena de telepatia, caralho! Que intertextualizar si que te intertextualizava eu!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2005

(...)

Μονοτονία

Την μια μονότονην ημέραν άλλη
μονότονη, απαράλλακτη ακολουθεί. Θα γίνουν
τα ίδια πράγματα. θα ξαναγίνουν πάλι --
η όμοιες στιγμές μας βρίσκουνε και μας αφίνουν.

Μήνας περνά και φέρνει άλλον μήνα.
Αυτά που έρχονται κανείς εύκολα τα εικάζει·
είναι τα χθεσινά τα βαρετά εκείνα.
Και καταντά το αύριο πια σαν αύριο να μη μοιάζει.

(1908)



MONOTONIA

A un día monótono otro

monótono, invariable sigue: Pasarán

las mismas cosas, volverán a pasar -

los mismos instantes nos hallan y nos dejan.

Un mes pasa y trae otro mes.

Lo que viene uno fácilmente lo adivina:

son aquellas mismas cosas fastidiosas de ayer.

Y llega el mañana ya a no parecer mañana.


Kavafis



(Tirado de aqui)

terça-feira, 29 de novembro de 2005

(todo dia é dia)

rápido
mirem os relógios, rápido
estou-me a vestir agora (!!!)
meu deus...

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

(aprendiz-marinheiro)

umha vez ensinarom-me que o que dá prazer hai que partilhá-lo

domingo, 27 de novembro de 2005

Your Personality Profile

You are sexy, powerful, and bold.
You're full of passion and energy...
Sometimes this passion has a dark side.

You feel most alive when you're seducing someone.
You never fail to get someone's attention.
Quick minded, you're also quick to lose your temper!
The World's Shortest Personality Test




Pra saber(mos) isto nom fazia falha teste nengum! :P Juas!
Um vulcam de amorrrrrrrrrrrrrr (coma quem di :P)
Your Superhero Profile

Your Superhero Name is The Dragon Inferno
Your Superpower is Solar
Your Weakness is Cotton Candy
Your Weapon is Your Cosmic Stinger
Your Mode of Transportation is Raft
What's your Superhero Name?

No do heroi já n me acai tam bem, mas claro, é q as monstruosidades som mais o meu q os heroismos, agora, mola-me isso de ter solar superpower! E o meu Cosmic Stinger tb, hihihihihihi.

Your Monster Profile

Demon Hitchhiker

You Feast On: Coffee

You Lurk Around In: Olive Gardens

You Especially Like to Torment: Cops
What's Your Monster Name?


Hehehhehehehhe, aqui me tendes, fazendo macacadas pola net adiante, mas o monstro é clavadinho, eh? mira, atracóns de café, claro, em veia! (quase :P) e vivo na cidade olívica-olive gardens a saco :P, juas. Agora, no de atormentar é que já nom tenho ng especial, eu gosto de foder todo o mundo :PPP

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Voltar aqui nom mata as saudades, nom. Porque um volta e nom é nada, tudo está igual e tudo está mais longe. E nom hai nada nem ninguém, ninguém por quem mereça a pena voltar aqui. Entom, nascem as saudades de estar fora. Aqui nom é a minha casa, a minha casa e os meus claro que merecem a pena e a alegria e tudo, porque mi mamá me mima e na minha casa dá o sol e tudo está bem. Mas depois, aqui, mais aqui, nom é nada. Tudo é igual mas tornou-se alheio. Talvez isso é porque nunca foi nosso. Só o tobo, a covinha, a casa o foi.
Entom um adora sua casa e à um tempo só pensa em marchar, abalar.
Yo no sé, mira, es terrible cómo llueve.

domingo, 20 de novembro de 2005

estou asqueada de tudo, como umha náusea permanente, um enjoo que, em tardes como estas em que a luz é grisalha e parece quase-noite todo o dia, se fai mais forte. Que merda é esta em que o horizonte está mutilado?

