terça-feira, 7 de novembro de 2006

Foda-se!

Nom sei quem é mais parvo: se ela por ser como é ou ele por andar atrás dela.

Foto(grama) possível


(Um lugar anglófono. Um quarto. A tardinha. Umha foto.)

(A nena) -Your boyfriend?
(A moça) -No, he is not my boyfriend.

(Miram a foto durante uns segundos)

(A nena) -He's beautiful.
(A moça)-Yes, he is...

(A moça fica com o olhar perdido na foto, dando-se conta.)

terça-feira, 24 de outubro de 2006

E os sustos atraem o receio.


Trick or treat?



Assustam-me as pessoas inteligentes.
As que sabem mais que mim.
Assustam-me as pessoas guapíssimas, mas assustam-me ainda mais as que me atraem.
As que sabem de que falam.
As que estám seguras dentro e fora de si.
As que sabem o que querem.
As que me buscam.
As que observam.
Assustam-me as que crem que adivinham e, de facto, adivinham.



[Foto tirada daqui.]

Lapsus linguae.

[Lendo um blogue]
-- Como me mola este livro!! ...Digoooo... este blog...

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Eu em vez de pensar, leio. (Chica, inspiro-me!)

Pergunto-me, com estas ânsias contestatárias que tenho às vezes without a cause, se os sentimentos, os estados tenhem que servir para algo? Ou só som? (Só que nom é só que a alguns bem nos custa só tentar ser...).

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Repararam?

Concessom, concessom, concessom. (Com duplo esse, por sinal, que já me corrigim... com duplo esse, por sinal, como possessom ou desassossego). Muito ando eu a conceder ultimamente (vejam-se posts e comentários).

Nem que fosse umha fada madrinha! Ou um génio da lámpada!

Home, génio ter, tenho-che-vos, perguntem a quem quiserem.




Às vezes, passo férias numha lámpada e, às vezes, concedo desejos; mas também peço a lua. Igual que todo o mundo. Nada de especial.

[E, palavreando um pouco, hai muitas cousas que me dam génio... Grrrrr.
Tamém hai dias que dá génio ler-me :P ]

Nota aos comparativos e possessões várias.

Si, si, si, claro que já sei que nom, pessoas nom se tenhem.
Que nom se possuem.

Como eu não possuo

Olho em volta de mim. Todos possuem ---
Um afecto, um sorriso ou um abraço.
Só para mim as ânsias se diluem
E não possuo mesmo quando enlaço.

Roça por mim, em longe, a teoria
Dos espasmos golfados ruivamente;
São êxtases da cor que eu fremiria,
Mas a minh'alma pára e não os sente!

Quero sentir. Não sei... perco-me todo...
Não posso afeiçoar-me nem ser eu:
Falta-me egoísmo para ascender ao céu,
Falta-me unção pra me afundar no lodo.

Não sou amigo de ninguém. Pra o ser
Forçoso me era antes possuir
Quem eu estimasse --- ou homem ou mulher,
E eu não logro nunca possuir!...

Castrado de alma e sem saber fixar-me,
Tarde a tarde na minha dor me afundo...
Serei um emigrado doutro mundo
Que nem na minha dor posso encontrar-me?...

Como eu desejo a que ali vai na rua,
Tão ágil, tão agreste, tão de amor...
Como eu quisera emaranhá-la nua,
Bebê-la em espasmos de harmonia e cor!...

Desejo errado... Se a tivera um dia,
Toda sem véus, a carne estilizada
Sob o meu corpo arfando transbordada,
Nem mesmo assim --- ó ânsia! --- eu a teria...

Eu vibraria só agonizante
Sobre o seu corpo de êxtases doirados,
Se fosse aqueles seios transtornados,
Se fosse aquele sexo aglutinante...

De embate ao meu amor todo me ruo,
E vejo-me em destroço até vencendo:
É que eu teria só, sentindo e sendo
Aquilo que estrebucho e não possuo.

Mário de Sá-Carneiro

Comparativo de igualdade e bobadas várias.

Dou-me conta estes dias de que sem me dar conta até agora as vezes em que gostava dalguém (simplesmente gostar, se é que o acto de gostar pode ser simples, nom falo de paixons profundas, as quais só sinto polo chocolate e polas minhas neuras -- daí este blogue), nessas vezes, o meu pensamento era, depois de maravilhar-me com essas pessoas, o que eu dizia era: "eu quero um como esse". Eu quero um assi.
Nunca "eu quero esse". Quero-te a ti. Nom. Isso seria arriscar de mais nesta vida insulsa. Às vezes era porque essas maravilhas já queriam eles algumha outra pessoa; às vezes era porque sabia, pensava, sei da im-possibilida-de de ter essa pessoa (no fundo é sempre isso); às vezes, as mais, era só insconsciente, sem pensar (no fundo é sempre aquilo).
Eu quero um coma ti.

Atitudes que hai.

(Este desabafo foi umha pequena concessom aos desejos-que-nom-se-dizem, desculpem e desculpe eu.)

terça-feira, 10 de outubro de 2006


Hoje comprei um paraguas por primeira vez na minha vida.
Nunca me levei cos paraguas, metódicos de mais, previsores e responsaveis. Evitava usá-los, a nom ser que fosse estrictamente necesario. Assi acabava feita um pito de pés a cabeça. Tratava-se dumha questom pessoal e, sobretudo, umha concessom a umha caste de pragmatismo extremo, si, senhor: nom o levava por nom o perder.
Simples, nom si? ;)
E também andar com ele sempre pendurado e pingando, que fastio! :P

Pois com isto do paragüitas (é um anano destes "comprimíveis", nom sei qual o nome técnico) dei-me conta de que como nunca aprendim, sempre me metia debaixo do dalguém piadoso e com mais cabecinha q mim, nom sei andar pola vida com eles. Bato contra os paraguas dos demais na rua, nos caminhos especialmente estreitos nom me sei as leis da prioridade e nem se me passa pola cabeça a simples e efectiva operaçom de esquivar polo alto ao paraguas que avança ameaçadoramente de frente mediante umha momentánea elevaçom do meu, etc.

O certo é que andar baixo umha dessas cupulas é como andar dentro dumha espécie de campo de acçom delimitado imaginariamente, como andar dentro dumha bolha de sabão. Claro que hai muitas mais maneiras que usar paraguas para andar como dentro de bolhas de sabão. E dei-me conta de que, isso si, sei andar pola vida dentro de bolhas de sabão.

sábado, 7 de outubro de 2006



Don't make any movement. Just stay there and wait for me.


terça-feira, 3 de outubro de 2006

Pressão

"Conta, conta."
"E que mais contas?"
Um, dous, três, quatro, quarenta mil.
Nom se me dam especialmente bem os números.
Contai-me vós, contai-me.
Contai-me os dedos das maos e dos pés, a ver se tenho os reglamentários ou se confirma umha certa monstruosidade latente. Os olhos na testa, som dous? A b-o-c-a. 1? A língua nom é bífida?
Eu só sei contar cousas que nom som cousas, maldades, penas. Negras.
Inda bo é que vem o inverno a fazer jogo! Inda bo é que o inverno é que tem licença para escurecer as vidas, os céus, as chuvias, o aire que zoa.
Que alívio ter licença...

domingo, 1 de outubro de 2006

Ancha es Castilla...



...


[Imagem: Shraga Weiss]

De finde.

Cuenta la leyenda que la Cueva de Salamanca, no muy lejana a las dos catedrales de esta ciudad, fue el lugar donde el Diablo enseñaba lo que todas las escuelas ocultaban. Donde se encargaba de impartir clases de ciencias ocultas a los estudiantes.

terça-feira, 26 de setembro de 2006

Concatenando.





Abre-me,
beija-me,
cobre-me.*

Chovem chaves.

Aproveita. Exp’rimenta.











(*Pequena variaçom pronominal sobre ABC Erótico, de Noel Ferreira.)


[Quadro de Miracle Salinas del Valle.]

As mad as a March hare.



Gosta-me ter umha língua que nom distingue b de v, porque

assi podo aliterar mais perfeitamente livro, liberdade, livre

libertinagem libera-me, liberaçom nacional,

lívido levedar na libido,

(escravo) liberto, libreto, libar e salivar, livrar, libriano,

libidinoso e livor mortis, leviana (de cascos)

e lebre (de março,

as águas de abril). Abre-me.





sexta-feira, 22 de setembro de 2006

Questom (de dudosa) moral.









Devemos deprimir-nos se nom temos as tetas
como as modelos de fotografia erótica?












Foto: Fabio Borquez
Encontrado aqui, pero tb mais cousas gostosas aqui.

Estado

Os impulsos assassinos alternam-se cos impulsos suicidas.


domingo, 17 de setembro de 2006





Passei de nom querer-me a mim mesma
a desprezá-los a todos.
Que país. Estou-me metendo em lérias que nom me cheiram nada bem. Nada grave, of course. Trapalhadas. Som essas cousas que, estando tam relaxado conversando, de repente, ergues as orelhas e estado de alerta. Mira para todos os lados. Que se passa aqui? E ali? Sobretudo ali.
Passa em vários frentes de batalha. Vou-me ter que cuidar de.
Ou ficar longe, observando, desde umha "distancia prudencial". Controlando, no sentido mais amplo.
Pequena confissom: eu inquieto-me quando nom controlo.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Ai, a vindima.
:)

E depois o vinho novo!

