quarta-feira, 26 de abril de 2006

Onte foi 25 de Abril. Esqueceu-me comentar que disque onte também foi o aniversário de uma das revoltas irmandinhas.

terça-feira, 25 de abril de 2006



Já sei que som típicos-tópicos, mas um voto:
cravos para todos.

Onte, hoje aqui já é onte, foi 25 de Abril.












(Saibam desculpar mas todos temos os nossos pequenos amores e os nossos meninhos bonitos. Debilidades, nom si? (ainda que pareça difícil de acreditar som humana :P) ]
[isto era de onte, pero nom sei o que fixem que nom o postei bem, vai hoje, ainda que atrasado, eu sei, mas exercitem a imaginaçom, volvam atrás um dia no tempo, só durante os segundos que vos leve ler por aqui isto, que nom há ser muito...]


Buf. Havia tempo que nom escuitava a rádio de jeito, já nom me lembrava da alegria de viver que dá. Assi como algumhas películas, mas pélis menos do que rádio, chi. Nom esqueçamos que som histórias e o das histórias é-che umha história do caralho... O próximo destino consciente vai ter que ser múrcia, toledo, teruel, albacete, guadalajara, madeira. Um desses... ao menos. Tomara que todos... Quem di vai ter que ser, di deveria ser. E falando de deveres, tenho que cuidar mais a minha expressom oral, chi. É fundamental saber dar-lhe à língua. Si, para isso também mas agora falava eu doutras cousas. Que nom todo vai ser luxúria e perdiçom. Nom todo... ai, esta auto-ironia... que me perde! ;) Como era aquilo de ai que me levas ai que me levas ai que me deixo levar. Ou algo assi parecido.
Que nom somos grandes literatos? Isso pensas tu, pero dum jeito ou doutro todos che andamos com histórias.
E fiando, fiando, da Borboleta Branca dos Ginga, chegamos aqui

A Terezinha de Jesus de uma queda foi ao chão
encontrou 3 cavalheiros todos de chapéu na mão,
o primeiro foi seu pai, o segundo seu irmão
o terceiro foi aquele que a Teresinha deu a mão.


E manha é 25 de Abril (sempre!). Outra história bonita. Os mitos alimentam como pão e às vezes o cepticismo tem que se render para poder acreditarmos em cousas bonitas e experimentarmos um pouco de beleza. Que senom nom é nada.

segunda-feira, 17 de abril de 2006

Ai... vou tentar escrever um post de jeito teorizando sobre o abismal mundo das lavadoras. As lavadoras, esses seres que fam um ruido do demo e nos que só reparamos quando nos asolagam a cozinha ou quando algúm simpático vizinho tem a fabulosa ideia de a conectar a horas pouco apropriadas para lavadoras decentes. Além disso, as lavadoras las carga el diablo, ainda que na minha teoria tem mais peso a hipótese de que os trasnos que antes andavam polos caminhos, polas nas cortes e polas casas e tiravam coas cousas, rachaban as potas e trasnadas diversas, agora estám nas lavadoras. Si. Essa é a explicaçom de muitos fenómenos estranhos que acontecem nas lavadoras e proximidades. Roupa que muda de cor inexplicavelmente se lavache com auga fria e nom meteche nada da cor invasora ou havia umha camiseta dessa cor que tés de hai 1 ano e que lavache 40.000 vezes e nunca passou nada, calcetins que desaparecem, estranhos ruiditos e perdas de auga os dias alfa e omega de cada mês, segundo tire o ar, etc, etc.
Mas o pior é que todas as cousas do mundo algumha vez forom parar dentro dumha lavadora... por nom falar de gatinhos e bebés segundo as últimas tendências em lendas urbanas... Bom, o dos gatos nom che vos é lenda nengumha, eu sei de um que morreu assi... coitadinho...
Mas lavadoras, lavadoras. O outro dia saim da casa de caminho à outra casa e dei-me de conta polo caminho de que nom sabia onde estavam as minhas tarjetas (de banco, bus y demás)... Entom considerei duas possibilidades: ou as deixara ciscadas nalgures polo quarto, possivelmente na mesa de noite, ou entom estavam no peto dos pantalons que iam dobrados no fondo da mochila que levava ao lombo. Nada grave de mais... Daquela, depois de levar uns dias na casa (na outra) ocorre-se-me pôr a lavadora. Alegremente.
Inda que quase tenho q chamar a meus pais pq nom sabia em que numero havia q pôr a rodinha. De facto, puxem-no num que nom era. Tinha umha marca na que punha stop. Puxera-o perto do stop. E qdo tal vejo que a roda se começa a mover cara atrás, daquela puxera-o no final dos lavados, a todo isto a lavadora seca que nem umha lampreia. Quixem voltar a mover a roda e n havia maneira. Apaguei-na a ver se apagada podia mover a rodinha da fortuna e tampouco. Tivem q deixar que acabase de nom lavar para pô-la num dos outros números... Era umha cousa bizarra... dava miedito...
Fum tender a roupa e toda a léria. No dia seguinte: Ai, as tarjetas!!!!
Alá vou para o tendal...
Efectivamente... limpinhas ficarom... claro que parva de mim por tê-las todas juntas...
Hai moito tempo que estou aki metido
e comezo a estar farto pq nom podo sair,
hai moito tempo que estou aki metido
e empezo xa a estar farto pq estou moi aburrido.

REFRAO:
Estou na lavadora, estou na lavadora,
estou na lavadora, estou na lavadora,
ah ah! sacademe pronto de aki

A minha nai tamen foron chamar para que vinhera
con un sacho para poderme sacar
e o meu pai tamen o foron avisar ara que vinhera coa escopeta
para poderme sacar.

REFRAO

Estou aki nom podo sair,
por favor, virme acudir,
estou aki nom podo eskapar,
por favor, vindeme salvar,
tenho medo de afogar xa comezo a centrifugar
¿que vai ser de min? sacaime pronto de aki!!
Tb é de dominio público que os caimans acabam nas lavadoras!


PS: As tarjetas funcionam... já sabedes que as podedes lavar sem qualquer problema quando vos pareça que o necessitam! ;)

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Mmmmm, deléitense..


Espantapájaros

No sé, me importa un pito que las mujeres tengan los senos como magnolias o como pasas de higo; un cutis de durazno o de papel de lija. Le doy una importancia igual a cero, al hecho de que amanezcan con un aliento afrodisíaco o con un aliento insecticida. Soy perfectamente capaz de soportarles una nariz que sacaría el primer premio en una exposición de zanahorias; ¡pero eso sí! -y en esto soy irreductible- no les perdono, bajo ningún pretexto, que no sepan volar. Si no saben volar ¡ pierden el tiempo las que pretenden seducirme!

Está fue - y no otra- la razón de que me enamorase, tan locamente, de María Luisa. ¿Que me importaban sus labios por entregas y sus encelos sulfurosos? ¿Que me importaban sus extremidades de palmípedo y sus miradas de pronostico reservado? ¡ María Luisa era una verdadera pluma! Desde el amanecer volaba del dormitorio a la cocina, volaba del comedor a la despensa. Volando me preparaba el baño, la camisa. Volando realizaba sus compras, sus quehaceres... ¡Con qué impaciencia yo esperaba que volviese, volando, de algún paseo por los alrededores! Allí lejos, perdido entre las nubes, un puntito rosado. "¡ María Luisa! ¡María Luisa!... y a los pocos segundos, ya me abrazaba con sus piernas de pluma, para llevarme, volando, a cualquier parte.

Durante kilómetros de silencio planeábamos una caricia que nos aproximaba al paraíso; durante horas enteras nos anidábamos en una nube, como dos ángeles, y de repente, en tirabuzón, en hoja muerta, el aterrisaje forzoso de un espasmo.

¡ Que delicia la de tener una mujer tan ligera... aunque nos haga ver, de vez en cuando las estrellas!

¡Que voluptuosidad la de pasarse los días entre las nubes... la de pasarse las noches de un solo vuelo!