Isto é um nojo.
Nom hai nada aí fora. Seica a apatia se cura com luitas, mas pra mim já hai tantas que é como se nom houvesse nengumha.

sábado, 12 de novembro de 2005

Boas. Creio que já sei como fazer para meter a internet no piso, alias la deseada. Afinal parece que vai ser mais fácil do que eu cria, obviamente sem ser ADSL (malditas companhias de telefonia, grrrrr) mas tanto me dá porque eu nom me dedico a baixar tudo quanto vejo por aí colgado, que, dito seja de passada, tampouco é que veja muitas "cousas" colgadas ;P
Porque o de pedir conselho aos engenheiros nem sempre mas às vezes enreda mais as cousas, co simples que é tudo! Mas a culpa é minha porque bem sei onde me meto e onde vou buscar as cousas. Nom é nada pessoal e dito com todo o carinho a minha experiência com os engenheiros nom é que... melhor nom vamos entrar em detalhes que depois cabream-se e odiam-me :O
Falando em ódios, o tipet esse ascaroso que me odiava nom o voltei ver( e se digo ascaroso é com conhecimento de causa, :P, aclaro-o porque eu os dos calificativos despectivos costumo utilizá-los bastante gratuitamente, he de confesarlo, ainda que isso si, depois nom digo que quero à gente alegremente no dia seguinte -talvez devia fazê-lo...). E nom porque eu nom queira, eh? É porque se vai esta senhorita (c'est moi!), ele nom vem. ;) É tudo um honor produzir essas reacções nos homes, meu deus, que poder, que influência tenho na gente!

Bom, e pouco mais. Se afinal consigo internetear o piso, darei umha festa virtual :P (porque muito pras reais nom che vos tou, ai ai)

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

pois afinal onte nom puidem continuar o relato das minhas desventuras interneteiras. Enfim. O caso é que agora estou num ciber, perra vida, e tampouco me vou estender muito. A verdade é que pouco mais sei que dizer... nom me inspira este sitio. É laranja. E barato também. Estou no pc 1. Nom tem web cam, mágoa.
:P
Está cheio de malotes, mas é o q tem a cidade olívica.
Vou ir pirando, otro día más.

PS: Se ponho beijinhos no final dos posts é ou porque som pra mim ou porque me ponho em modo "querido lector", nom o levedes a mal nem pensedes que som especialmente carinhosa. Mera cortesia.

domingo, 6 de novembro de 2005

andava-me pola cabeça a dar voltas nom sei que tema para um post mas nom me lembro, sempre fago igual, nom aponto as cousas e depois assi andamos. para a semana é o santeleco. se nom fosse um sacrilégio até diria que nom me apetece ir. já sei que lhe teria que dar algo de vidilla a isto (inda bo era que só fosse a isto!) (si, eu e as eternas queixas)
tenho frio e tenho que preparar as cousas pra marchar para a cidade olívica daqui a um pouco... os domingos som dias perfeitos quando nom tés que colher autocarros, trens o lo que fuere. a ver se ponho internet ou algo semelhante no piso, assi polo menos andaria meio entretida, ainda que seja "una comodidad más" como di a minha companheira de piso (acusaçom implícita de vício, corrupçom e até de pequeno burguesismo (interpretaçons minhas), à vez que pseudo-justificaçom para nom colaborar no projecto - e nas facturas).
vinherom-me chamar, vou tomar um cofi, igual entro em calor e tudo, depois, se tal, continuo.
beijinhos

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

*sigh*

o mau de se ser mulheres inteligentes é que nom hai home que nos preste

(plural de modestia)

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

buaaaaaaaahhhhhhhhhhh. A estas horas teria que estar em aulas. De facto, teria que ter estado lá às 9 da manhã... Som o pior é só fago lamentar-me. Penso que hai algo na cidade universitária que me bota para atrás, a sério... lugar espantoso, que produz imenso espanto. Do mau, é claro. Mas hai que se pôr, hai que se pôr.
Estou num ciber em Camélias, nom vim (só) por vício, eh, q tenho q imprimir umhas cousas para a bolsa e a matrícula, "que conste".
Polo visto hai gente que prepara os posts... eu nom, como é óbvio. Mas quem sabe um dia destes se me dá por cultivar as minhas dotes literarias e escrever posts sobre o sentido último da vida. Caramba, q egocéntrica som. Enfim, para isso esta é a minha casa, como dizem por . Lembrai-me q tenho q dizer 4 cousas sobre as cançons de "amor" (e das pelis, por extesom) relacionadas c'os ghichos assi em geral, que é muito mais divertido que especificar. Hehehehe, mais divertido e mais seguro para mim, é claro. Que basta que digamos algo q nom se deve(ria fazer público) para que se entere o ou a interessada. Ah, e sobre o ódio!! Já havia um par de meses q, desde q deixei a pérfida albiom, a gente nom me odiava especificamente, mas, si, amigos meus, si, conseguim-no de novo e já tenho alguém q me odeia! Yihaaa!
O mais interessante é q este novo sujeito odiador da minha pessoa tem uns comportamentos q som a pera, hihihihih, dignos de um estúdio antropológica que eu própria empreenderei em breve. ;)
Até mais