Pero as uvas hai-nas que escolher: nom podem ir baghos verdes; nom podem ir baghos secos tampouco.
As unhas, negras.

domingo, 10 de setembro de 2006

sangre de menstruo


Pero no encontraremos difícilmente nada más prodigioso que el flujo menstrual. La proximidad de una mujer en este estado hace agriar el mosto; a su contacto, los cereales se convierten en estériles, los injertos mueren, las plantas de los jardines se secan, los frutos de los árboles donde ella está sentada caen; el resplandor de los espejos se enturbian nada más que por su mirada; el filo del acero se debilita, el brillo del marfil desaparece, lo enjambres de las abejas mueren; incluso el bronce y el hierro se oxidan inmediatamente y el bronce toma un olor espantoso; enfin, la rabia le entra a los perros que prueban de dicho líquido y su mordedura inocula un veneno sin remedio. Hay más: el asfalto, esa sustancia tenaz y viscosa que, a una época precisa del año sobrenada un lago de Judea, que se llama Asphaltites, no se deja dividir por nada, pues se adhiere a todo lo que toca, excepto por un hilo infectado por este veneno. Se dice incluso que las hormigas, esos animalejos minúsculos, le son sensibles: ellas echan los granos que trasnportan y no los vuelven a recoger. Este flujo tan curioso y tan pernicioso aparece todos los treinta días en la mujer, y, con más intensidad todos los tres meses.
[Hist. Nat.,
VII, 64-66]
(mais cousas interessantes, aqui)

quinta-feira, 7 de setembro de 2006


Fazer-se visível e continuar invisível.
O de sempre.

segunda-feira, 4 de setembro de 2006



O de sempre.
Fazer-se visível ou continuar à espera.

domingo, 3 de setembro de 2006

Encanta-me que os únicos com plenos direitos e faculdades para falar de si mesmos em músicas som os rapeiros. Os poetas e aspirantes a também, mas isso é farinha doutro saco. Os rapeiros nom necessitam licenças.
Comienzos, lo que motivó el comienzo fue que las vidas que presencio no merecen el silencio, fue porque el Hip Hop apareció del amor entre poesía y ritmo, y por las aguas de ese rio mi vida fluyó o fue porque en el gusto por competir no hay lugar para el cansancio, que se yo. Pero sucedió, pasé de ser anónimo a ser casi famoso bajo mínimos, y acaso eso os conmovió? Porque al parecer mi mano en contacto con un micrófono me convirtió en pirómano y París ardió; adiós, París, adiós, adiós, MCs, adiós, que usted vaya con dios y si baja por esas calles será mejor que le acompañen uno o dos. Ay señor, qué pesada es esta espada que desenvaino con el sudor, la soledad del príncipe sin reino, la soledad del hombre sin calor, será que es porque ya no me peino ni me preparo ni visto raro ni uso perfumes caros cuando salgo en busca de amor. Soy el mismo chico educado que con un rap vulgar suena en tu radio cada día y que desde el extrarradio a conquistado a la más alta burguesia, pero que falla soy yo en esa pantalla, soy yo en esa cola del paro comparo mi vida con la tirada de un dado y sale cero y cero y cero yo solo espero ser más certero salir de este agujero en el que estoy atrapado soñador aún duermo con Peter Pan a mi lado, preguntándome si alguien ahí fuera entenderá a un tipo tan complicado. Pero una extraña fuerza me persigue me dice tu simplemente vive, tu simplemente escribe, decide en tiempo record y olvida el rencor y recuerda lo que el viejo dijo: "hijo, en lo que sea, pero el mejor".

(Poesia difusa. Nach Scratch.)

O sublinhado é meu, of course. E já me esquecia de que os blogueiros tambem tenhem direito a escrever sobre eles.

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

Desgana

Dou-me conta de que as cousas que antes me interessavam, que me entusiasmavam, já nom o fam. Agora nom sei que vou fazer. Comprar joguetes novos? E que a emoçom dure uns dias. Vejo-me obrigada a abraçar o consumismo. Para dar-lhe sentido intermitentemente a isto aqui.

I don't know
what I do want to.

Umha colecçom enorme
de sapatos
poderia ser a soluçom?


(desenho: Manolo Blahnik)

A volta


As longas horas nos aeroportos e as colas intermináveis de stansted, os controis...
Podo pôr sandálias e sair da casa sem chaqueta!
O ar quente.
A comida da mamá.
A realidade. As decisons.
Dormir até (um pouco) tarde.
As saudades.

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Je veux seulement voyager.





segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Last few hours in Edinburgh... :(((
Espera-me 1 longa viagem, vou chegar malhada...


Bye, bye, Edinburgh.

terça-feira, 22 de agosto de 2006

Finde viajeiro. Lots of fun and lots of pictures. Hei de colar algumha. Esquecim o USB stick/pen driver or whatever (fucking translators!) e agora nom podo subir nengumha. Mas hei-de.
Escocia 'e preciosa. Gorgeous. Amazing!

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Estou tomando um caf'e nojento. Daqui a 5 mintos tenho aulas. Nojentas tb? Nom, nom tanto. Mas tampouco 'e que sejam especialmente apetec'iveis. Mas melhor nom falemos de apetencias que despois tudo se sabe. Hoje 'e um bonito dia gris e chove e hai nevoeiro. Gosto. O sol est'a bem, mas lo cort'es no quita lo valiente. Nom me levo eu com estes teclados brit'anicos! Onde vam os queridos acentos? Os gr'aficos, claro, porque dos outros hai umha chea deles. Mmmmmm. Italianos...

quarta-feira, 16 de agosto de 2006




[Nom é a melhor foto, claro que nom, mas é que ainda nom descarreguei as outras... tampouco tenho feito mtas, realmento...]

terça-feira, 15 de agosto de 2006

Edinburgh Edinburgh

O tren fura paisaxes coma un piollo
nos cabelos escuros
de Escocia escurecida
mentres veñen as mans
do abrente alleo
abrindo as portas daquel día de setembro
cruzando o mar do Norte cara ás illas
chegando a un Edinburgh en sombra estraña
baixándome do tren coa mente aberta
Onde se deita a noite en Edinburgh?
á esquerda do castelo de carbón diamante
cun sol negro?
Catro teenagers punks
xaspeaban mil cores metalizadas
co meu ollo animal cravado neles
“No future Anarchy & destroy me”
because I love them since they’re like you
dura pedra escocesa que me garda
da hipnose contaxiosa das Highlandas
empapando a alma en frío
cervexa calvinista whisky ateo
Cruel máxica dura
espectro dos meus soños agresivos
volverei por ser teu
na túa pel e na escuma do desexo.

Lois Pereiro, Poemas (1981/1991)


[Algo que me mandarom. Gracinhas. ]

segunda-feira, 7 de agosto de 2006

(...) Lo que quiera hacer, se lo haré. Pero sepa que ya no soy ese infeliz de la historia que acaba de oír. Míreme, si me quiere tener me tendrá que pagar. Pero no, no una cruz o ni un trozo de papel, sino algo real.


(Nacho Vegas, Historia de un perdedor)

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Pois aqui andamos. Hoje reflexionava porque fomos visitar a natinonal gallery (que cheia de pornografia cl'assica e do renacemento, por dios, porque eu som 1 mulher fria e de gelo que se nom...). Pois reflexionava sobre que se tivesse que/quixesse/pudesse amighar-me com algum artista antes que qualquer escritor, poeta, musico ou o que for, preferiria um pintor. Sempre 'e algo mais bonito e potencialmente mais reconfortante. Ai.
Outro dia mais.

sexta-feira, 28 de julho de 2006

Marcho um mês. Ali nom sei se haverá internet, suponho-me que si. De todos modos, tanto tem, porque tampouco é que me estivesse prodigando em posts-maravilha este verao. Do-si-fi-can-do-me.
Nom sei o que escrever, para variar. O que si, cansei-me de ir de. Agora vou ir de [outra cousa, claro]. Porque indo de, a ver, nom é que me fosse mal de tudo, mas bem tampouco. Claro. Obviamente, isso precisa dumha mudança de atitude. Principalmente porque a ideia é que vaia o melhor possível, e para isso ir de nom funcionava, polo tanto a ver se indo de as cousas som diferentes.
Ai, isto de construir personagens! O segredo está em nom "encasillar-se" :P

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Pois já tou a preparar outra viagem.
Sinceramente, levo dias e dias e dias que nom sei o que escrever aqui. Nem se devo ou nom devo escrever, considerando que nom me sai nada. Miro nos outros blogues a ver se me inspiro e apetece-me protestar contra parvadas e tópicos que leio. Pero realmente nom me apetece tanto.
É certo que um pouco sempre passamos a vida a vê-las vir. Mas agora, essa sensaçom é mto mais aghuda. Talvez tenha a ver o facto de que depois do pequeno projecto a curto prazo (um mesinho a ver se aprendemos algo de inglês), nom hai nada. Está o baleiro. E que imos fazer? (Bom, anda o CAP por aí dançando, terei que mirar isso tb. Mas que preguiça...) O caso é que nom sabemos o que imos fazer. O que queremos? Mmmmmm. Buf. Tampouco... Pois tamos-che bem. La pregunta del millón*: "E aghora que vás fazer?". A cada um penso que lhe respondo umha cousa diferente, é o que tem a incerteza vital. Nom vês? Já estou a falar sem dizer nada, a escrever por encher o post... E assi nom mola. Igual devia começar com exercícios de estilo ou histórias absurdas e passar de mim. Veremos.