Después de conocer a una mujer etérea, ¿puede brindarnos alguna clase de atractivos una mujer terrestre? ¿Verdad que no hay una diferencia sustancial entre vivir con una vaca o con una mujer que tenga las nalgas a setenta y ocho centimetros del suelo?

Yo, por lo menos, soy incapaz de comprender la seducción de una mujer pedestre, y por más empeño que ponga en concebirlo, no me es posible ni tan siquiera imaginar que pueda hacerse el amor más que volando.

Oliverio Girondo



quarta-feira, 12 de abril de 2006

Pois já eram horas, nom si?
Yo en lo primero que me fijo es en los ojos.
Si? Pois eu nom. Deve ser por isso que som tam despistada conduzindo, pq nom me fixo nom que me tenho que fixar, claro... nom me salto semáforos e nom me como motos porque dios no lo quiere... mas isso é outra história.
Que fria sai a auga da billa... e que bem cheira a roupa da lavadora, mmmmm, hoje lavei a roupa da cama e falando de outras histórias, o tanga prometido. Umha das outras vezes que mudei a roupa da cama e tal, resulta que qdo estava colocando a funda do edredom e resulta que levantei o colchom para meter o borde do edredom e que se enganche ali, enfim, o procedimento normal, pois nom sei como e nisto que miro para o somier... e que vejo ali? Um tanguita, vermelho, todo engurrado... :O
Flipei, claro... E milheiros de dúvidas aparecerom: de quem é? como chegou até aí?? e o mais importante!!! desde quando estava ali?!?!?!?!
O caso aconteceu depois das férias de Natal...
(Meu nom era, eh!!)
Pois nada, chamei polas companheiras de piso que estavam nesse momento por ali e dixem-lhe "a que nom sabedes o que encontrei??? uuhh" e nada, umha farta de rir...
Ni qué decir tiene que eu já supuxem que o tanguita nom era de nengumha delas, claro... Tras deliberaçons várias chegamos à conclusom de que é da companheira de piso que nom tava ali... (somos 4) Mas claro... igual nom era... e se era? que fazia na minha cama?? Eu quero pensar que nom é... ou q se é que leva ali desde o verao... de qq maneira, tudo bem se alguém usou a minha cama (é de matrimónio) para algo q nom era dormir, isso nom me preocupa, assi polo menos alguém a aproveita!!!
Mas se mo tivessem comentado quase que melhor, nom si? :P
Desde aqui faço público que eu empreso a minha cama a quem a precisar! :P Mas com conhecimento de causa, per favore. XDDDD
Bom, e claro... o de follar tá mui bem, si senhor, mas que fazemos agora com o tanga perdido??
Primeiro que tudo, nom temos a certeza de de quem é. Portanto... opçons:
a) falar com a principal sospechosa? Nem pensar!!!!!
b) tirar com ele?
c) deixá-lo no tendal tranquilamente e se é seu já o colherá e se nom ali quedará para a posteridade?
d) ocorrese-vos algo melhor???
... nós, trás fondas deliberaçons, chegamos à conclussom de que a "c" é a mais adequada... ainda que na práctica eu n fixem nada... e nada farei suponho :P

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Aqui estamos. Diria que tenho um burato nos bolsillos e que vou perdendo as palavras, mas realmente a vida é mto mais prosaica que tudo isso. O que tenho é algo de sono e se juntamos a isso a falta de efeitos psicotrópicos variados ou alcois diversos, pois pouco se me pode pedir. Nom comentei que voltara cortar o pelo? Si, hai duas semanas, e já noto q me medrou! Desde logo... isto é um sinvivir. :P
I ara que?

De resto... bom, cousinhas meio loucas diárias, mas isto nom é o "hola!" :P para dar mais info necessito molhar a boca com algo alcólico, ai ai...
Um destes dias hei de contar a história do tanga misterioso q apareceu debaixo da minha cama...

segunda-feira, 3 de abril de 2006

enfim
voltei
...

sexta-feira, 31 de março de 2006

Ainda que
claro
um pouco de pré-veranito ;) está molt bé, molt bé, eh

quinta-feira, 30 de março de 2006

postal?



Isto... nom vale como postal, nom si? :P Eu vivia no carrer república argentina. no piso oitavo. ai... q tempos...



















Estas já si um pouco mais, nom? Debilidade polas capelinhas e pola pedra... pola caliza também. Cousa a fazer: voltar a Cuenca pra ver a cidade encantada!!
Os guindastres som, forom, umha skyline em castelló sempre... Eram bonitos... Faziam geometrias loucas e nuvens e pôres de sol lindos. Agora som bloques de edifícios. Medra rápido a cousa aqui... Já agora, aqui daquela maneira, mas pode ser que como hoje estou tam caaaansada o veja pior do que é...Ai, aquela maneira... Afinal, todos somos culpados... Todos. Eu. Tu. Ele. Eu.
Serei capaz algum dia de desenvolver as habilidades sociais? Duvido... duvido logo existo e sei que nom sei nada? Desvairos.











PS: já vim o que se passou coa rosa... hei-no de arranjar assi que chegue a casa, agora n me apetece.

terça-feira, 28 de março de 2006

uuuhhhhh
manha já apanho o aviom e castelló porfim! :)
5 diínhas q espero que vaiam otimamentchi
hei de mandar postal ;)
deica!


Claro que:



"Em algum lugar do mundo, em uma conversa entre a ROSA e a COUVE-FLOR.

ROSA se gabava:
- Couve-FLOR?! Vc não é flor alguma! Flor sou eu...ROSA. A MAIS BELA! A mais cheirosa! A flor do amor! Quando Deus pensou numa flor, pensou em mim! Sou a mais perfeita! A mais admirada! Todos olham pra mim! Todos me invejam! Eu sim, sou uma flor de verdade...
Então, COUVE-FLOR rebate:
- Ehhh...Tudo bem, tudo bem, mas...ALGUÉM TE COME?"

É isso! Chega de tentar ser rosa!
O IMPORTANTE É SER COUVE-FLOR!!!"




Hehehehhehehe. :P
Mas claro, o que nom di o conto é que para as couves para serem comidas também tenhem que ser gostosas, nom é? Ai, ai...



Procedencia da rosa: ver aqui.

segunda-feira, 27 de março de 2006


Repolo s. m. (1) Conjunto de folhas anchas de certas plantas, como algumas variedades da leituga e da couve que se envolvem uma sobre a outra em forma redondeada. (2) Couve dessa forma. N. C. Brassica oleracea. (3) Fig. Pessoa baixa e gorda. Repolo de bola: repolo com folha muito espessa e fechada.

Som-che um repolinho... vou ter que viver a base de salada (ai, antropofágia!!) e barritas de cereais a partir de já porque se nom... jopetas... :(

Viva viva!

Vou a Castelló, que bem! A curar saudades e a divertirrrr-me! Festa rachada!
Achega-se o dia! ;) O caralho é que justo qdo me vou, esses dias, hai concertos interessantes (ai nacho vegas!) e até é o salom erótico de vilagarcia!! E espera q ainda ham de aparecer mais cousinhas justo esses dias... ai, ai...
Mas estar estou, contetíssima de ir alá, ehhh, que lo cortés no quita lo valiente. ;)

domingo, 26 de março de 2006

arroutada

Pois onte à noite vestim-me de mulher-en-edad-de-merecer como dios manda. Zapatitos de tacom, blusinha. Realmente, o acabado nom era mui perfeito, mas com este material pouco se pode fazer. E que amais como volvim cortar o pelo e agora tá curtinho curtinho... pois, ainda pior. Nada de sedosos, lisos e compridos cabelos... que fam as delícias deles. E nom sei porquê... é como o de sincera, sensible, dulce... puagh! Desculpem que me ria. Y lo más importante es el interior.
O caso é que alá fum, toda disfrazada, que divertido ;) , e depois doiam-me os pés, claro! mas descobrim duas cousas, que o raggaeton se baila muito melhor com tacóns e que se esses instrumentos de tortura nom forom erradicados do mundo é pola sensaçom de poder que dam. Subir nuns tacóns dá-che umha sensaçom de sofisticaçom, de controle, inda que vaias a fazer equilíbrios neles... Normal que as rapariquinhas os usem... Mas também nom convém abusar ;) que che quedam os pés... e amais que as cousas especiais se se fam muito já nom som tam especiais... nom si? Ou nom...
Mas longe de mim fazer apologia dos taconazos e das torturas femininas... Outro dia falarei mais do tema... que tenho soninho...

quinta-feira, 23 de março de 2006

Caladinha estou mais guapa.

terça-feira, 21 de março de 2006

Ah, les doigts, la bouche du printemps...