segunda-feira, 24 de outubro de 2005

segunda feira

início de curso. merda. puritita. e umha vagância do tamanho do mundo.

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Cada um come do que ghosta.

sábado, 8 de outubro de 2005

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

que si, que vale, que j'ó sei

que som mais abstracta e menos concreta que umha mancha de tinta destas dos psiquiatras pintores. hóstia, pero é que coas palavras tabus, que queres que eu lhe faça. E, á parte, o do exibicionismo tem o seu aquele; por suposto, o voyeurismos já nem falemos, á parte de que ultimamente todos os tios que vejo são uns pãozinhos, bom, todos, todos... mas o caso é que nom sei se me preocupar por isso ou simplesmente relaxar e desfrutar do espectáculo, como boa voyeur, que já diziamos aí atrás que molava, mas ao que iamos: o do exibicionismo tá mui bem, mas tem mais graça se sabes como quando donde e quem está do outro lado da janela e de que cor som as cortinas, que nom é o mesmo pretas que de renda, é claro. O caso é que eu nom dou sabido bem quem anda aí fora, também nom sei se é que prefiro nom o saber nom vaia sê-lo demo, se total seguro que som pantasmas e sombras, mas mas mas o que se passa é que igual algum de vós (palavra proibida!) me conhece ao vivo e assi tampouco podemos andar a dizer palavras tabus assi alegremente porque, a ver... una también tiene sus vergüenzas y sus pudores. Porque está sobradamente visto que a mim o das reflexons filosóficas quase que nom, e o dos desvairos poético-enxebres ou erótico-adolescentes pois tampouco. O caso é que de contar a minha vida com pelos y señales pois implica me pongo colorada cuando me miras. Sem contar com que tampouco é que me passem tantas cousas. Bom, passar passam, mas daí a ter algum tipo de interesse antropológico, pois...
Pero talvez deveria começar a pensar em baixar do limbo e chamar as cousas polo nome, ou algo do género. Inda que co retraída que som... nom sei se convertir isto numha especie de DOG! Quina por...
Que amais co que gosto dos detalhes, inda que só queira mencionar cousas curiosas isto já pareceria umha novela da tarde em versom monoprotagonista. Boh, ao caralho. O que se me passe pola cabeça e porta. Isso si, com a, be e xis sempre que sejam precisos, porque tanta inconcreção e tanta coisa etérea já fede.

compreensão

sinto-me estranha. laralalalala.
(eu quero ir, minha gente, eu não sou daqui, eu não tenho nada, nada...)
é como se sentisse ninguém me entende. ou que ninguém me quer entender.
Ou ainda pior: que ninnguém cre que haja nada que entender.
(fiz do medo meu amigo)
e q na verdade haver, nom hai nada. plif.


però en realitat no passa res, collons. miminhos que temos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

pergunte ao seu orixá

aconteceu again
desta vez já nom doeu, o aborrecimento é o q fai
nom sei se me devo preocupar pq já nom doia ou pq aconteceu outra vez ou por nada e ir beber um copo de leite e descansar
que caerei outra vez? e caerei, mas como já tanto me tem. estas cousas som assi, a força de acontecerem tantas vezes igual, afinal já nom é surpresa, um afai-se e deixa-o estar. como la sucesión de las cuatro estaciones, el canto de los gallos o el amor de los hombres.
assi che andamos
capoeira que é bom não cai, e se um dia ele cai, cai bem


(o homem que diz "dou" não dá, porque quem dá mesmo, não diz )


e nom, mal pensados, nom é amor-hala-mira-lo-que-ha-dicho, se fosse inda bo era!

quarta-feira, 5 de outubro de 2005

la arruga es bella

Adolfito,adolfito... “ (...) como se dice en gallego, en el galaico-portugués que hablamos.”, cito de memoria.