*Do millón de quê? Do milhom de moras? Do milhom de areias? Do milhom de quê?

quarta-feira, 26 de julho de 2006

Buf, outra vez de volta. Desta vez de Compostela. Diinhas de risas, festa, borracheira. Bem, bem, passou-se bem, hehe. Acabamos feitos 1 merdinha. Acampamos alá. E dormir... enfim... malamente.
Os detalhes sórdidos me los reservo ;)

domingo, 23 de julho de 2006

Eu leio-a; e como as cousas que se me ocorrem para contar som dessas que nom se devem contar e sempre fum umha mulher fácil, nom me resisto ao egocentrismo tentador e fácil:

Que hora é?: As nove em ponto. De um domingo, domingo, domingo...
1. Nome Completo: Tantos! Um para cada ocasiom, alguns com os que me auto-baptizo e outros que me dam.
1. Alcumes? Nengum que eu saiba. Devera investigar?
2. Por quen che puxeron o nome? Por ninguém concreto. Ainda que estiverom a ponto de me pôr outro pola minha avoa.
4. Signo Zodiacal: Leão!!
5. Tatuaxes: Nengumha.
6. Amaches tanto a alguén como para chorar? Si. Nem que fosse por mim mesma...
7. Estiveches nun choque de coches? Nom.
9. O vaso, meio cheo ou meio vacio? Depende... havia umha "gracieta" com isto, bastante apropriada, mas nom a lembro... Devia ser tipo: completamente vazio.
10. Cor favorita de roupa interior: Todas, e estampados variados. Salvo talvez amarela e "color carne". Branco tampouco me chista muito.
11. Número favorito: Mmmmm. Nengum? Era o sete, mas agora já nom é nengum.
12. Cor favorita: As cores quentes: vermelho, laranja...
13. Supersticioso? Nom pensar nas cousas ou nas esperanças, porque se as pensas, nom se cumprem. Tentar nom pôr o carro diante dos bois para nom "gafar" as cousas. Evitar crer nas cousas antes de que passem, porque se nom, nom passam. Nom sei se me explico...
14. Tipo de música de preferéncia: Muitas. Que me cheguem, que me digam algo. Nom tenho critério.
16. Flor: Flor? Nom penso muito em flores, que prosaica! Poderiam ser as magnolias, as papoulas... a rosa do principinho??
17. Última visita ao hospital? Buf, pera que penso... A princípios de curso qdo fum acompanhar umha amiga que ia ver à sua tia ou prima ou algo que acabava de ter um neno. Nom passei da sala de espera.
18. Como te ves en dez anos? 10 anos? Nom me vejo... Suponho que mais ou menos igual. Espero que com carro e fora da casa. E... ainda que nom seja politicamente correcto dizê-lo, com nenos ou a ponto de nenos.
19. Que cambiarías da tua vida? Buf! Principalmente quereria mudar de pele dumha vez.
20. O primeiro que pensas ao espertar: 10 minutinhos, levanto-me daqui a um chisco... e paro a alarma do móvel na opçom em que nom a paras de tudo e toca cada 10 minutos, e adormecerei (mais ou menos profundamente dependendo do dia) e voltará a tocar dali a 10 minutos, e outra vez a pararei, e dali a 1o minutos outra vez... e podo estar assi bem mais de 1 hora. (Francamente, como pergunta creio que é mais interessante perguntar que é o que pensas antes de adormecer, quando já estás na cama, nessa cama tam quentinha ou tam grande ou tam fria ou tam sem fazer desde hai 15 dias ou tam desconhecida ou tam de sempre ou de fim de semana ou com almofada que estorva ou ghatos que che sobem às pernas no verao e ao pescoço no inverno!!)
21. Que hai na parede da teu cuarto? No meu actual da casa, nada. No que ia ser meu da casa postais, posters vários. Um poema de Pessoa. Os horários do bus. Um artigo de opiniom. No do piso durante o curso duas láminas enormes da Gulbenkian presidindo a cabeceira da cama. Postais. Um par de cartazes dum par de obras de teatro. Os horários de aulas. E mais trapalhadinha engraçada.
22. Persoa que talvez non conteste este post: Hehehehhe. Ninguém.
23. Persoa que seguro responde: Também ninguém.
24. Quen che gustaria que respondese? Mmmm. Nom sei. Quem queira.
25. Que dirias a alguén e non te atreves? Tantas cousas! As mesmas cousas que si som capaz de escrever(lhes) e algumhas que nem isso (custa-me verbalizar). Cousas que nalgum momento da minha vida tampouco me atrevia a dizer-me a mim mesma. Agora já si me digo tudo.
26. Deporte favorito: Para ver? Para fazer? Em abstracto? Em metáfora?
27. Tímido ou extrovertido? Depende.
29. Gusta-che ler? Si.
30. Falas algun idioma? Deveria.
31. Pasatempo favorito: Nom fago muito disso. Autodefinidos, talvez.
32. Praia ou montaña? Mmm. Praia. Ainda que um cómbi das duas também mola.
33. Coleccionas algo: Nom, demasiado metódico para mim.
34. Tes algunha fóbia? A algumhas situaçons, ao ridículo, ao fracaso, ao rechaço... Ai, isso som medos! :P Fóbia a cousas materiais, nom.
35. Cando foi a última vez que choraches? Onte.
36. Gusta-che a tua letra? Tem dias, normalmente si.
37. O pan gusta-che con que? Com todo, ou?
38. Sendo outro, serias o teu amigo? Buf, nom creio. Nom som de fazer-me querer, antes o contrário.
39. Tes un diario de vida? Nom. Demasiada constância para mim.
40. Es sarcástico? Hehehehe. Menos do que quereria.
41. Saltarías en bungee (puenting)? Talvez, mas nom é algo que me interesse.
42. Cereal preferido? Como que cereal preferido? Que tenhas cores, comidas preferidas ou números, é o que manda a tradiçom, mas cereais??
43. Desatas os zapatos ao sacá-los? Nom, quase nunca.
44. Cres que es forte? Nom sei, nom tivem que ser forte nunca. O que som é insensível, nom me afectam muito as cousas. Só em certos momentos de desesperaçom.
45. O teu xelado favorito? Iogurte. Mmmmmm.
46. Canto calzas? Un 35/36.
47. Roxo ou Rosa? Colorado, encarnado.
48. O que menos che gusta de ti? Ai meu deus! A ideia do teste este é acabar com princípios de depressom? O que nom che gusta? Como te ves? O que cambiarias? És feliz? A tua vida é umha merda? Fás este teste como introspecçom de "pacotilla" e descobres que nada é como queres nem queres nada como é?
Nom gosto de muitas cousas. Infelizmente. Muitas cousas que nom me deixam ser e fazer outras. De ser tam parva, tam consciente, tam neurotico-paranoica, tam egocéntrica, tam reprimida... Mmmm. Mas também tenho cousas boas, eh? E as "más", hei-de procurar que sejam menos, ou?!
49. A quen estrañas muito? Já estranhei mais, agora nom estranho gente, de tam afeita que estou a nom a ter comigo. Agora estranho momentos e tenho saudades do que nom foi, como di o tópico. Também do que nom será.
51. A cor de pantalón e zapatos que tes postos? Pantufas verdes e com abalórios rosas (em realidade som bonitas, ehhh) e pantalom beis.
52. O último que comiches hoxe? Um anaco de tarta de maçã.
53. Que estás a escuitar neste momento? Love is in the air! Hahahhahaa. Musiquilla variada da que hai polo pc adiante, principalmente que meteu a minha irmã.
54. A última persoa coa que falaches por teléfono? Um amigo que está polo levante.
55. Trago favorito? Vodka com sprite. Mojito. Caipirinha.
56. Deporte favorito para ver por tv? Mmmm. Nengum em especial.
57. Comida favorita? Tantas! Nengumha.
58. Película de terror ou final feliz? Nem umha nem outra. Qualquer umha que diga algo que me interesse em determinado momento.
59. Última película no cine? Buuuuuuffffffff! Nom me lembro... foi hai tanto tempo... Dogville, talvez?? Ah nom, umha coreana, penso, algo aborrecida... o ano passado...
60. Dia Favorito do ano?
Que mania coas cousas favoritas!! A gente teoriza mto sobre o que gosta ou nom... A mim nunca se me ocorreu pensar em dias favoritos...
61. Inverno ou verao? Finais de agosto e setembro.
62. Bicos ou abrazos?
Bicos de saúdo, de verdade, de língua. Abraços apertados. É possível que os abraços sejam mais verdadeiros que muitos bicos...
63. Postre preferido? Talvez tiramisú... Tenho um problema... sempre tenho que pensar mto nas cousas preferidas ou favoritas, caramba... Que pouca consciência dessas cousas tenho, ai.
64. Onde é o máis lonxe que estiveches da tua casa? A pérfida albiom.
65. Estiveches namorado algunha vez? Nom che sei. Se o estivem nom me dei conta.
66. Arrependeches-te algunha vez dalgo? Algumha vez, di... Muitas.
67. Cor de ollos preferida: A cor nom me importa tanto como a forma e as pestanas. Os olhos mui claros nom me gostam mto... De resto, tudo bem-vindo!
68. Nome de rapaz e rapaza favorito: E dá-lhe cos favoritos...
69. Fumas? Às vezes. Socialmente.
70. Condóns de laranxa ou limón? Nem de laranja nem de limom.
71. Sexo con amor ou sexo con morbo? Sexo. (a resposta é a mesma que a vossa, mas é que é assi....)
72. Usas algunha muletilla? Suponho que si... Agora que seja consciente... que mundo, que vida, que país, que cousas, eh, nom sei, bueno. Isto nom o deveriam dizer os que nos ouvem falar??
73. Tes algo pendente de facer? Sempre.
74. Un momento especial na tua vida: Nom sei. Podem passar duas cousas: que algo se faga especial co tempo, coas lembranças disso, ou que seja especial no momento e depois co tempo se faga menos especial. Do primeiro, umha vez que me fixerom umha caricinha na cara que eu no momento nom me dei conta do que me acabavam de dizer com isso... adolescências, já se sabe... Do segundo, certas cousas que me me dixerom em certos momentos.
Um mix das duas situaçons... algumhas fodas bonitas.
75. Es feliz? Por momentos.
76. Que hora é agora? As dez e vinte. Caralho po teste...