Apenas
uma boca. A tua Boca
Apenas outra , a outra tua boca
É Primavera e ri a tua boca
De ser Agosto já na outra boca.
(...)


David Mourão-Ferreira



(foi rapidamente isto, colar o primeiro que encontrei, antes de que a primavera acabe de atravessar o limiar imprecisso deste dia, antes de que todo o mundo deixe de anunciá-la de vez porque já se encontra sentada no sofá da casa, fumando um cigarrinho e abrindo o frigorífico para pilhar umha cerveja, que rica, polo menos isto rapidamente o primeiro que encontrei é bonito, e mira tu que nom che hai palavras acerca de primaveras e bocas, tantas!)

segunda-feira, 20 de março de 2006


Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração me dava
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele prá sala
Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos
Ele não gostava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas . . .


— O meu porquinho-da-índia foi minha primeira namorada.
Postos a fodê-la, fodê-la bem.




Já alguém me dixo hai uns tempos que é preferível perder por 8-3 que por 3-2, nom si?

Nom sabia eu que eram tam bonitas as gardenias.

sábado, 18 de março de 2006

monólogo inconexo


Si, já sei que é um despreço, e nom me é exactamente igual mas é-me igual. Pecho a porta, com chave(matarile rile rile, en el fondo del mar). Aí vos matedes. Aqui eu fique como uva mirrada. Enfim, é a vida. Ao menos desta vez é umha escolha. Umha escolha má? É possível. Pouco me importa [o quê? /Não sei:/ pouco me importa. (Pessoa)].
Uf, que trágica me ponho.
Nom vedes que som eu só?
Agora mais, o mau é que nom é exactamente a liberaçom que devia ser. Que é um pouco vingança*? Ah, pode ser. A que jode?
A minha pena é que nom foda tanto como deveria, como me fode a mim. (Desta vez, nom se enganem, é no sentido figurado [(2) Enfastiar, molestar. v. r. Amolar-se, sofrer um prejuízo [lat. futuere].] Jodida pero contenta. Contenta? Aborrecida, na verdade, enfastiada. Meio indiferência. Antes podia fazer como que tanto me tinha ser segundo plato, mas nom era verdade. Ai, é o que tem desenganar-se.
Hai quem só se pode enganar. Felizmente que eu podo escolher entre enganar-me e desenganar-me segundo me convenha. Ainda que enganar-se normalmente é mais propício à felicidade. Contudo, nom esqueçamos que podemos escolher a infelicidade, e fazer dela umha arte. Desenganada, desganada.
É claro que eu nom lhe quero a ng. E obviamente, é a vida, recebemos o que damos e viceversa.
Bah, à merda tudo.
Enfadar-se já nom é que implique dous trabalhos, é que resta tempo de vida, seique.
A distância nom aumenta de seu, som eu que a deixo aumentar.
Ah, outra vez desabafar. Que valer nom vale de nada, pero.
Ah, a consciência. Doble filo.

*e mais fria do que doce, infelizmente.

Nada real merece a pena.

Nom sei o que queria ser antes, astronauta nom, nem bombeira voluntária. Eu agora quero ser Maria Andrade. E isso que muito me gosta o céu (do verão) e o lume. Umha das bíblias já a mandei de volta para as estantes da biblioteca, mas busco qq cousa na net da Maria Andrade e o Túlio para que vejades:

«Antes de Túlio / só a ginecologista estéril / lhe tinha tocado / na vagina / com um dedo / com dedeira / e só uma vez / tem um hímen complacente / e pode ser feliz / tinha dito a ginecologista / ao observa-la / (...) / Maria Andrade / conta a Túlio / que se masturba / às vezes / durante a sesta / e que uma vez / em adolescente / se masturbou / com uma colher / de café / mas que não gostou» (A. Lopes)

Também quero ter um Mini se é que consigo poder guiar 1 carro legalmente algum dia. E os Delinqüentes molam!! Menos mal que temos ainda essas cousinhas...

[ça ne l'a pas empeché de se mettre à pleurer et à hurler (...) que personne ne l'aimait e qu'il voulait mourir]

domingo, 12 de março de 2006

A gente medra e mira tu...
Eu nom tenho nem puta ideia de nada...

Odeio fazer o ridículo.
Tenho ganas de matar um pouco alguém.

Nom tudo o que fazemos tem que ser mau só porque o fagamos nós. No fundo, eu nunca acreditei nisso. Obriguei-me a acreditar. Para encaixar nos demais, no social, porque isso, que todo o q fazemos está mal, é o que devemos crer. Suponho q é nesses momentos da vida em que construimos um estúpido sistema de crenças, diferente do que intuiamos. Talvez tenha a ver o facto de nom ter ido à missa de pequena. Ou talvez nom. "Aprender a desaprender".
Nom é bom que os adolescentes matem os nenos. Eu nom quero deixar isso acontecer nunca mais. Os adolescentes nom sabem o que fam. Os nenos nom tenhem nada que saber.
E ainda nos sentimos culpados se pensamos que fazemos cousas bem. Que si, que somos bons.

Et qu'est qu'on fera?
si si si
som umha egoísta egocéntrica
e só quero chamar a atençom
e?
Sabedes quando nom sabes o que che passa mas sabes o que nom che passa (quando sabes onde nom estás mas nom sabes onde estás), los suspiros se escapan de su boca de fresa. Que vaiam tomar polo cu todos, desesperar nom merece a pena, eu fum a primeira em falar (melhor é nom falar, melhor deixá-lo passar) de cortar pola raighanha e isto já fede. Esperar tampouco a merece (quem tem pena é galinha), as expectativas corrompem como o poder. Claro que de ficar corrompidos, mto melhor o poder, home nom!
E odeio este tom lamuriento que se me pom. Que nojo. Apesar deste domingão de sol. E odeio esta maldita pressão antissocial. Grrr. Haverá que se acordar de colher os bálsamos e as drogas.
E ainda por cima reacciono mal quando me dim algo amável. Nem agradeço nem nada. Enfim, vou emigrar definitivamente para um búzio, sucedáneo de mar. A vida de ermitão, que bonita é...
Supostamente a vida nom era isto. Mas tb já estou farta de reclamar-me a mim mesma e por muitos inspectores e sanções q me mande... melhor fechar o chiringuito.
E inda por riba só escrevo trapalhada. Prometo que tentarei que nom se repita. Saibam-me desculpar, mas tinha que desabafar...
Nom estou contenta.

quinta-feira, 9 de março de 2006

piùma al vento

Nom sei como se di azucarillo em português, envelopinho de açúcar nao me parece. Açucarinho tampouco, mas inda dava para apelativo agarimoso, ou? "És tão doce... és o meu açu-carinho!!"

Ai, nom! Que o carinho é inversamente proporcional às calorias!

É igual, documentar-me-ei. Afinal veleta era cataventos. Que bonito. E parece-me que também existe a expressão de ser mobile qual catavento. Mas azucarillo, azucarillo, azucarillo era do que estavamos a falar, que inda que todos os incisos levem a Roma, quem tem boca, à parte de outras cousas, tamén toma cafés (com leite e deixa-os arrefriar) na EOI e eis que encontramos num azucarillo da Bicafé uma anedota acerca do Capuchinho Vermelho e é normal que a meta aqui porque de Capuchino para Capuchinho corre que chove!