;)



(um post q tinha pendente desde hai tempo, depois de escuitar umha entrevista na rádio)
Já pisei as aulas... sem tempo nom era...
Segue tudo igualinho, igualinho...
Isso, obviamente, nom é necessariamente bom, tampouco necessariamente mau, mas... melhor nem pensar.
Também já tenho piso, ou quase. Ando a duvidar outra vez...
Grrrrrrrr

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

البا



O meu nome em árabe, :)

E quer dizer 'o coração'




sexta-feira, 30 de setembro de 2005

hoje tenho tanto sono... polo menos o trabalho foi entregue e feito, feito, feitinho coma ti ( licença poética).
tou à espera de que soe algumha cançom bunitinha pra me ir deitar. ou algo de cortázar.

será que temos esse tempo pra perder, e quem quer saber, a vida é tão rara, tão rara...





( boas noites, meus amores )

domingo, 25 de setembro de 2005

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

enganos

Escrever é mentir. É disfarçar a realidade, pintá-la de cores mais bonitas. Puli-la para lhe dar um ar de transcendência ou de magias. Escrever é pretender dar-lhe à realidade algum tipo de bela legitimindade de livro que ela nom tem.
Ler é acreditar nisso, em que a realidade está coberta de pós dourados e decorada com cortinas de veludo vermelho e peixinhos de cores a dançar nas fontes e elegante desesperaçom e a inevitabilidade do destino.

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

Meu blog foi publicado com sucesso!

Agora o bo seria que houvesse algo de jeito pra publicar. Trapalhada si que tenho pensado, eh. Ai. Ler está bem, escrever algo por aqui também, ou algumha cartinha ou cousa. Agora, viver já seria a hóstia... Tanto tédio nom pode ser bo e o mau é que a tudo se acostuma um. E depois quê? Depois nom sabemos ser outra vez, nem com tudo o caetano do mundo... Será questao de fé? Pois se o é também che tamos apanhados. Porque ao cepticismo também se acostuma um e muito, e ao cinismo e ao sarcasmo e ao falar, falar e nom dizer nada. E às palavras proibidas.
O grave, hoje, é que nom sei se quero algo ou se nom o quero. Se tenho medo ou se merece a pena. É que à parte som-che-vos como o ar, tanto vou como venho. Claro que nom som a única.



(...e se nom som capaz? Nom devo ser.)

outra

"calquera um". rapaz de 20 aninhos.
definitivamente, devia ser a semana do gl vivo.

quarta-feira, 21 de setembro de 2005

Vá lá...

na, aqui outra vez. Trabalhos, aulas. Isto é unsinvivir.
Tenho sono, caralho. Hoje é feriado local na minha vilinha e ando na universidade a fazer o mono. Pq aulas aulas n vou ir, faltaría más! :P
Boh, tinha gana de contar algo interessante, mas...
aahhh onte ouvim-lhe a umhas velhas: "Ah, pois si que és parecida com tua nai."
E a outra: "E que estás a tirar? Ahhh, pois isso deve-che ser difícil de tirar, ehh."
Devia ser o dia do galego vivo. ;)
[Cito de memória e o sublinhado é nosso ;P]

quarta-feira, 14 de setembro de 2005

mmmm

já tou de volta
aqui andamos
...
com cousas pra fazer e nom me dou posto... grrrrr
tenho sérios problemas de força de vontade... deveria tratá-lo?

quarta-feira, 7 de setembro de 2005

que soninho
molava fazer um piercing no lábio
(no Levante encara)

terça-feira, 6 de setembro de 2005

Tronada em La Plana

Pois nada, por aqui andamos. Hoje fixem um exame, i no vull pensar-ho. Tampouco vull pensar no trabalho que acabo de descobrir que tenho que entregar manhã... uigh...Bom, escreveria mais mas tenho um monte de cousas pra fazer... fins una altra vegada, carinyets