O amor é uma companhia (10-7-1930)

O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.

Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.


Alberto Caeiro


[aqui mais]

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Pois si. Já estou de volta. Passei-no mui bem, mas nom é o meu estilo fazer relato detalhado de aventuras e desventuras, saibam compreender.
Afinal foi algo mais de 1 semaninha. No cantábrico, que maravilha...


Chego e encontro-me com que nom tenho nada pendente academicamente. Alegria alegria! :)
Agora é o começo de umha nova etapa. Miedito!

sábado, 8 de julho de 2006


Ai, o verao. E eu inda mais branquinha que o leite... enfim.
Sei que nom tenho dado mtos sinais estes dias, agora inda darei menos porque vou de vacances. Umha semaninha. A Cantábria, que tb tenhem ano santo. Terei que ver de conseguir a tal "indulgencia plenaria"...
A ver!

terça-feira, 4 de julho de 2006

Esta ternura y estas manos libres,
¿a quién darlas bajo el viento? Tanto arroz
para la zorra, y en medio del llamado
la ansiedad de esa puerta abierta para nadie.

Hicimos pan tan blanco
para bocas ya muertas que aceptaban
solamente una luna de colmillo, el té
frío de la vela al alba.
Tocamos instrumentos, para la ciega cólera
de sombras y sombreros olvidados. Nos quedamos
con los presentes ordenados en una mesa inútil,
y fue preciso beber la sidra caliente
en la vergüenza de la medianoche.
Entonces, ¿nadie quiere esto,
nadie?


(Cortázar, Julio. Salvo el crepúsculo.)
























Ai. Quero umha casa na praia. No seu defeito, um camping. Sozinha. Relaxando. Sozinha.
(perto de, entende-se)

(ninguém me empresta?)

domingo, 2 de julho de 2006


Nom é nada.
Já estamos igual. É o que tem nom atacar às raighanhas. Depois duns dias de euforia, the fall (palavra com umha polisemia verdadeiramente adequada, para algo havia de valer estudar o que se estuda...). Era visto. Agachar o pó debaixo da alcatifa nom é nada. Nom funciona assi. Claro que isto já se sabia. Repito-me, repito-me, repito, reincido.
Sei o que quero. E que podo viver sem, claro. Que nom hai falho, que, no fundo, todos somos fortes fortes. Mas. Mas resulta que nos momentos em que andamos por baixo do nível do mar, isso volta, como fluxo e refluxo das marés, e vem de mãos-dadas com a debilidade. E quê? Nom sei. Deveriamos ter superado e ressabido que a debilidade nom é algo de lo que avergonzarse. Eu que sei.
Hai tempo decidim que as pessoas que nom respondem às mensagens, ou que respondem defectuosamente, nom podem valer a pena. Eu nom sei cousas. Eu decido saber cousas.
Daquela, dizia eu que nom podem valer a pena. De momento meio se cumpre, com matizes. Porém, de todas e cada umha das maneiras, o falho é de quem espera respostas satisfatórias. O falho é de quem busca. As minhas medidas de combate ao défice orçamentário também terão de ir encaminhadas a cortar na despesa da Função Pública e reduzir regalias. Cortar, cortar, cortar agora.
Eu sempre pensara que o meu ia ser sentar no colo, agora parece que o meu é dar colo (o falho é de quem pensa). Mas é só umha sensaçom, porque dar, nom dou nem os bons dias.
Outra cousa, tem a ver coa praxe e os construtos teóricos. Está na hora de decidir cousas. De decidir que está na hora de desfazer-se desse tipo de cousas que fam mal. Malgré tout. Apesar de que depois disso estêe o deserto.
De todos modos, tudo isto é completamente irrelevante. Mejor hacerse a la idea de... vivir.

sábado, 1 de julho de 2006

Pois é

Homens,
gosto de todos,
dos morenos, dos mulatos,
dos branquinhos , dos loirinhos e dos crioulos.

Só tem que ser homem.

Tem homem corno, homem baixo, homem gordo,
homem ingrato, safado, careca, cabeludo,
viado , ousado, temido...

Tem muito, tem muito, tem muito,
tem muito homem.

Pois é, Pois é.

Tem muito homem, hum...

Todo homem que se preza tem que impor respeito,
saber ouvir, falar, escutar, ter dinheiro , celular ,
ser bom de cama, e te respeitar…

Se o homem não tiver nenhuma dessas virtudes,
saia de perto e tome uma atitude.

Porque o verdadeiro homem,
ele te ama, te ama,
te trata, te trata,
com carinho
com respeito
e amor,
e vai te dar por toda vida grandes felicidades,
serão felizes,
este é o homem de verdade…

Pois é.

Homens,
gosto de todos, dos morenos, dos mulatos ,
dos branquinhos, dos loirinhos e dos crioulos,
…só tem que ser homem...
[repete]

Tem muito homem pelas ruas, pelos bares, a noite, de madrugada
É, eu gosto de todos.

Tem muito,
tem muito homem.

[Manu Chao. Próxima estación: esperanza.]

quarta-feira, 28 de junho de 2006

Tal como foi, foi perfeito.
E se fosse doutra maneira, também seria perfeito.

terça-feira, 27 de junho de 2006



A perfeiçom é como um cubo de rubik.
Tem muitas caras, diferentes, resultado de muitas combinaçons diferentes.
Um cubo sem 1 só soluçom válida, claro.
Sempre perfeito.


[foto]

domingo, 25 de junho de 2006

-É fascinante usar todos os recursos g(ir)áficos que nos oferece o meio para dar-lhe expressividade e intensidade ao texto. Maiúsculas, cores, tamanhos, tipos de letra, disposiçons mais ou menos estranhas no plano, etc. e, em menor medida, os tradicionais pontos, comas, interrogaçons, parênteses. Porém, também é admirável ser capaz de dar-lhe intensidade e expressividade ao texto prescindindo de enfeites desses, só coas palavras, ao estilo clássico. A simplicidade que che bate na cara e che deixa os dedos marcados.

-Admiro-me da minha capacidade de que me dêem igual as mentiras. Nom me importa que me mintam. Sempre que nom me enganem, isso si. Por isso tanto me tem que nom me digam a verdade, porque se isso é irrelevante, se nom acredito nem deixo de acreditar porque me resulta indiferente, quando resulte que era mentira, pois nom vai ser engano porque me é igual. Admiro-me das minhas habilidades para o distanciamento, para a insensibilidade. Vaia, que terrível. E que prático.


[foto]
Pois os dias passados e mais alguns anteriores, praticamente vivia no cuvi... nom dormiamos ali porque seique hai cobras soltas que se nom! Enfim, ocupadérrima. E ainda nom acabou esta tortura! Nem tivem tempo de pensar o que vou fazer assi que entregue todo o que tenho que entregar... tenho vagas ideias, recolher o piso, colher o coche, apanhar sol... engatar também ;) ... e ganinhas de ir á praia, ainda que eu tampouco som mto de praia, mas... apetece-me... passar uma tarde em Limens, ou nalgumha outra praínha do Morraço.
E já, simples, né?
De resto... nom sei, nom pensei.


Depois sentir o arrepio
Do vento que a noite traz
E o diz-que-diz-que macio
Que brota dos coqueirais
E nos espaços serenos
Sem ontem nem amanhã
Dormir nos braços morenos
Da lua de Itapuã

sábado, 24 de junho de 2006

sexta-feira, 16 de junho de 2006

Buf, onte foi um dia longuíssissimo. E os dias anteriores, só longuíssimos.
Hoje dormim 11 horas, e mais que dormia! Acordei e tinha os olhos como colados. E ainda tenho algo de sono!
Enfim. Agora toca relaxar um momento antes de voltar às jeiras de 25 horas outra vez.
O bom disso, de ter que fazer mil cousas sem parar, é que é como viver noutro mundo. Nom se entera um de nada, só do seu universo particular. O bom ou o mau, depende. Como estamos no mundial, é meio bom :P, hehe, ainda que essas cousas às vezes som guais. Salvo qdo ganha o país vizinho do leste :P que se ponen de un tonto! Angelitos...
Eu ainda nom pensei de que país ir. (Dos gregos nunca, isso si!)

terça-feira, 13 de junho de 2006



Hoje de manhã continua a chover, estam todas as ruas molhadas e a gente, bastante, anda-che com guardachuva.



Também refrescou um chis, bo milagre!

A ver se me passa a mim também a quentura...
De repente chove forte. E trona.
O bochorno do dia todo polo chao abaixo.
Si, som as catro e vinte da manhã. Ai.

domingo, 11 de junho de 2006

Gosta-me observar-vos. Recrear-me nos gestos, no feitio, no balanço das cousas que balançais, gosta-me alimentar umha caste de voyeurismo lírico e converter-vos em personagens de relatos de escritores sudamericanos, e algum europeu. Em parte por isso me atraem os blogs, alguns.
O exibicionismo também o adoro, mas nom me atrevo tanto, porque sei do sagrado objecto de deleite do voyeur e respeito-o demasiado como para ousar considerar-me digna de estar no outro lado do espelho.
Apesar disso, cortinas na minha janela nom som santo da minha devoçom.