Grita o Lobo Mau para o Capuchinho Vermelho:
-Vou comer-te uma coisa que nunca ninguém te comeu!
Responde o Capuchinho:
-Oh! Só se for o cestinho!...

quarta-feira, 8 de março de 2006

eu nom é q goste mto de dias mas gosto de canções

8 de Março

Ragga 2mil3

Difícil está [difícil está]
encontrar tu sitio [difícil está]
hablar sin miedo [difícil está]
escuchar y ser oido
Difícil está [difícil está]
encontrar respeto [difícil está]
amar sin miedo [difícil está]
vivir con dígnidad

Para la rueda, para la violencia,
se va la vida, se acaba la paciencia,
noches claras de luna nueva,
rebeldía que se amasa en la trastienda
No te entretengas y ven
8 de marzo levántate
y ya no te acuestes ningún mes
Hay fechas que es mejor borrar
y esta no podemos olvidar

No caer en la trampa de comprar felicidad,
no dejar de pedir lo que no nos quieren dar

Que se vayan a otro planeta, los que adoran el dinero
que se vayan con sus bombas y tanques petroleros
y que se vayan a otra planeta con sus naves espaciales
Iguales pero diferentes, diferentes pero iguales

Amparanoia (Rebeldía con alegría)

domingo, 5 de março de 2006

Eu antes de publicar

rara vez releiorrepasso o que redijorredacto.
assi se passa o que se passa (isso
isto
aquilo aquele).



[Nota: tempo pode ser um ano
pode ser um verão ou um trimestre conforme nos aproximamos das infâncias ]
[Hai cousas que só se podem dizer em francês porque em romance occidental ibérico dam muita vergonha de dios... e claro que, sans doute, hai certas cousas que som pra dizer em certas línguas, igual que hai rapazitos que som pra casar e outros nom. ]

egocentristeira




Moi, je sais pas jouer à la vie...
Quando marchas tempo e depois voltas está tudo diferente mas igual. Como um edificioprediocondominio onde mudarom a decoraçao interior, hai vizinhos novos aos que nom conheces, mas os porteiros e o seu bebé som os mesmos (graças a deus) simplesmente o bebé está mais grande e tao bonito como prometia. Os porteiros algo mais velhos e o carinho teu maior. Isso passa. Mas hai novos vizinhos estranhos e o ascensor já nom fai aquele ruidinho que, contra o sentido comum, nom metia medo de tam familiar. Agora hai um ascensor novo, com um espelho de pés a cabeça. No sótão já nom estám os macaquinhos tão queridos... Dá medo ir ver o que hai agora ali... Mas aquela coluna que estorbava na entrada, ainda está, e a instalaçom eléctrica e os ruidos nos canos. O sol dá no mesmo sítio e os cans do bairro ainda mijam onda a bolboreta esquerda da porta principal. Agora ninguém dá os bons dias nem os emprestam (como dizia o escritor), dos anteriores vizinhos inda ficam alguns, outros morrerom. Estes que inda ficam tenhem as mesmas cicatrizes de malandros e mais algumhas novas. Aquela outra vizinha tintou o cabelo.
E um reconhece mas desreconhece. E dessespera porque já nom é dali. Porque até no bar de diante da casa agora puxerom umha ferreteria. E também nom era de onde um vem.
Inda bo é que estám os porteiros e algum vizinho quase-reconhecível... Mais n'est pas la même chose... Nunca o será. E inda q a mesma cousa de antano nom era precisamente boa nem a de agora precisamente má.
Reducir(se), reutilizar(se), reciclar(se). Onde vamos colocar as cúpulas verdes do vidro?

sexta-feira, 3 de março de 2006

estupideces (depois nom digam que nom avisei!)

Hoje estivo um perfeito céu gris.

Cien gaviotas dónde irán
.

Pérola, sob a qual vivemos, e porcos.

E ainda recebemos verdades como puños colhidas na biblioteca: A vida não é um romance epistolar/ ai de quem julga que é Marianna/ e vive de cartas
(Obra. Adília Lopes (nunca aprenderei a fazer citaçons bibliográficas))
Dá para muito mais esta pequena bíblia.
Eu tb estivem em Beja. No convento. À parte do convento que trago eu já comigo - inevitável e romanticamente intertextualizamos,
Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida - nem sentida
A trago eu já comigo
Ai, não te amo, não!

(Almeida Garrett)

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela (...)?

Pois todos, todos, todos, eu nom (viva o estruturalismo!), estamos fartos de sabê-lo.


Enfim, absurdos incisos. E já nom sei mais. Si, vejo melhor do olho esquerdo que do direito, cousas da vida. Dou voltas e mais voltas arredor da mesa. Hoje quero dormir como umha santa.
Ainda nom entendo como é que me pom aquele ghicho. Eu creio que tem que ser tudo autosugestão.

quarta-feira, 1 de março de 2006

palavras alheias

pois andava-che-vos eu buscando umhas letras da bersuit, e encontrei umha dessas letras/músicas-espelho (hai poucas... e conforme vam passando os anos, vai havendo menos... às vezes hai versos ou refrans espelho, mas nom che é o mesmo...):

Venía, vengo, estoy
Estoy aquí solo
disfrazado de yo
Venía, vengo, estoy
Estoy aquí solo
disfrazado de yo
Y nada
Un enorme vacío
Simulacro de coherencia
De locura existencial
Y nada
Un enorme desvarío
Un pedido de clemencia
A esta necesidad

Venía, vengo, estoy
Estoy aquí solo
disfrazado de yo
Venía, vengo, estoy
Reventado por exceso
De todo lo que no hay

De lo que no habrá
De lo que no existe
De lo que no quiero
De lo que no se

(bis)

Pesado
Traje y ornamento
Endeble mueca hueca
Chueco círculo infeliz
Pesado
Sin dirección o sentido
Sin carácter transitivo
Ni iluminación

Venía, vengo, estoy
Encallado aquí
Disfrazado de yo
Venía, vengo, estoy
Aquí solo
Disfrazado
Disfrazado

(dizfrazada a golpe de quarta feira de cinzas e para a quaresma que nos espera...)

Mas entom, hoje à tarde, veu a rádio e o Mundo livre s/a e regalarom-me os ouvidos, o corpo todo, com esta cousa de por pouco nom derreter... e até parece que só com isso já dá para acreditar nesta cousa da vida, as cousas pequenas, relaxar... (no link até podem ouvir, ouçam, ousem, q é a ouvir onde realmente estremece, si, pq aqui em frio nom é nada o mesmo)

Ela é meu treino de futebol
Ela é meu domingão de sol
Ela é meu esquema

Ela é meu concerto de rock'roll
Nação, minha torcida gritando gol
Minha Ipanema

Ela é meu curso de anatomia
Ela é meu retiro espiritual
Ela é minha história

Ela é meu desfile internacional
Ela é meu bloco de carnaval
Minha evolução...

Galega
Tento descrever o que é estar com você

Princesa
Todos vão saber que eu estou muito bem com você

Ela é minha ilha da Fantasia
A mais avançada das terapias
Meu Playcenter

Ela é minha pista alucinada
A mais concorrida das baladas
Meu inferninho

Ela é meu esporte radical
Poderosa, viciante, mas não faz mal
Meu docinho

Ela é o que meu médico receitou
Rivaldo Maravilha mandando um gol
Minha chapação...

Galega
Nem dá pra dizer o que é estar com você

Princesa
Todo mundo vê que eu sou mais...