sábado, 3 de setembro de 2005

puagh
isso de recover post é um timo
e si
voltou-me passar aquilo de perder os posts, foda-se!
entre perder posts e memória... mal andamos... e os papéis, qué decir de mis incalculables pérdidas de papeles!
pois quem ia postar antes no post perdido era o pequeno paranoico que todos levamos dentro, "umha mais ca outros", me cito a mí misma, me auto(fago)cito? Nom, só me automutilo, de momento, e fazer, nom fago nada de jeito.
Que ricas as uvas mirradas!
Nom gosto de que a gente saiba cousas de mim que eu nom sei que sabem nem como as sabem ni que vueltas del destino. Bom, saber, saber é umha palavra mui forte.
Como gosto do meu blog preferido! E a ele tampouco lhe deixam comentários, aiii!
Nom hai imagens, nem fotos e nem sequer links (do meu e só meu blog preferido, vull dir)!! Vaia blog mais soso...
Mas o meu blog tampouco está assi tam mal retrospectivamente repasseando. Acho eu. Gracias, gracias.

segunda-feira, 29 de agosto de 2005

bueno

pois o que dizia onte que se perdeu nos insondáveis oceanos de uns e zeros era que já nom me apetece alá muito ir a Catmandu. E também reflexionava sobre que se deverasdeveras estivesse convencidérrima de que já nom quero ir, nom teria a necessidade de o escrever aqui, simplesmente nem pensaria nisso e estaria a pensar no bem que se está na casa ou no interessante que pode ser a Patagónia, coma quem di e digo eu. O caso é que nem estou convencida nem deixo de estar, o que estou é aborrecida de querer ir a Catmandu e se o escrevo eu creio que é para deixar constancia virtual ao menos e lembrar-me de que já nom me fai ilusom, nom vaia ser que um dia me dêem os bos dias e pense que Catmandu deve estar precioso nesta época do ano mas que em inverno a carom do lume também tem que ser pavero de caralho. Si, parece que som um chisco veleta (continuo sem saber como se di veleta em galego), e por isso tenho que pensar e lembrar que Catmandu já aborrece. Tantas veces fuiste un sentimiento, ya no sabes lo que es ser. Chi, saiu-me a intertextualidade popeira-romantica, mas bem sabedes que eu disso res de res.
Iassi. Aborrecida estou. Io pior é que poida que Catmandu nom esteja mal, mas eu farta estou-che na mesma.


domingo, 28 de agosto de 2005

grrrrrr

tinha já um bonito, longo e demorado post sobre o sentido último da vida e vai e colgasse-me o pc... os profetas tem-me prometido o paraiso do linux onde nom se passam semelhantes cousas, com doncelas de juventude eterna sempre prestes a satisfazer os caprichos, etc. Quem sabe algum dia adira a essa fé.
bom, lucubrações à parte, passemos aos desvairos. Dizia eu no post perdudo que... bom, se quadra é cousa do destino e nom devo publicar esse post! Talvez é um sinal divino e devo conservar o conteudo do post para mim para sempre jamais sob ameaça dalgum terrível malefício!!

terça-feira, 23 de agosto de 2005

viva, viva!

estou na casa! :D
Ainda nom desfixem nada das maletas, menuda deferencia que esteja já a postar antes de desfazer as malas, ehhh. Noom, nom é deferencia, é umha mistura entre vício e vagancia, hehehe.
E agora quê?
Que saudades da gente... ali daqui e agora aqui dali...
Que calorzinho aqui.
Quantas cousas pra fazer agora!
mmmm e mais cousas, mas agora vou saudar à minha tia que fum antes e nom tava. Deica logo!

domingo, 21 de agosto de 2005

domingho!

eiiiii, hoje si que é domingo. E eu ainda estou em England, til tuesday... como nom tenho resi estou no piso-casa duns companheiros de aulas, um spanish e um par de japoneses. Pretty good. Pouco mais podo contar porque digamos que estes dias que quedam mentres espero polo aviom nom tenho nada a fazer. Ah, e do outro dia, nada, despedidas e despedidas. Bijucos e intercambios de e-mails e essas cousas. É assi, uns marcham(os), outros venhem, alguns ficam. Nom é triste pero si que o é. Desta si. Som diinhas de dizer adeus, até mais, até sempre ou quando deus quiser. E entom terceira condicional, creio, tudo o que poderia ser e que nom vai ser! Mas quem sabe... Talvez o próximo post já seja na terra do fim do mundo.
See you!