Gosta-me andar descalça pola casa.
Nom o fago muito.
O que é fascinante é às vezes viver a vida como se alguém a estivesse a (d)escrever num livro ou a filmar.

sábado, 10 de junho de 2006

Tanto comment já che me estranhava a mim...
E terei que chegar ao extremo de colocar o filtro esse das letras para pessoas qdo querem deixar comentários? Valerá a pena meter-me em obras para tam pouca cousa?
De todos modos, mentres me deixem galanterias, não me importo mto. :P
Já se sabe.
Recibiendo cumplidos, las mujeres son como monstruos sedientos de sangre. Siempre quieren más... más... ¡Más! ¡Y si se lo das, puedes recibir a cambio muchas cosas buenas! (Homer)




quarta-feira, 7 de junho de 2006

Hoje estudando português para o exame também de hoje, naturalmente o de estudar é 1 simples expressão baleira de conteúdo, um descobre estas cousas:
(fraseologia) O Pedro anda a arranjar lenha para se queimar.
Eu também. E muito. Vai arder Troia...
Tenha sempre presente que há sempre algo que pode controlar. Ninguém o consegue fazer sentir um farrapo sem o seu consentimento. (texto sobre o stress)
É mesmo assi...

terça-feira, 6 de junho de 2006

Acabo de me dar conta de que me cortei num dedo co bote de nesquik que abrim hai 1 pouco.
Acabam-me de dizer umhas cousas. De loba, buscona, salida e desesperada pra cima. E inda por riba, deixando-me coa palavra na boca. Isso si, buen rollito ante todo. Depois disso, creio que me vou replantejar a minha maneira de andar polo mundo... Definitivamente. Nada de convento, ermida no alto dum monte qualquer é melhor. Rodeada de penedos e toxos. Definitivamente. Esqueçam-se de mim. E depois que também estou sempre à defensiva. Desde logo, hai dias que melhor desaparecer.
O problema nom é que seja verdade ou mintira, o problema é que seja como for eu nom som consciente do que fago ou deixo de fazer. E isso preocupa-me.
Destino de las explicaciones.

E
n algún lugar debe haber un basural donde están amontonadas las explicaciones. Una sola cosa inquieta en este justo panorama: lo que pueda ocurrir el día en que alguien consiga explicar también el basural.

De Un tal Lucas
Cortázar, Julio; Cuentos completos 2, Buenos Aires, Alfaguara, 1996


Porque as explicações são bosta! É bosta dá-las, esperá-las, ouvi-las, tê-las, tentá-las, devê-las, inventá-las, analisá-las, explicá-las, que sejam reais, que sejam necessárias, que acreditemos na sua conveniência, que nos sintamos obrigados a elas, que as tatejemos enquanto se perdem as palavras, as outras, as boas, as bocas.

Estou tentando escrever algum post de jeito, pero nom me sai. Q raiva!
Onte estivem a fazer um teste para ver se o meu cérebro era mais masculino ou feminino. Consistia em várias provas, de nom sei quê espacial, de palavras, de gostos, etc., etc. Era interessante, ainda que a mim as cientificidades que consistem em busca las 8 diferencias... nom sei, nom sei. Nom me lembro bem do que me saira. Mas quedei coa impressom de que nalgumhas provas si era feminina, noutras masculina, e noutras havia equilíbrio. Mira tu! Suponho que estou na média. Houvo algumhas nas o meu resultado nom se aproximava da média feminina mas também nom da média masculina!! Aí já pensei se teria que preocupar-me... Polo visto gosto de rostros mais bem masculinos, mas polo visto o gosto das mulheres tb varia ligeiramente segundo o momento do ciclo menstrual! E polo visto qdo estamos nos "días fértiles", queremos macholos que nos emprenhem. E qdo nom, devem ser as oportunidades dos tais "sensíveis" ou dos tais metrossexuais, enfim. Quines coses s'han de sentir! Polo menos nom se pode dizer que as mulheres nom tenham critérios amplos! Uns dias uns, outros dias outros. Teredes queixa!
Seique os sorrisos falsos som diferentes dos verdadeiros. É que também havia um teste para ver quanto de capaz eras de distingui-los. Nom me lembro do resultado exacto, mas creio que nom era mui capaz de distinguir nada, isso quer dizer que som fácil de enganar a esse respeito. Bah, tampouco é que me preocupe. O interessante do tema é que som diferentes porque os músculos que movemos quando sorrimos de verdade som diferentes dos que se usam para fazer sorrisos falsos. Algo era das bochechas, dos olhos e das celhas. Inda que hai sorrisos falsos que parecem mesmo verdadeiros, que enganam nas bochechas, mas o quid da questom estava nos olhos. Francamente interessante.
A gente dedica-se a investigar cada cousa nas universidades! E depois os grandes enigmas da humanidade ainda sem resolver... ai ai...
E as ganas q tenho eu de perder o tempo com estas cousas, ai ai. Enfim.

domingo, 4 de junho de 2006

Cando petam à porta pola noite...

Telefonillo. Riiiiiing.
-¿Sí?
-¿Sí?
-Hola, ¿es el piso de las chicas?
-No, no es aquí.
-Sí, es este.
-Hola, mira ¿qué piso es?
-El 1º D.
-Ah vale, mira, ¿puedes mirar si está una chica nueva, una que tiene un niño? Ella me conoce, soy XXXX.
-Ah, pero mira, no está, salió esta tarde...
-Bueno, pero, ¿ y no me podéis dar su teléfono o algo?
-Eeehh, no, es que no sé... Es que no lo tenemos...
-¿No? Bueno, pues... Bueno, ¿y no sabes cuándo vendrá?
-Ehh, pues no sé, porque ella trabaja y no sé si hoy trabajaba... No sé, no te puedo decir cuando vendrá.
-Ah, bueno, pues mira, ¿y por qué no venís a tomar un café?
-Ehh, no, mira, es que estamos ocupadas... estamos estudiando.
-Pero venga, mujer, que estoy aquí en frente en la cafetería XXX.
-No, de verdad, que tenemos que estudiar y estamos ocupadas.
-Anda, que te invito a algo, venga.
-No, perdona pero, mira, es que estamos estudiando, de verdad.
-Bueno... vale. Yo estoy en la cafetería XXX. Bueno, el piso es el 1º D, ¿no?
-Eeeh... Si...
-Bueno, pues ale... Hasta luego.
-...

arredor de mim

Pois mandam-me um e-mail com caralhadas destas dos horróscopos. E miro-o, claro, porque mta graça me fam a mim estas cousas. E sai-me q o meu horóscopo chinês é o porco-bravo. Será que acerta?
JABALI; PERSONALIDAD : Sincero, bondadoso, indeciso, inseguro, fiel, cumplidor, comprensivo, los jabalí suelen chocar con los demás por su sinceridad y apego a su verdad que para ellos es absoluta e indiscutible.
JABALI; DEFECTOS : Pesimismo, y sobre todo tendencia a la decepción y a chocar con los demás por exceso de sinceridad.
JABALI; TRABAJO : Se esfuerzan en el trabajo, son cumplidores aunque a veces resultan un poco perezosos, sin energía o entusiasmo en su trabajo. Buenos para trabajos dedicados a los demás que no requieran mentir.
JABALI EN EL AMOR : Es sensual y su amor es apasionado e intenso. Se enamoran con facilidad y se lanzan de cabeza a una relación desviviéndose por contentar a su pareja aunque pueden ser muy posesivos y celosos. Tienen éxito con el sexo opuesto. Personas románticas e idealistas que intentan ser sensatos y mantener los pies en la tierra.
COMPATIBILIDAD : Buena con Liebre. Mala con Serpiente y Cabra.
COMO LLEVARSE BIEN CON UN JABALI : Evitando enfrentamientos. Sus accesos de cólera son de temer.

sexta-feira, 2 de junho de 2006




Tenho umha vontade danada de me banhar nua no mar.






quinta-feira, 1 de junho de 2006


El hombre que ha sido desterrado del refugio seguro de la infancia, quiere entrar en el mundo, pero, al mismo tiempo, le teme, y por eso crea con sus versos uno artificial, supletorio. Deja que sus poemas giren en torno a él, como las plantas lo hacen alrededor del sol; se convierte en el centro de un pequeño universo, en el que nada le es extraño, en el que se siente en su casa, como el niño dentro de la madre, pues todo está hecho de la misma materia que su alma. Allí es donde puede realizar todo eso que afuera es tan dificil; allí puede, como el estudiante Olker, ir con las masas proletarias a la revolución, y como el virginal Rimbaud, azotar a sus pequeñas amantes, pero esas masas y esas amantes no están hechas de la materia hostil de un mundo extraño, sino de la materia de sus propios sueños; son, por lo tanto, lo mismo que él y no interfieren la unidad del universo que ha construido para sí mismo.

Milan Kundera, La vida está en otra parte.