(os negrinhos som meus e parece-me que nunca linkei tanto! desculpem a cursilada e a extensom vertical da questão... quina vergonya...)

sábado, 25 de fevereiro de 2006


Tirado do blog do xupacabras, tiradas de outras págins de fotografia, e que tem umha selecçom de fotos mui bonitas, escolhim esta, de um tal Jan Bengtsson. Das três da série, inda che vos é a mais amável, posiçom de vénus quase-clássica...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

E se nom é um dia, um ano, e se é a vida?
"Que todos os problemas sejam esses!" é a frase estrela destes meses. Quadrou, eh, nom foi premeditado. Mas parece que nem feita à posta. Afinal levo nom um dia tonto, senom um ano tonto, mas tonto, tonto...
Nom quero nem pensar.
Pois o sábado fixem umha parvada bárbara. Totalmente de cria. Enfim. Eu bem sei que som parva, mas normalmente tento dissimular diante dos demais, mas desta vez... (isso remite-me a um dilema quase-antigo... devo reprimir as minhas reacçons polo que poidam pensar os demais ou devo ser tam espontánea que (me) doa? ... ... ... De todos modos, muitas vezes (creio) notam-se-me igual as cousas...). É que até quase me sentia culpada por nom o estar a passar bem...
E marchei, escapada, porque nom me queriam deixar marchar. E nom queria ninguém, ninguém, ninguém comigo, porque alguém ia vir comigo. E por isso. Nom é desculpa, mas as cousas como som nem sempre valem como desculpas. Nom, quase nunca.
E expio-me aqui porque nom vou ir falar com ninguém e tampouco hai perigo de que ninguém vaia vir ler isto aqui. Vai-se deixar estar, coma sempre. E depois ressentimo-nos, si. As cousas funcionam assi... e agora nom nos vamos flagelar e fazer juízos de valor. Agora nom.
E poida que um pouco por isso fosse polo que fugira... e dá-me medo que nom se me passe e chegue aos trinta, trinta e pico, corenta, e mais e continue igual de parva.
De todas maneiras, expio-me mas nom muito porque de cripticismo imos sobradas, como o que se di a regra de ouro da sexiness e da sedução [*sigh*]
insinuar mas nom mostrar directamente, nom como outros e outras... Buf... Às vezes dá até reparo... como ler-lhes os diarios segredos ou as cartas que recebem ou remexer nos seus caixons... Mais cousas dessas de que careço e que admiro... essa falta de medo às palavras...

E agora nom mais teorizaçom por hoje, tenho que me ir deitar que senom a ver manhã quem me levanta...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

Anotaçons

Nom pensem mal, nom é que tenha voltado a inspiraçom, mas é que magnólios e um coelho som cousas dignas de menção.
Pois si, ara mateix teria que estar nerviosa, intranquila, preocupada, preparando o oral de francês que tenho daqui a um pouco. Mais non. Estou aqui comentando que os meus visitantes som mui madrugadores, cualidade dessas das que careço e que eu, criatura plutôt nocturna, sempre admirarei, além de que a luz da manhã é a melhor para tirar boas fotografias. A da tarde para viver. O caso é que hoje subim ao cuvi, animosamente, nem sei pra quê, mas isso é outra história, e gosto de subir no Oito, nom só porque a parada esteja bem perto da minha casa, senom porque vai por Beade, a paisagem nom é mui alá, hai animalinhos (hoje vim cans, gatos e um coelho), petos de ánimas e se tés sorte e pilhas um bom sítio (mais bem na parte de diante) podes ouvir falar as velhas e os velhos.
E passa à beira do paço de quiñones de leon e hoje ia meio distraida a pensar nos biosbardos (como se deveria dizer) e nisto que me fixo et voilà diante minha um magnífico magnólio em flor! Hai cousa mais bonita? E havia vários...
Os camelios também som mui bonitos, mas deve ser por este climat humide que as flores sempre estám meio apodrecidas... n sei... som bonitos mas daquela maneira triste ou decadente, mas nom é decadente a palavra que buscava...
As gardenias si que nom sei quais som... nom as identifico (as de Machín inda muito menos).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

Esta página encontra-se temporariamente indisponível.





(Busca-se inspiraçom. Interessados, mandem pombo-correio, garrafa no mar ou deixem recado.)

À parte disso...


...je vois encore la vie en rose.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Princípios

Isto aqui nom é umha janela ao mundo, de qualquer maneira.
Em qualquer caso, seria umha janela a mim. Saibam desculpar o egocentrismo.



Mas já se sabe, e por definiçom, que: "[nos blogues] en muchas ocasiones hablamos de temas tan limitados y con una perspectiva tan personal, que sólo nuestras madres pueden aguantar tanto ombliguismo y autocomplacencia."**

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

Moi, je suis rose.

Vaia, vaia. Eu tampouco acredito, Sabelinha, mas gostar, gosto porque sempre me dim cousas boas hihihi, e massagear o ego tá bem, tá :P, ou?
Se acertam ou nom, nom vo-lo vou dizer :P mas cousas bonitas (algumhas) até som pero a quién le amarga un dulce? E falando em doce, vamos compensar fraseologia com amargo: se a vida te der um limão faça uma limonada!

¿Cúal es el color de mi aura?


El color predominante de tu aura es Rosa
Las personas cuya aura es de color rosa son especialmente susceptibles y delicadas. Contra lo que se podría pensar, esto no implica que sean personas débiles, su sensibilidad y la fuerza emanada de sus sentimientos hacen que cada uno de sus actos posea un ímpetu extraordinario. Su creatividad es asombrosa y sus obras usualmente causan admiración en los demás. Es la búsqueda de esta admiración su punto más débil, es posible que busquen tan fervientemente la aprobación de los demás a sus obras que se vuelvan dependientes e incluso adictos a la admiración.
Son personas tenaces que no abandonan fácilmente sus objetivos y no les importa sacrificarse para lograrlos. La admiración que logran frecuentemente les sitúa en posiciones altas en las que generalmente tomarán las decisiones correctas si se les permite libertad, esto no implica que no puedan mostrarse bastante volubles en ocasiones.
Pueden ser inestables emocionalmente, pero cuando alcanzan la estabilidad y logran el cariño de los demás, disfrutan la vida a plenitud, siempre exigiendo amor de quienes le rodean, el cual necesitan para sentirse seguras.
Podrían tener éxito como pequeños empresarios, comerciantes, diseñadores, floricultores, veterinarios.

:P

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006

and I'll cry if I want to

ainda nom me vejo.
e já me dá igual, passo de tudo, total, ao meu já nom lhe havia nada que fazer antes.
haja pachorra...

9-2-2006

[por algumha destas gracinhas do blogger, quigem postar isso na sexta, mas hoje ao abrir o blogue (se nom me visito eu, quem me vai visitar? versom blog-moderna dos livros de autoajuda) vim que nom se postara, portanto vim comprovar e ainda bo foi que estava como rascunho...]

Passou o dia, mas a romaria vai por dentro, de processom passamos e para paradas o carnaval!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Hai gente que tem problemas realmente significativos
e eu fazendo um drama por umhas quantas guedelhas...

E nom, claro que nom temos que ir ao "3º mundo", qualquer vizinho...


Ainda assi, aceito a minha superficialidade... e nunca comparo.

momento post-traumático

É assi de estúpido, mas as peluquerias som lugares feitos para chorar.
Hoje enquanto me deixava fazer diante dum espelho, foi a ideia mais intensa que me veu à cabeça. Depois também houvo reflexons menores... Parece-me menos trivial do que parece. Tu dás-lhe licença a outro para que che ande na cabeça, e assi que cortes um algo o cabelo e mude, realmente mude, daquela produz-se umha transitória perda de identidade. Até que, ai a vida, te resignas. O pelo outra cousa nom, mas, ai o tempo, medrar, medra.
Para já, nunca che fam o que queres. E assistimos impotentes a um fenomeno meio curioso, chega um momento no meio do corte em que está perfeito, mas as tesoiras continuam e afinal desfám esse momento de harmonia capilar. Assi que começa a medrar e passam os dias e depois os meses, chega um momento em que está horrível, nem curto nem comprido nem nada, até que medra mais e meio se ajeita. Ou colhes e o cortas e te arrependes e secam-cho e estiram-cho e horrorizas-te e passas calor e tés medo de mirar-te ao espelho e nom te vês.
E agora este pelo recorda-me a umha profe de inglês que tinha no instituto a quem lhe chamavam a galinha...
Mais cousas ia dizer mas agora nom sei. As cousas da cabeça som complicadas.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