sexta-feira, 19 de agosto de 2005

Ainda nom é domingo outra vez, mas quase. Tomei um ovolmaltine. Not so bad. Imos ir de foliada, ou vai-se tentar, hehe. Tenho já tudo meio recolhido. Vou ir chamar à casa, já hai quase anos que nom falo com eles. Buah, já chego tardérrimo, assi que vou pirar. Nom creio que haja relatório posterior, por aquilo de nom perder o costume, mas já veremos. Como escrevo "de pascuas en ramos"...

domingo, 14 de agosto de 2005

(Limpando o pc)

Domingo, domingo. domingo. Gosto dos domingos e até som capaz de ter saudades dos dias "nublados". Alguém andou a fedelhar no meu pc e agora nom sei bem que lhe passa. A internet nom rula e nom sei que lhe passa ao iniciá-lo. Iniciar o ordenador... Iniciar... Iniciar... se te fixas, soa estranho, estranha traduçom. Estou a gostar cada vez mais de onde me metim hai uns 4 aninhos... Porque as línguas som apaixonantes. This one as well, I must admit it. Creio que talvez vaia acabar vivendo por aí fora, polo mundo. Mas ao estar aí fora polo mundo tamém me dei conta do quanto saudosa podo ser. Eu que sempre ia de independente, mira tu. As pessoas som curiosas. Tudo o que sabemos de nós mesmos e que nom queremos ver. As pessoas som curiosas. Tudo o que esperamos e que nom é. Tudo o que construimos é castelos de ar ajudados de palavras dessas voadoras que aproveitam as correntes de ar para subir, baixar. O dos castelos de ar nom é triste. O triste é quando abres os olhos e ves que las cortinas de terciopelo y la cama con dosel eram feitas de algum tipo de núvem-cirro-cúmulo-whatever e penso na melhor maneira de o dizer e nom sei e é simplesmente decepcionante outra vez e escuitar a mesma cançom una y otra vez durante mais de umha hora será algum tipo de sintoma de neurose paranoica? E nom é triste, é o de sempre e assi nom é nada. É a mesma léria de sempre. Nom é minha culpa, nom é tua. Mas somos nós a inventar a realidade, ela nom existe sem nós. Portanto será o que nós quixermos, sempresempre, é só que nestes momentos de lucidez, sei que vós nom sodes vós e e que eu som o espelho. Caramba. Parece triste pero nom o é. Só é desapontamento. Outra vez. Outra vez nom era essa a terra que me prometeram. E um menos, e que mais terá. Talvez manhã tudo esteja cuberto outra vez de alfombras persas y columnas de alabastro y cristal de roca. La princesa está triste, ¿qué tendrá la princesa? (Aí di triste, mas nom é triste, já vo-lo dixem. É que é domingo, ainda estou em pijama, dá um pouco o sol e levo escuitando a mesma cançom desde hai mais de... e estou consciente de que era(s) outra oportunidade que nom era(s) tal. Never mind.)

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

Odeio ter que pôr um título a todos os posts...

Hoje a rachar. Temos todos os ventos ao nosso favor. Bunda arrebitada, caracois e um grande sorriso.
Cambiando totalmente de mood. Como odeio a algumha gente!! Sim, nom só som odiada, eu tb odeio. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr. Que de hóstias se perdem...

De resto, smile again, beijão, tenho que ir cear já q depois sempre chego tarde a toda a parte!
(ah, prometo que algum dia escreverei algo de jeito aqui... porque já nem a diário de adolescente chega... plif...)

segunda-feira, 8 de agosto de 2005

ela/eu e os outros

já tenho aviom de volta, viva viva!!
também tenho várias pessoas que nom me suportam! eiiii
deve ser porque tenho sido muito eu própria, uuuhhhh
interessante, certamente
creio que é a primeira vez q som consciente disso, é umha sensaçom estranha. Mas levo um ano cheio de sensaçons estranhas. Melhor. Aprendo cousas. E já tenho aviom de volta... que passará que nom passará. Tenho-che ganinhas de voltar, é verdade. Mas que vai ser estranho, vai ser.