(vai haver que ler esse livrinho, logo)
Tenho debilidade polas cançons das nostalgias das cousas passadas, perdidas. Nom o podo evitar. Suponho que é sintoma de algo sobre o que melhor nom reflectir. As cançons de que falam de experiências antigas, de umha espinha que quedou, de obsessons antigas, de umha lembrança-arrependimento, das histórias de hai tempo do cantante ou melhor da voz lírica, o tal "eu". Afinal som as de todos nós. Bom, dos novos ainda nom. Ainda se supom que estám por chegar as desculpas para um dia cantar o pasaba por aqui, ou sentir o 20 de abril del noventa. Por dar exemplos nom o suficientemente representativos mas podem valer pra vc's entenderem ao que me referia. Ainda que segurissimo que o de q estám por chegar nom é para todo o mundo. Enfim. Era tudo. É que estava a escuitar umha cançom dessas e por isso.
De todos modos, outra cousa minimamente relacionada. O conceito de perdedor, de fracasado, o looser, estou convencida de que é um conceito americano... e que, afortunadamente, ainda nom está importado de tudo... Porque aqui nom hai isso, pode ter um melhor ou pior sorte na vida, mas eu nom lembro que haja essa pressom social, essa necessidade de éxito e que quem quede polo caminho seja considerado um perdedor, um inútil. Nesse sentido, creio que se julga menos, que se culpa menos, que a responsabilidade nom é cousa nossa, foi-che a vida. Será herdança do catolicismo? Serám reflexons sem pés nem cabeça? Nom sei, a mim é a impressom que me dá, mas claro, eu nom analiso, eu nom che vos som socióloga. Mas sinceramente, claro que hai "desgraçados", mas eu penso que é diferente.
Tanto tem, era só por botar a língua a pacer...

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Ai que cámbios de humor...

Entre os calores, os trabalhos, os exames, a mistura de línguas na cabecinha e a montanha russa emocional e, como nom, hormonal... nom sei se sairei desta...
Pidam por mim a quantos deuses conheçam!
:D

domingo, 28 de maio de 2006

Eu tinha que ser mais forte.

E o pior é que tudo é mentira.



Os portugas tenhem umha maneira fabulosa para expressar isto: fazer figuras ridículas... É, sim senhore. ( E na minha cabeça umha récua de auto-recriminaçons e lindezas várias: como é possível, porquê, como me ocorre, serei estúpida, quina vergonya...)
Antes, qdo recorrias ao google para comprovar frequências ou até para saber, paranoias da vida-língua, se realmente aquilo que pensaras existia, se nom era produto das interferências da imaginaçom, e se o texto nom era jurídico ou técnico, se era dos mal chamados "creativos" (veja-se teoria da trad. ou IVA aplicável a cada tipo), normalmente senom o primeiro, o segundo resultado sempre era umha página porno. Umha vez assustei-me, eu que pensava que estava de volta de todas as perversons, porque ao buscar, nom me lembro bem, mas algo tipo "pierna lisiada" ou "cojo de una pierna", algo assi, o primeiro resultado, e mais o terceiro e algum outro por ali, eram de algum relato ou página porno...
The thing is que agora, agora o que sai é blogs, e mais páginas porno. De todos modos, e apesar de que já umha vez dixem que toda a arte é um tipo de exibicionismo, é claro que os blogs também tenhem bastante de porno. Nom tanto de arte. Salvo excepçons. Maravilhosas excepçons. Que às vezes encontras quando buscas no google se aquilo que pensaras existe, se aparece em 15.000 resultados ou em 3.

"Ah, and you should see 'em come round me of a Saturday night," Humpty Dumpty went on, wagging his head gravely from side to side, "for to get their wages, you know."

quinta-feira, 25 de maio de 2006

Os exames já estám aí, outra vez, periodicamente. Dizer que se nom me prodigo em contos e cantos e parvadas várias, podem pensar que é por isso (e nom por outra cousa). Espero conseguir que estes sejam dias de recogimiento espiritual e trabalho intenso. Veremos... Ainda que me andam tantas cousas pola cabeça ultimamente... unicamente pola cabeça... bom... quase unicamente, nom vamos especificar mais. Maus tempos para se abrir a minha caixa de Pandora particular e para matarem o rei, vive le roi!
Dios. Tenho que centrar-me.

domingo, 21 de maio de 2006

O meu plano era ir pra casinha o sábado. Mas afinal quedei na cidade olívica. Sábado nom fixem nada de nada. O domingo, bendito seja, chovia pola manhã, ordenei a habita, tarefa titánica, acreditem, até varrim e freguei. E depois fixem comidita rica com verduritas. E tudo impregnado desta decorativa sensaçom de infância e preadolescência. Nom lhes passa que hai dias, momentos, que se tintam com sensaçons doutras épocas, doutras estaçons, até de espelhismos de sentimentos supostamente esquecidos? Por exemplo, um dia estupendo de verão, que na alma é um dia de cole. Ou um momento na casinha com vocaçom de passeio polo monte. E o verdadeiro, está claro, é a intençom.
Talvez a deste fim de semana era devido aos mimos, ou à incomprensom, ou à certeza do ridículo e das cousas da vida que sempre vam ser assi... e quando nom som, é por um erro ou gralha do destino. Esse tipo de cousas que a inocência nos fai esquecer, mas ai de nós quando abrimos um olho e miramos o que é realmente, o que é. Helas! que diria Mariana Alcoforado...
Esta sensaçom de ridículo, da vergonha, esta cousa do patinho feio, isto de ver a vida como umha péli desde os olhos do amigo parvo do protagonista, o coitado. E nom deveria ser assi... mas é-o. E nom é porque tenha pena de mim, nom, nom. É puritita constataçom. E melhor nom pensar e invocar a inconsciência correndo.
E nom me importa o do blog e que o leia sabedeus quem, nom me importa desde que sejam desconhecidos... cada vez é menos assi e cada vez dá-me mais reparo. Sempre, sempre foi melhor nom saber. Mas para nom saber hai que ter a garantia de que nom se vai saber nunca, porque se nom momento intues qualquer cousa... já estamos fodidos.
Enfim...
Nom é mágoa, nom me entendam mal, é só desencanto. E nom se passa cos anos, nom.

sábado, 20 de maio de 2006

Onte foi guai del paraguai. Passei-no mui bem, si senhor. :)
Mas agora vejo as fotos, e lembro cousas sem estar baixo os efeitos do álcol (bom, estar, ainda estou, que o momento post-álcol tb som efeitos), pois... que vergonha!!
Si si si... nom vou dar detalhes, hehehe. Embaraçoso. :)
Tudo bem e pronto. You don't need to know. :P

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Nota off topic: quando 1 relaçom seja do tipo que for se torna nem que seja levemente destrutiva, mesmo ao mais baixo nível, ou fai mal, o melhor é mandá-lo todo a tomar polo cu. Nom falo por mim, mas si porque o vejo continuamente na gente do meu redor...

hablar por hablar

mimaaaa
hj é o acto de licenciatura, hai que se pôr de tiros largos... que pais...
e claro, onte tuvem q ir de compras... horreur! dei mil voltas e só voltei com 1 pantalon negro... mimadrinha... n me colhiam as tetas em blusa nengumlha, caghonocaralho!!!! é que estou indignada... desculpem as ordinarices...
ai que cruz...
finalmente vou ir de preto dos pés à cabeça, azares da vida... e ademais super sencilla... é q pensava dar-lhe algo de alegria com algum colgante ou algo cinto ou assi, mas já passo...
si, tribulaçons de mulheres... nada do vosso interesse. Eu lamento nom poder ir de intelectual e de cultureta sempre mas é q vai contra os meus princípios :P
E devo confessar que me perdem as banalidades! (a deus graças, por outra parte!)
Isso si, para a ceia de despois si que me vou ir cambiar... pq alcol + tacons n é 1 bom cómbi...
enfim, q raiadura tenho enriba. A mim estas movidas que hai q fazer porque manda a tradiçom, também nom che me desagradam. O da orla até me fazia ilusom. Saio fatal na foto mas isso é o de menos :P amais já se sabia, por definiçom, todo o mundo tem que sair mal nas fotos das orlas se nom nom é 1 orla como é devido, seria 1 fraude.
E que mais... pois que o verao é um cesto de incertezas... que país!

quarta-feira, 17 de maio de 2006

"Ai, esta nena..."

Esta nena. Si.
Quê.










(ilustraçom aqui)

domínios

Se hai que mentir para tranquilizar alguém, minte-se e ponto.
Se nom é para tranquilizar e é para alterar ou qualquer outra cousa, também.
Ou é que somos todos americanos agora?
Ás vezes di mais umha boa mentira que umha verdade.
Ainda mais quando um nom pensa, é natural, é ingénuo, é sincero, é espontáneo dentro do possível, e súbita-mente resulta que lhe vem à cabeça umha necessidade de ingente picardia seródia, um remorso, um se tivesse dito, feito, pensado outra cousa agora poderia, teria, seria outra cousa.
Ah, ainda hai pouco falava da fortaleza que dá a transparência absoluta, mas para isso tem que ser bastante absoluta, nom necessariamente absoluta, mas... mais de até onde eu poderia chegar, isso de certeza.
Suponho que no fundo, contra todo pronóstico, me inquieta a falta de, ao menos, um chisco de control, mesmo que essa até o e de agora tivesse sido fictícia.
Suponho que às vezes desenganamo-nos e contra todo pronóstico.
Cada vez menos, porque cada vez engano-me menos, eh. Mas claro, ainda que nom me engane e que saiba as cousas, as que fodem, fodem igual. :)
Ah, agora falta desabafar. Esquecer e enganar-se outra vez. Ou nom? ou nom? Bah, que mais dará, hehe.

domingo, 14 de maio de 2006

mimadrinha...
a de onte foi boa... tanto que nem me tinha em pé...
claro, perdemos os bos costumes, andamos desentrenados e sem treino nom se pode andar pola vida que nom todo é como andar em bicicleta, caralho! é q claro, se nom respeitamos regras elementais passa o que passa e protagonizamos espectáculos deploráveis... licorka mais birra nom é umha boa combinaçom e sem ter ceado já é impossível sair direito daí... deu pra rir, pra chorar...ai ai... nom quero nem pensar... e detalhes nom vou dar, nom porque nom queira, mas porque tampouco os lembro assi mui bem... hai 1 espécie de brétema na minha memória :P
que vidinha!