bálsamos

Sondeo/Source/Quelle/Nascente/nº2.
Tenho o quarto cheio de garrafas de água por todas as esquinas, quase a modo de pedras fitas.
Vinha eu hoje alegremente, eu costumo vir alegremente-raio-da-manhã, para a casa à noite, bem passadas as nove, cantaruxando o leãozinho. Eu também gosto de ficar ao sol, mas inquieta-me este caduco sol de inverno ao que poucos dias de outono e caida livre lhe tenhem quadrado... Os ciclos eram até eternos, que vai ser de nós agora?
O certo é que nom sei bem o que escrever para variar e puxem-me a procurar na net a canção do leaozinho para a escutar, mas topei-me com quase todo o caetano do mundo e vou ficar com certeza maluco beleza. Talvez corte, outra vez, a minha juba um dia destes... sinceramente, assi nom vou poder ser uma leoa de jeito nunca! Eu nestas condiçons nom podo trabalhar. E digo talvez porque eu nom cumpro com o que prometo, por isso já nom juro a nom ser que me incomode altamente, e também nom me incomodo altamente porque se tenho jurar para perjurar depois nom vale a pena. Salvo as vezes que é imprescindível e até necessário dar aqueles berros aí, seja ou nom culpado, seja ou nom protagonista, simplesmente quem caia por ali. O mau de desabafar é que é preciso ter abafado antes...
Não enche meu saco, não, tá?
O que tenho é que deixar de fazer cousas que nom quero fazer. O caso é que tenho o quarto cheio de garrafas d'augha porque tenho andado com umha sede danada. Ainda nom chego aos preceptivos dous litros (e meio?) que hai que beber cada dia, isso nom.

sábado, 4 de fevereiro de 2006

Já aparecerá quando tenha fame.
.
.
.




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Se mira pero no se toca

É claro que hai mulheres para as que dá gosto mirar, presque toutes, e algumhas que atraem indefectivelmente as olhadas. E vaia por diante que também nom vamos dizer agora que nom se nos vam os olhos atrás de muitas.
Mas o entretido, o divertido, o que mais nos interessa olhar som os olhares dos homes sobre elas, toutes, onde se detenhem, onde se regalam, c o m o. De baixo pra cima ou de cima pra baixo? Vestimo-nos pola cabeça e despimo-nos polos pés?

(Hai que saber mirar toda caste de cousas. Que já se sabe que o que nom sabe é como o que nom vê. O voyeurismo sobre voyeurs também é também um tipo de arte.
Claro que mais que tudo toda arte é umha forma de exibicionismo, te'n recordes?)



[Plural quase mayestático ;) ]

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Quina gràcia, tu

Passeando pola web page dos delicious Aduaneiros topei esta expressom maravilhosa, grande achádego para a terminologia galega in progress:



"a gauche blog-divine da Galiza"

:P















Adorei!

Huelga decir que eu nom fagoparte do clube, cachis! ;)


segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

clubes

Eu nom gosto de Humidtown, nem sequer do nickname blogueiro com q derom em baptizá-la, preferiria outra cousa tipo "cidade de pedra" ou "hábitat natural dos snorkels", sei lá, algumha cousa pretendidamente mais poética. Ainda que talvez o chiste que tem esse nome é que a estranjeiriza (bem visto, o dos snorkels tb...) e afinal é isso, é umha pequena aldeia estranjeira... um balão, umha semiesfera dessas de neve, sabem quais vos digo?
A ver, antes de que me botem os cans, si gosto esteticamente. Antropologicamente, se se me permite a expressom, nom gosto tanto. Alcolicamente também já é outra cousa, mas hoje nom vamos continuar por aí...
De resto, nom gosto possivelmente porque nom pertenço. Receio instintivamente dos círculos em que nom estou. On the other hand, receio de me meter em círculo, elipse, estrela qualquer. Mmmm. Si, um pouco poderiamos até hipertextualizar isto c'o dos fríquis. Até poderiamos psicoanalisar, mas melhor vamos ficar por aqui.

[Nota paranormal: Hai uns dias tivem umha intuiçom do tipo "premoniçom que acaba por ser realidade". Já me passou mais vezes. E acabou por ser realidade. Também me passou que nom tivem intuiçons e acabou por ser realidade igualmente...
Tenho ghana de comprovar que si, q mais umha vez tenho razom. Ai, frustrante e gratificante a um tempo! O grau de frustraçom, é claro, depende do tipo de previsom que seja, porém, as que som realidade som frustrantes... nom tenho premoniçons "de resultado final satisfactório", ou antes as que tenho nom acabam a ser realidade. Mmmmm, quando deus repartiu os talentos talvez devim reclamar... para levar algumha alegria gratificante de quando em vez, nem q seja!
Ai, hei-de avisar quando tenha a certeza (se semelhante cousa for possível) da realidade deste último pressentimento. ]

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Liu Ye
(ou Ye Liu, nom sei bem como é a orde..)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Nom, nom. Passo de ser umha hermanita de la caridad ortográfica.

sábado, 21 de janeiro de 2006



O bom de se ser umha frívola e superficial é que podo continuar a lamentar-me dos meus despeitos e desamores mesmo depois de acabar de ver "El pianista" e "Balzac et la petite tailleuse chinoise". E outra das muitas vantagens que tem a frivolidade é que também podo comentar que o chinesinho que fai de Ma está como quere...

E já postos, acabar com algo que encontrei a respeito do filme e que concordo plenamente com Marguerite:

Personne n'aurait jamais su que l'amour existait, si le poète n'en n'avait pas parlé, affirmait Marguerite Yourcenar. L'histoire que nous raconte Dai Sijie dans Balzac et la petite tailleuse chinoise nous prouve lui, s'il en était besoin, que l'amour est bien autre chose qu'un artifice poétique. Dai Sijie nous entraîne dans un monde terrible, parce qu'absurde, où l'interdit entrave jusqu'aux sentiments les plus simples, où les hommes perdent tout, même leurs rêves. Le livre n'y a pas droit de cité, ou alors seulement les livres du grand Timonier.



(...retomando as cousas que gostamos (mais gostam do que gosto) de crer e que inventámos...)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2006

Je pense que je suis inquiète aujourd'hui...

(mas nom mal, apesar de estar a postar loucamente, ainda que subscrevo a surpresa do Lutz... tenho a sensaçom de que em muitos casos quanto mais postas, menos bem estás -- aclaro que o meu nom é isso necessariamente, deve ser a lua ou sabe dios :P )

quiero creer que sí

É isso mesmo, eu nom acredito, mas gosto de acreditar (passa muito isto, queremos crer certas cousas e construimos as nossas vidas e as nossas mitologias particulares assi, e nom é mau, mas é melhor ser consciente, porque no fundo sempre o sabemos tudo). Sobretudo quando necessito levantar um pouco a moral, hehe. É que gosto do que dizem os astros de mim, que queres que lhe faga, a vaidade também a hai que alimentar. ;)




A mulher de leão
Brilha na escuridão
A mulher de leão,
Mesmo sem fome
Pega, mata e come
A mulher de leão
Não tem perdão
As mulheres de leão
Leoas são
Poeta, operário, capitão
Cuidado com a mulher de leão!
São ciumentas e antagônicas
Solares e dominicais
Ígneas, áureas e sardônicas
E muito, muito liberais
Bom
E depois da arroutada pseudo-adolescente dos post anteriores... a ver se vamos recuperando a normalidade, eh. Seja esta como for... adulta tampouco é que me pareça muito, mas enfim.
Nunca é bom de tudo, ao menos para mim, dizer adeus coa consciência de que é adeus (adeus di-se-lhe aos mortos) porque se se tem tanta força de vontade coma mim (isto é, nada) sempre se acaba por reincidir. No entanto, se vamos deixando morrer as cousas simplesmente acontece que um dia dizemos deica logo e logo nom é mais.
Muito mais efectiva inda que menos efectista a segunda maneira.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

Cuando apoyas un pie en la pared esperando no se qué
Y mueves tus ojos de lado a lado, cuando bebes yo que sé
Tanto estilo hace nacer en mi un impulso, una inquietud
y tengo el coraje de preguntar para quién te reservas tú





Pasan los días y creo que ya está
luego te veo y me vuelvo a enamorar
caen las estrellas y las dejo pasar
y quiero que me caiga una encima

(...)