Hostia, os postais!!!!! De manhã nom passa...

segunda-feira, 1 de agosto de 2005

domingo, 31 de julho de 2005

Nobody loves me, laralaralaa

No comment
No new messages in your inbox
Nem chamadas perdidas ou sem perder.
Caramba.
Nom posts novos. Nom sei o que dizer nem o que calar. Sem paciência hoje para o papo de sempre. Sempre querendo ver mais alá. E na verdade nom hai mais alá nengum. Enfado-me co mundo. Enfado-me comigo. Enfado-me comigo. Enfado-me comigo. E nada. Porque nom hai nada que fazer nem que desfazer.
Que ganinhas de fazer-vos massagens!!
E dá-lhe... e nom hai maneira.
Have you any question, please don`t hesitate...

terça-feira, 26 de julho de 2005

(sigh)

Passamos a vida a querer ser bonitas.
Mais non.

domingo, 24 de julho de 2005

ups

Caramba
o certo é que nom lembro o momento em que escrevim o post anterior... uuhhh, mas tam borracha nom ia, polo tanto deve ser qualquer problema de memória ou de jerarquia de lembranças, dever devia haver cousas mais interessantes de que se lembrar nessa ceia-party que de ter escrito um mini post, isn´t it?
E as usual, a estas horas do domingo (já segunda) ainda tenho os deveres por fazer! Si, admito que som um desastre... mas estou a aprender a fazer massages! hihihihihi
Vou ver se fago algo agora, inda que nom sejam deveres ;)
Outro dia mais!

sábado, 23 de julho de 2005

God...

I'm just so drunk..
!!!!
(good!)

sexta-feira, 22 de julho de 2005

medio litro de birra

já levo, nom é muito mas é que inda nom comecei a cear... so... bom, o caso é que hai ceia na residence, uuhh!
nom sei bem como acabará isto, mas vamos lá ver. Somos como vinte mil pessoas e a ver que cona fazemos. Estám aqui certas pessoas-classmates e enfim... prefiro nom pensar mto... já contarei algo, se tal.
bye

sábado, 16 de julho de 2005

New look

-Wow, you look gorgeous!

sexta-feira, 15 de julho de 2005


It's not bad at all, isn't it?

terça-feira, 12 de julho de 2005

Greenish English

I'm still alive!
Tou na Inglaterra!! Por fim tenho net. :D
Vou cear que me convidarom, manhã/depois/quando for conto cousas.
See you!

quinta-feira, 30 de junho de 2005

...

já tenho duas pra o ano que vém... :S isso de momento, que inda pode ser maior a desfeita... que asquito... vou-me fartar de interpretar... e também estou desubicada... e com mil milhons de cousas pra fazer e preparar ainda. E sono e enfim, até o caralho de todo.

sexta-feira, 24 de junho de 2005

Repasando os meus blogs de cabeceira, confirmo cousa que já sabia, que ouvir caetano faz bem à saude, e dou em pensar nas cousas que nom tenho, músicas do caetano entre outras, e nas magias.

eiqui ando

encara que o meu club de fans (...) já pensava que eu tinha morrido entre calores e apontamentos, nom, eiqui ando... inda que tentada de deixar o blog porque nem escrevo nem nada... mas eu que sei... e porque está na moda e agora todo dios tem blog... e claro... mas se imos de guais, de que nom nos afectam as modas nem res, entom nem nos afectam para si nem para nom, digo eu... eu até gostaba de desabafar e de me exibir aqui, realmente, mas, enfim, mta preguiça... sobrevivirei. Só me restam dous exames... mas depois mil cousas pra fazer... preparar viagens, preparar malas, papéis, paquetes pra mandar cousas pra casa... trámites e mais trámites... buf... nom quero nem pensar. E amais ninguem me mima e fraga vai repetir maioria. Si que tamos bem. Eu nom era mto de pôr-lhe nomes de incógnito ao pessoal (tipo "a cereijinha dixo que me ia convidar a umha paella um dia destes") mas hoje apetece-me dizer que o Xiquet é mui guapo, guapíssimo, guapinho. Enfim, alegra-lhe a um a vista, que nom está de mais. Nom dá abraços, mas isso ninguém o fai, portanto não interessa, não faz diferença. Ah, cortei o cabelo. Bona nit.