o bom é que resaca nom tenho, graças a deus! Estou-che-vos como unha rosa!



domingo, 7 de maio de 2006

a aura...

si si si
trabalhos, trabalhos é o que devia fazer,
mas tou aqui a pensar nas auras da gente... as de santo nom, nem as da era de acuário, as outras ;) eu bem me *entendo... nom é só culpa minha... som as témporas e mais os hormónios... eu que lhe vou fazer... certos camareros, algum professor, colegas de aulas nem o primeiro (eu também nao... o qual fai que considere se tenho direito a reclamar... :S ai que cruz!)
Bom, finalmente vai resultar que nom som tam de pedra como pensava (e como deveria)
pois o das auras inda che vos é um tema interessante, no sólo de pan vive el hombre e já se sabe que the spirit is willing but the flesh is weak...
Afinal, já cantam por aí que
(...)
Os espanhóis, os lapões fazem
Lituanos e letões fazem
(...)
Os rouxinóis, os saraus fazem
Picantes pica-paus fazem
(...)
Chinfrins, galinhas afim fazem
E jamais dizem não
Corujas sim fazem, sábias como elas são
Muitos perus todos nus fazem
Gaviões, pavões e urubus fazem
(...)
Peixes elétricos bem fazem
Entre beijos e choques
Garçons também fazem
Sem falar nos adoques
Salmões no sal em geral fazem
Bacalhaus no mar em
Portugal fazem
(...)
Gatinhas com seus gatões fazem
Tantos gritos de ais
Os garanhões fazem
Estes fazem demais
Leões ao léu, são do céu, fazem
Ursos lambuzando-se no mel fazem
...

Meu deus! E isso que se puxo a chover... ai ai... dior me dêe paciência! ;)

*sentam-se à vontade para perguntar, senhores, nao só desta mas noutas vezes também. Cripticismo é bom, mas em contadas ocasioes o engraçado tb é meter vocês no alho! [sente-te à vontade para perguntar] Respostas não prometo, não, mas vc's sabem que eu sou boa, umha santa sou! Sabem, não sabem? :P Ou nom perguntem, que as inconcreçoes sao o sal deste meu humilde blog (som-no???)... como vejam... bah, sentam-se à vontade pra qualquera cousa, caralho, que ya tienen una edá...

sábado, 6 de maio de 2006

O mundo, as pessoas, tudo é *tolo. Fam, dim cousas que nos deixam coa boca aberta, incompreensíveis ou que cremos compreender e por isso estamos de boca aberta. Mas, isso é um momento. Depois esquecemos e imos à nossa vida e tal e qual. Viva a inconsciência! Até que dali a um tempo, indeterminado, outra vez flipamos. E o mundo, as pessoas, tudo tolea.



*Explicação simples para nom tolearmos de mais, para nom romper a cabeça e, sobretudo, nom pensar, não vá o gato às filhós...

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Já nom personagem, agora presumível absurdo.


terça-feira, 2 de maio de 2006

Nom, nom, nom, o problema nom é o desejo.
O grande problema som as expectativas. E para contorná-lo, evitá-lo, controlá-lo nom fai falta mais que ter claras quatro cousas. A saber: ai nom, nom vo-lo vou dizer eu tudo que se nom nom vale! (Amais, longe de mim querer ir de profeta :P principalmente por aquilo de praticar e predicar, que nunca se me deu mui bem nem umha nem outra.)

[oh, si

hai cousas peores que
estar só
pero a miúdo leva décadas
darse conta
e máis a miúdo
cando te das conta
é demasiado tarde
e non hai nada peor
que
un demasiado tarde.

Charles Bukowski ]



Bem, aqui nom é demasiado tarde; ainda som as 2 da tarde. O caso é tê-lo claro. ;)

[só no sentido amplo da palavra, nada de circunscriçons a sucedáneos de romances de corín tellado e por aí fora, bemm'entendes, hai que explicar as cousas que se nom aqui o pessoal bota-se a elucubrar que é umha maravilha, é ou n é?e sempre me passa que eu digo cousas que mas entendem com intençons diferentes (e assi ay qué borde eres, e que vidinha!)... o qual me produz umha preocupaçom considerável mas isso é para outro post, café ou dia de sol; nós as incompreendidas, inda que de adaptadas tampouco che temos mto mas o dito, para diante dumha cervejinha ou vinhinho fresco, hê]

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Exorcismo. Nom leiam se nom gostam de lamúrias.

(...)
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...


(Florbela Espanca)

E porque hoje tenho tanto sono e é tam cedo? E porque hoje nom me encontro e tanta moleza e tanto chocolate que passa depois factura e me enganou com a serotonina? E esta desgana desesperanzada? Nao levem a mal... também tivem dias bons... ou n?
Muitos desencontros seguidos, muita parvada. Mas as parvadas de cada um som as que lhe prendem ou apagam a luz este dia, esta semana, aquela noite. E alguns desencontros antigos, que vinham de antes, quase como de sempre. Eu sei que som egoísta, que é responsabilidade minha... mas som indulgente comigo própria, e sei que nom deveria, porque estou cansadinha e o que necessito é atençom e cousinhas, sol, afagos, meiguices... E já nom sei como, onde publicá-lo para que quem se tem que dar conta se dêe conta... Claro que, igual nom hai quem... E aí já podo desesperar quanto queira, que nom é nada, que nom, que me resigne e me encha de livros e histórias dos/de outros e assi. Já é algo. Pedra e sol.
Ou igual o meu método nom é o adequado (suspiro). Se é certo que afinal é minha sempre a cousa aquela da culpa. Ou nom, mas para o caso.
E já nom sei que digo, que falo. Autocompaixom? Bom... um algo... mas é mais apatia, indolência... inércia da vida...

Nom sei que será pior, caralho! Ai ai ai... Descansa, bonita, descansa.

Por outro lado, amanhã começaremos a experimentar com as anemias... a ver se desta vai...

E morder como quem beija...

sábado, 29 de abril de 2006

ah, q me esquecia, mais 25 de abril, seica também é o dia do gelado!!
Creio que sobretudo esqueço, mas perdoar eu penso que nom perdoo.

(E esqueço muito. Também é o que me salva...)




Si, ando-che-vos um chisco nas nuves normalmente e por isso...

quinta-feira, 27 de abril de 2006

Hoje foi um dia interessante, já lhe concedim o benefício da dúvida ao verao, puxem sandálias, si senhore. Agora o verao já é legal. Ainda nom me puxem co da operación bikini (inda q isso nom é necessário para dar-lhe pleno direito ao verao, porque se fosse, pobre de mim)... puagh... o pior é que dever, deveria. Ai... eu a força de vontade é que nem a cheiro.
Por outra parte, nom dou aprovado o puto exame prático de conduzir...
:S

Fascina-me a publicidade...
¿Tú qué haces este fin de semana?
--Yo hago el amor, ¿y tú? ¿qué haces este fin de semana?

Considerando que é umha das duas ou três carreiras às que acederia ao segundo ciclo sem problema desde a minha, à qual, diga-se de passagem, pode acceder tododios, pois igual até me animava... ainda que o direito económico também me tenta... e a geologia... que bonita... e antropologia, eh? Essa é outra que tal...
Que vidinha...

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Onte foi 25 de Abril. Esqueceu-me comentar que disque onte também foi o aniversário de uma das revoltas irmandinhas.

terça-feira, 25 de abril de 2006



Já sei que som típicos-tópicos, mas um voto:
cravos para todos.

Onte, hoje aqui já é onte, foi 25 de Abril.












(Saibam desculpar mas todos temos os nossos pequenos amores e os nossos meninhos bonitos. Debilidades, nom si? (ainda que pareça difícil de acreditar som humana :P) ]
[isto era de onte, pero nom sei o que fixem que nom o postei bem, vai hoje, ainda que atrasado, eu sei, mas exercitem a imaginaçom, volvam atrás um dia no tempo, só durante os segundos que vos leve ler por aqui isto, que nom há ser muito...]


Buf. Havia tempo que nom escuitava a rádio de jeito, já nom me lembrava da alegria de viver que dá. Assi como algumhas películas, mas pélis menos do que rádio, chi. Nom esqueçamos que som histórias e o das histórias é-che umha história do caralho... O próximo destino consciente vai ter que ser múrcia, toledo, teruel, albacete, guadalajara, madeira. Um desses... ao menos. Tomara que todos... Quem di vai ter que ser, di deveria ser. E falando de deveres, tenho que cuidar mais a minha expressom oral, chi. É fundamental saber dar-lhe à língua. Si, para isso também mas agora falava eu doutras cousas. Que nom todo vai ser luxúria e perdiçom. Nom todo... ai, esta auto-ironia... que me perde! ;) Como era aquilo de ai que me levas ai que me levas ai que me deixo levar. Ou algo assi parecido.
Que nom somos grandes literatos? Isso pensas tu, pero dum jeito ou doutro todos che andamos com histórias.
E fiando, fiando, da Borboleta Branca dos Ginga, chegamos aqui

A Terezinha de Jesus de uma queda foi ao chão
encontrou 3 cavalheiros todos de chapéu na mão,
o primeiro foi seu pai, o segundo seu irmão
o terceiro foi aquele que a Teresinha deu a mão.