No sabes lo que nos perdimos
no sabes lo que nos perdimos
no sabes lo que nos perdimos... Pero yo sí

Quem dizia por aí que podia escrever a sua vida com cancións dos fresones rebeldes? Pois aí tamos, aí...
o bom de que tudo esteja perdido é que agora já dá igual e podo fazer tudo o que me pete que nom importa, nom fai diferência, porque já tudo está perdido.
essas pequenas mortes (nada a ver com as francesas) suponhem umha caste de liberdade. é terrível?
de quantas mais maneiras mo vás ter que dizer para que eu caia da burra?



talvez se por 1 vez falássemos direito... a=a y b=b
também nom parece tam difícil
vou seguir a comer 1 pouco
esfameamento matutino...
acordas-te dos rallies q faziam os taxis por lisboa?
claro que si...
agora vou dormir, mas, amor porque nom creio nele, que um polvo bem que cho botava, caralho...
,jghft
já havia tempo que nom postava perjudicada polos efectos do alcol. e menos 1 miércoles.
ai ai
fixem algumha parva de certeza, agora tou a comer 1 sanduiche de paté a las finas hierbas... a fame ataca a estas horas, a fama... se é má, sempre, se é boa, de qdo em vez.
n sei q ia dizer, mas algo vinha pensado de caminho a casa, q a gente de lugo, molaaaaaaaaaa
e a de Ou, tb!!!
som os melhores, com diferença.
que mais...
pois n sei... q mono de álcol tinha, las cosas como son. ahora como se las contemos...
aproveitei para chamar à penha q havia anos q n falava com elas, como vos quero!!!!
de verdade... muiitíssimo.

sábado, 14 de janeiro de 2006

malditos fríquis...

Enfim, esta cousa dos fríquis. Tenhem um mundo, coas suas músicas de fríquis, as suas pelis de friquis, os seus colegas fríquis, os seus blogues de fríquis, a sua feliz vida de fríquis realizados. Até a palavra fríqui é engraçada!
Quem me dera ser fríqui. Estám organizados, formam parte de algo. Portanto é 1 marginalização feliz.
No entanto, eu só som "rara", estranha, borde, antipática, antissocial, pirada, cínica, céptica, aceda, egocéntrica...
E isso é bem pior!
Também 1 aborrecida até para mim própria.

Estou no mapa!
:)




mapa | s.m.

do Lat. mappa

s. m.,
representação plana da Terra, no seu conjunto ou nas suas partes;
carta geográfica ou celeste;
relação;
lista;
catálogo;
quadro sinóptico.

terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Os derrotados são sempre bons ou os bons são sempre derrotados?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006



E deste amor difícil só nasceu
desencanto na curva do teu céu.

David Mourão-Ferreira

sábado, 7 de janeiro de 2006

ola

pois si. o caso é que daqui a nada vou sair e tampouco é que me vaia pôr a esbardalhar aqui a eito como normalmente. mas enfim, chega de parón navideño, ou. chegar nom sei se chega, o que si é que acabou. é como quando volves a ver a alguém que hai muito tempo que nom vias que parece que tinhas muito do que falar mas depois diante do café o lo que fuere já nom, cada um anda ao seu e ficam outras cousas mas nom as conversas antes quotidianas.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

quem me dera!

é certo, é. ainda som inocente, mal que me pese. mas também cada vez o som menos, mal que me pese. a minha maneira de ser inocente é aceitar tudo como natural, nom questionar nada e menos ainda julgar. simplesmente desfrutar do que quer que seja. noutras ocasions, como boa incoerente, também hai cousas coas que fago cábalas e telhados sem casa e casas sem telhado.
ser inocente nom é como viver num anúncio de colónia. e a incoerência faz parte da vida.

You are Bettie Page!
You're Bettie Page!


What Classic Pin-Up Are You?
brought to you by Quizilla

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

política interna

Eu já nom acredito no que eu mesma digo. Continuo co mesmo discurso desde hai anos por inércia e cada vez creio menos nele.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Cada vez mais som da opiniom de que se algo começa a apodrecer o melhor é cortar por lo sano. Antes de que seja tarde de mais e se torne irrecuperável.
Porque se nom apodrece, sempre podes voltar, nem que seja mais adiante e nom seja como antes. Mas quando se corrompe...

domingo, 11 de dezembro de 2005

arradio

Às vezes ter um blog é parecido com ter um programa de rádio (de informaçom, de prazer onanista, de qualquer cousa, temático, variado...). Muitos, em vez de porem músicas, ponhem images ou links. (Eu nom, ainda que se os reis me deixassem algumha camarinha... e nom necessariamente digital, fíjate lo que te digo :P ) Já agora, por algumha razom que desconheço ou boicote do destino, nom sintonizo bem rádio3 aqui. Já puxem a rádio (aparelho) em pontas opostas do quarto e nada. No meio nom vai poder ser porque aí está a cama. Umha cama tam grande pra mim soa, que desperdício. Ou nom... quem sabe. Passo de seguir por este temita que de temita tem pouco.
Boh, parece que sempre me estou a queixar. Bom, é um pouco verdade, mas o outro pouco nom. Digamos assi um 25 % e um 70% respectivamente, dependendo do dia e da humidade atmosférica. O 5% que falta, melhor nem saber. O das queixas é mais inércia que verdade, de amargada lo justo para sobrevivir, a dios gracias.
Tou malinha da garganta, que raiva, já havia anos que nom. Tesouro ou princesa som apelativos interessantes, minha rainha. Apesar de um chis empalagosos.
Tenho o ritmo do sono cambiado. Tanto que creio que simplesmente já nom tenho ritmo, a ver que fago para convocar o pedro chosco agora...
Depois de ter dado o parte (ou melhor, parte do parte) penso q me vou meter na cama e ler um chisco para os exames que venhem, que já estám aí.´
Cuidivirtam-se-me, está?

as frutas vermelhas do inverno






Meu pai trouxo o outro dia uns poucos morodos (que os dam os êrvedos), saber, nom é que me saibam muito, mas ser, som bonitinhos.

As fotos encontreinas no google-images e n sei se terám copirrait mas eram tam lindas que as tivem que roubar, umha obriga moral como outra qualquer (como a de citar a fonte).
Agora, o collage louco esse foi um falho meu q lhe dei vinte mil vezes ao de meter as imagens na entrada sem me dar conta e nom sei como fixem que passou isto (juro que eu só colei a URL umha vez!) mas queda tam chulo q o vou deixar, hehe... por umha vez os mistérios da tecnologia dam surpresas agradáveis.


Ainda que no inverno também hai frutas de outras cores, todas quentes. Caquis, laranjas e algumha caste de maçãs. Mmmmmmm.
As feijoas som verdes, mas como arrecendem!

dimanche

Outro domingo com sol. Com este maravilhoso sol de inverno. E o sono que tenho... Ressaca hoje nom (tampouco) toca, como me vou lavrar assi umha reputaçom de poeta (es un decir) alcólica (borracha) ou de adolescente autodestrutiva? O que si tocou foi cozido, no en vano es domingo.
Cada vez gosto menos de El País... assi em geral. Sobretudo noto-o mais quando nos regala com extras de beleza, decoraçom ou Natal...
Outra cousa, a blogosfera lusa é bué da fixe, pá. A sério. A galega também nom está mal. Umha das cousas melhores que eu vejo é o convívio harmónico entre reintegratas (algo mais escasos) e isolatas, assi da gosto!
(sisisi, faltam-me os links e a paciência para pô-los... chegarám um dia destes que me encontre inspirada, prometo! Afinal já se sabe "diz-me com quem linkas, dir-te-ei quem és" -e também já se sabe a minha querência-quase-obsessiva polo pseudo-anonimato ou um cripticismo qualquer ...)
E já vou publicar que levo coa janela do blogger aberta várias horas... já fede!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Esquizofrénica dizes...