segunda-feira, 23 de maio de 2005

exámenes y demás familia

bom, eu já mui constante nisto dos posts nom é que fosse... mas agora vai ser ainda menos devido a exames e outras cousas em que nom quero nem pensar...
contaria-vos as minhas aventuras e desventuras da ceia da titulaçom que tivemos na sexta feira, mas... deixou-me um certo sabor agridoce, se se pode dizer isso em galego... E se nom, a sensaçom foi essa na mesma. Porque entre vinho e cervejas e altas horas de la madrugada e cedo pola manhancinha... passam muitas cousas, algumas divertidas, hehehhee, e impagáveis de ver, e outras ridículas pola minha pàrte, :P, mas nisso nom queremos pensar. A culpa é do álcol sempre. Embora haja quem diga que isso som excusas e quem faça poemas a dizer o mesm
o.
Tem coisas que a gente só diz de porre,
se não o outro corre;
mas passada a bebedeira,
a gente acha que fez besteira,
não devia ter falado,
que se expôs adoidado,
à-toa e foi tolice.
Finge-se então que se esquece o que disse,
culpa-se a carência, a demência, a embriaguez
responsáveis por tamanha estupidez.
E é aceitando este estranho cabedal
que quando se volta ao "estado normal",
cada vez mais sós, na defensiva,
corroídos morremos de cirrose... afetiva.


Leila Míccolis


Talvez algum dia conte os detalhes, hehehehhehe. Ou melhor diante de um café e nom de um pc, que rimar rima, mas é una altra cosa. Ao vivo sempre melhor.

contrl + l ou teclas de atalho

Você some e eu invento mil histórias:
deve ter viajado,
o micro quebrou,
deve estar muito ocupado
ou será que piorou
e foi de novo internado?
Você some e eu invento um monte de indiretas
só para esquecer-me de lembrar
que simplesmente me deletas.

Leila Míccolis

Até quando deus quiser! ;>

sexta-feira, 20 de maio de 2005

Os donetes empalagam e co calor o chocolate derrete e fica... daquela maneira

Metim um chisqueiro na lavadora.
Fum tomar umha birra que se estendeu até as 4 da manhã.
Ando e desando.
Nom sei mui bem o que escrever hoje. Abandonou-me a inspiraçom. Normal, outra vez fum de compritas, e claro... isso acaba com qualquera. Umha frustraçom contínua o de nom escrever cousa que valha a pena. Ou que a pague que ultimamente ando-che-vos mui mal de quartos. E amais hai-che cada um por aí perdut que nom ganho pra desgostos. Nom, na verdade, passo bastante do tema, é umha pena, nom si? Mas res més, do tipo de pena que é ir comprar e que nom haja donetes brancos e tenhas que colher dos normais. Claro que quando vás a todos os supermercados e nom hai donetes brancos em nengumha parte e começas a pensar em criar umha associaçom Salvemos los Donetes Blanquets: Espécie Em Vias de Extinción! ou algo do género... Outras soluçons: passar dos brancos e comer só pretos ou simplesmente passar dos donetes para sempre. Mmmmm. É o de sempre, lutar ou aburguesar-se. Só que ás vezes como nunca hai donetes brancos em ningures, acabas por nom ter tanta vontade deles. E lutar por algo polo que nom tés vontade... mira, no sé cómo lo ves...
Buah, co ricas q som as saladas e nós a querer comer porcarias dessas... Santa paciência!

domingo, 15 de maio de 2005

Ando enjoada de carências.

quinta-feira, 12 de maio de 2005

ai caramba...

já é a terceira vez que tento postar mas é o destino que nao me deixa!

Isto aqui é algum tipo de boicotchi???

Tenho sono... depois já argalharei algumha cousa pra contar.

(O mar anda e desanda,
anda que desaparece;
quem tem amores nom dorme,
quem nom os tem adormece...)

terça-feira, 3 de maio de 2005

oh

O meu exibicionismo alcança cotas alarmantes (vide: post anterior)... Creio que nom é comparável o andar encoira pola casa ao ficar despida num blog... Nada a ver, definitivamente... Fico com o nudismo doméstico...
Peço desculpa pelo incômodo que pudesse causar a mentes púdicas como a minha. I am not going to do it anymore, I promise... At least, I promise I'll try...

domingo, 1 de maio de 2005

nom quero sair mais

porque ultimamente sempre que saio chego à casa antes de tempo, sozinha e chorando. ou com ganas de chorar. e nom sei. nom sei porque me passa isso, nom o sei. mas nom gosto e nom quero sair mais. desanimo-me.
Levo umhas semanas em modo ningú m'estime. e nom pode ser. e nom quero.

(e nom é um post triste.)