E manha é 25 de Abril (sempre!). Outra história bonita. Os mitos alimentam como pão e às vezes o cepticismo tem que se render para poder acreditarmos em cousas bonitas e experimentarmos um pouco de beleza. Que senom nom é nada.

segunda-feira, 17 de abril de 2006

Ai... vou tentar escrever um post de jeito teorizando sobre o abismal mundo das lavadoras. As lavadoras, esses seres que fam um ruido do demo e nos que só reparamos quando nos asolagam a cozinha ou quando algúm simpático vizinho tem a fabulosa ideia de a conectar a horas pouco apropriadas para lavadoras decentes. Além disso, as lavadoras las carga el diablo, ainda que na minha teoria tem mais peso a hipótese de que os trasnos que antes andavam polos caminhos, polas nas cortes e polas casas e tiravam coas cousas, rachaban as potas e trasnadas diversas, agora estám nas lavadoras. Si. Essa é a explicaçom de muitos fenómenos estranhos que acontecem nas lavadoras e proximidades. Roupa que muda de cor inexplicavelmente se lavache com auga fria e nom meteche nada da cor invasora ou havia umha camiseta dessa cor que tés de hai 1 ano e que lavache 40.000 vezes e nunca passou nada, calcetins que desaparecem, estranhos ruiditos e perdas de auga os dias alfa e omega de cada mês, segundo tire o ar, etc, etc.
Mas o pior é que todas as cousas do mundo algumha vez forom parar dentro dumha lavadora... por nom falar de gatinhos e bebés segundo as últimas tendências em lendas urbanas... Bom, o dos gatos nom che vos é lenda nengumha, eu sei de um que morreu assi... coitadinho...
Mas lavadoras, lavadoras. O outro dia saim da casa de caminho à outra casa e dei-me de conta polo caminho de que nom sabia onde estavam as minhas tarjetas (de banco, bus y demás)... Entom considerei duas possibilidades: ou as deixara ciscadas nalgures polo quarto, possivelmente na mesa de noite, ou entom estavam no peto dos pantalons que iam dobrados no fondo da mochila que levava ao lombo. Nada grave de mais... Daquela, depois de levar uns dias na casa (na outra) ocorre-se-me pôr a lavadora. Alegremente.
Inda que quase tenho q chamar a meus pais pq nom sabia em que numero havia q pôr a rodinha. De facto, puxem-no num que nom era. Tinha umha marca na que punha stop. Puxera-o perto do stop. E qdo tal vejo que a roda se começa a mover cara atrás, daquela puxera-o no final dos lavados, a todo isto a lavadora seca que nem umha lampreia. Quixem voltar a mover a roda e n havia maneira. Apaguei-na a ver se apagada podia mover a rodinha da fortuna e tampouco. Tivem q deixar que acabase de nom lavar para pô-la num dos outros números... Era umha cousa bizarra... dava miedito...
Fum tender a roupa e toda a léria. No dia seguinte: Ai, as tarjetas!!!!
Alá vou para o tendal...
Efectivamente... limpinhas ficarom... claro que parva de mim por tê-las todas juntas...
Hai moito tempo que estou aki metido
e comezo a estar farto pq nom podo sair,
hai moito tempo que estou aki metido
e empezo xa a estar farto pq estou moi aburrido.

REFRAO:
Estou na lavadora, estou na lavadora,
estou na lavadora, estou na lavadora,
ah ah! sacademe pronto de aki

A minha nai tamen foron chamar para que vinhera
con un sacho para poderme sacar
e o meu pai tamen o foron avisar ara que vinhera coa escopeta
para poderme sacar.

REFRAO

Estou aki nom podo sair,
por favor, virme acudir,
estou aki nom podo eskapar,
por favor, vindeme salvar,
tenho medo de afogar xa comezo a centrifugar
¿que vai ser de min? sacaime pronto de aki!!
Tb é de dominio público que os caimans acabam nas lavadoras!


PS: As tarjetas funcionam... já sabedes que as podedes lavar sem qualquer problema quando vos pareça que o necessitam! ;)

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Mmmmm, deléitense..


Espantapájaros

No sé, me importa un pito que las mujeres tengan los senos como magnolias o como pasas de higo; un cutis de durazno o de papel de lija. Le doy una importancia igual a cero, al hecho de que amanezcan con un aliento afrodisíaco o con un aliento insecticida. Soy perfectamente capaz de soportarles una nariz que sacaría el primer premio en una exposición de zanahorias; ¡pero eso sí! -y en esto soy irreductible- no les perdono, bajo ningún pretexto, que no sepan volar. Si no saben volar ¡ pierden el tiempo las que pretenden seducirme!

Está fue - y no otra- la razón de que me enamorase, tan locamente, de María Luisa. ¿Que me importaban sus labios por entregas y sus encelos sulfurosos? ¿Que me importaban sus extremidades de palmípedo y sus miradas de pronostico reservado? ¡ María Luisa era una verdadera pluma! Desde el amanecer volaba del dormitorio a la cocina, volaba del comedor a la despensa. Volando me preparaba el baño, la camisa. Volando realizaba sus compras, sus quehaceres... ¡Con qué impaciencia yo esperaba que volviese, volando, de algún paseo por los alrededores! Allí lejos, perdido entre las nubes, un puntito rosado. "¡ María Luisa! ¡María Luisa!... y a los pocos segundos, ya me abrazaba con sus piernas de pluma, para llevarme, volando, a cualquier parte.

Durante kilómetros de silencio planeábamos una caricia que nos aproximaba al paraíso; durante horas enteras nos anidábamos en una nube, como dos ángeles, y de repente, en tirabuzón, en hoja muerta, el aterrisaje forzoso de un espasmo.

¡ Que delicia la de tener una mujer tan ligera... aunque nos haga ver, de vez en cuando las estrellas!

¡Que voluptuosidad la de pasarse los días entre las nubes... la de pasarse las noches de un solo vuelo!

Después de conocer a una mujer etérea, ¿puede brindarnos alguna clase de atractivos una mujer terrestre? ¿Verdad que no hay una diferencia sustancial entre vivir con una vaca o con una mujer que tenga las nalgas a setenta y ocho centimetros del suelo?

Yo, por lo menos, soy incapaz de comprender la seducción de una mujer pedestre, y por más empeño que ponga en concebirlo, no me es posible ni tan siquiera imaginar que pueda hacerse el amor más que volando.

Oliverio Girondo



quarta-feira, 12 de abril de 2006

Pois já eram horas, nom si?
Yo en lo primero que me fijo es en los ojos.
Si? Pois eu nom. Deve ser por isso que som tam despistada conduzindo, pq nom me fixo nom que me tenho que fixar, claro... nom me salto semáforos e nom me como motos porque dios no lo quiere... mas isso é outra história.
Que fria sai a auga da billa... e que bem cheira a roupa da lavadora, mmmmm, hoje lavei a roupa da cama e falando de outras histórias, o tanga prometido. Umha das outras vezes que mudei a roupa da cama e tal, resulta que qdo estava colocando a funda do edredom e resulta que levantei o colchom para meter o borde do edredom e que se enganche ali, enfim, o procedimento normal, pois nom sei como e nisto que miro para o somier... e que vejo ali? Um tanguita, vermelho, todo engurrado... :O
Flipei, claro... E milheiros de dúvidas aparecerom: de quem é? como chegou até aí?? e o mais importante!!! desde quando estava ali?!?!?!?!
O caso aconteceu depois das férias de Natal...
(Meu nom era, eh!!)
Pois nada, chamei polas companheiras de piso que estavam nesse momento por ali e dixem-lhe "a que nom sabedes o que encontrei??? uuhh" e nada, umha farta de rir...
Ni qué decir tiene que eu já supuxem que o tanguita nom era de nengumha delas, claro... Tras deliberaçons várias chegamos à conclusom de que é da companheira de piso que nom tava ali... (somos 4) Mas claro... igual nom era... e se era? que fazia na minha cama?? Eu quero pensar que nom é... ou q se é que leva ali desde o verao... de qq maneira, tudo bem se alguém usou a minha cama (é de matrimónio) para algo q nom era dormir, isso nom me preocupa, assi polo menos alguém a aproveita!!!
Mas se mo tivessem comentado quase que melhor, nom si? :P
Desde aqui faço público que eu empreso a minha cama a quem a precisar! :P Mas com conhecimento de causa, per favore. XDDDD
Bom, e claro... o de follar tá mui bem, si senhor, mas que fazemos agora com o tanga perdido??
Primeiro que tudo, nom temos a certeza de de quem é. Portanto... opçons:
a) falar com a principal sospechosa? Nem pensar!!!!!
b) tirar com ele?
c) deixá-lo no tendal tranquilamente e se é seu já o colherá e se nom ali quedará para a posteridade?
d) ocorrese-vos algo melhor???
... nós, trás fondas deliberaçons, chegamos à conclussom de que a "c" é a mais adequada... ainda que na práctica eu n fixem nada... e nada farei suponho :P

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Aqui estamos. Diria que tenho um burato nos bolsillos e que vou perdendo as palavras, mas realmente a vida é mto mais prosaica que tudo isso. O que tenho é algo de sono e se juntamos a isso a falta de efeitos psicotrópicos variados ou alcois diversos, pois pouco se me pode pedir. Nom comentei que voltara cortar o pelo? Si, hai duas semanas, e já noto q me medrou! Desde logo... isto é um sinvivir. :P
I ara que?

De resto... bom, cousinhas meio loucas diárias, mas isto nom é o "hola!" :P para dar mais info necessito molhar a boca com algo alcólico, ai ai...
Um destes dias hei de contar a história do tanga misterioso q apareceu debaixo da minha cama...

segunda-feira, 3 de abril de 2006

enfim
voltei
...