(* * * )na havana!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005

Nota de prensa

Bom, realmente o do messenger é umha frivolidade mais, algum dia falarei das vantagens da frivolidade, o que realmente me fode (o de foder, é claro, é umha maneira de falar, totalmente desafortunada no caso que nos ocupa, dito seja de passada, açksjdgnapsij) som outras cousas e implicâncias.
Diosss.
Nom imaginas como odeio que nom me saudes no messenger!!! (léase que nom me fagas nem puto caso)

Ocorrem-se-me textos que venhem a conto, mas hoje nom toca literatura e som de natural pouco paciente e de conexom lenta para procurar links a eles. Além do mais, muitas vezes prefiro mostrar antes do que hipertextualizar, ainda que seja fan nº 1 da intertextualidade, que no es igual pero es lo mismo (parapervertindo a Silvio).
Fan? Dixem fan? Eu, a céptica (embora, a mí pesar, ingénua)? Melhor dito, adicta incontrolável.
Pena de telepatia, caralho! Que intertextualizar si que te intertextualizava eu!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2005

(...)

Μονοτονία

Την μια μονότονην ημέραν άλλη
μονότονη, απαράλλακτη ακολουθεί. Θα γίνουν
τα ίδια πράγματα. θα ξαναγίνουν πάλι --
η όμοιες στιγμές μας βρίσκουνε και μας αφίνουν.

Μήνας περνά και φέρνει άλλον μήνα.
Αυτά που έρχονται κανείς εύκολα τα εικάζει·
είναι τα χθεσινά τα βαρετά εκείνα.
Και καταντά το αύριο πια σαν αύριο να μη μοιάζει.

(1908)



MONOTONIA

A un día monótono otro

monótono, invariable sigue: Pasarán

las mismas cosas, volverán a pasar -

los mismos instantes nos hallan y nos dejan.

Un mes pasa y trae otro mes.

Lo que viene uno fácilmente lo adivina:

son aquellas mismas cosas fastidiosas de ayer.

Y llega el mañana ya a no parecer mañana.


Kavafis



(Tirado de aqui)

terça-feira, 29 de novembro de 2005

(todo dia é dia)

rápido
mirem os relógios, rápido
estou-me a vestir agora (!!!)
meu deus...

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

(aprendiz-marinheiro)

umha vez ensinarom-me que o que dá prazer hai que partilhá-lo

domingo, 27 de novembro de 2005

Your Personality Profile

You are sexy, powerful, and bold.
You're full of passion and energy...
Sometimes this passion has a dark side.

You feel most alive when you're seducing someone.
You never fail to get someone's attention.
Quick minded, you're also quick to lose your temper!
The World's Shortest Personality Test




Pra saber(mos) isto nom fazia falha teste nengum! :P Juas!
Um vulcam de amorrrrrrrrrrrrrr (coma quem di :P)
Your Superhero Profile

Your Superhero Name is The Dragon Inferno
Your Superpower is Solar
Your Weakness is Cotton Candy
Your Weapon is Your Cosmic Stinger
Your Mode of Transportation is Raft
What's your Superhero Name?

No do heroi já n me acai tam bem, mas claro, é q as monstruosidades som mais o meu q os heroismos, agora, mola-me isso de ter solar superpower! E o meu Cosmic Stinger tb, hihihihihihi.

Your Monster Profile

Demon Hitchhiker

You Feast On: Coffee

You Lurk Around In: Olive Gardens

You Especially Like to Torment: Cops
What's Your Monster Name?


Hehehhehehehhe, aqui me tendes, fazendo macacadas pola net adiante, mas o monstro é clavadinho, eh? mira, atracóns de café, claro, em veia! (quase :P) e vivo na cidade olívica-olive gardens a saco :P, juas. Agora, no de atormentar é que já nom tenho ng especial, eu gosto de foder todo o mundo :PPP

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Voltar aqui nom mata as saudades, nom. Porque um volta e nom é nada, tudo está igual e tudo está mais longe. E nom hai nada nem ninguém, ninguém por quem mereça a pena voltar aqui. Entom, nascem as saudades de estar fora. Aqui nom é a minha casa, a minha casa e os meus claro que merecem a pena e a alegria e tudo, porque mi mamá me mima e na minha casa dá o sol e tudo está bem. Mas depois, aqui, mais aqui, nom é nada. Tudo é igual mas tornou-se alheio. Talvez isso é porque nunca foi nosso. Só o tobo, a covinha, a casa o foi.
Entom um adora sua casa e à um tempo só pensa em marchar, abalar.
Yo no sé, mira, es terrible cómo llueve.

domingo, 20 de novembro de 2005

estou asqueada de tudo, como umha náusea permanente, um enjoo que, em tardes como estas em que a luz é grisalha e parece quase-noite todo o dia, se fai mais forte. Que merda é esta em que o horizonte está mutilado?

Isto é um nojo.
Nom hai nada aí fora. Seica a apatia se cura com luitas, mas pra mim já hai tantas que é como se nom houvesse nengumha.

sábado, 12 de novembro de 2005

Boas. Creio que já sei como fazer para meter a internet no piso, alias la deseada. Afinal parece que vai ser mais fácil do que eu cria, obviamente sem ser ADSL (malditas companhias de telefonia, grrrrr) mas tanto me dá porque eu nom me dedico a baixar tudo quanto vejo por aí colgado, que, dito seja de passada, tampouco é que veja muitas "cousas" colgadas ;P
Porque o de pedir conselho aos engenheiros nem sempre mas às vezes enreda mais as cousas, co simples que é tudo! Mas a culpa é minha porque bem sei onde me meto e onde vou buscar as cousas. Nom é nada pessoal e dito com todo o carinho a minha experiência com os engenheiros nom é que... melhor nom vamos entrar em detalhes que depois cabream-se e odiam-me :O
Falando em ódios, o tipet esse ascaroso que me odiava nom o voltei ver( e se digo ascaroso é com conhecimento de causa, :P, aclaro-o porque eu os dos calificativos despectivos costumo utilizá-los bastante gratuitamente, he de confesarlo, ainda que isso si, depois nom digo que quero à gente alegremente no dia seguinte -talvez devia fazê-lo...). E nom porque eu nom queira, eh? É porque se vai esta senhorita (c'est moi!), ele nom vem. ;) É tudo um honor produzir essas reacções nos homes, meu deus, que poder, que influência tenho na gente!

Bom, e pouco mais. Se afinal consigo internetear o piso, darei umha festa virtual :P (porque muito pras reais nom che vos tou, ai ai)

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

pois afinal onte nom puidem continuar o relato das minhas desventuras interneteiras. Enfim. O caso é que agora estou num ciber, perra vida, e tampouco me vou estender muito. A verdade é que pouco mais sei que dizer... nom me inspira este sitio. É laranja. E barato também. Estou no pc 1. Nom tem web cam, mágoa.
:P
Está cheio de malotes, mas é o q tem a cidade olívica.
Vou ir pirando, otro día más.

PS: Se ponho beijinhos no final dos posts é ou porque som pra mim ou porque me ponho em modo "querido lector", nom o levedes a mal nem pensedes que som especialmente carinhosa. Mera cortesia.

domingo, 6 de novembro de 2005

andava-me pola cabeça a dar voltas nom sei que tema para um post mas nom me lembro, sempre fago igual, nom aponto as cousas e depois assi andamos. para a semana é o santeleco. se nom fosse um sacrilégio até diria que nom me apetece ir. já sei que lhe teria que dar algo de vidilla a isto (inda bo era que só fosse a isto!) (si, eu e as eternas queixas)
tenho frio e tenho que preparar as cousas pra marchar para a cidade olívica daqui a um pouco... os domingos som dias perfeitos quando nom tés que colher autocarros, trens o lo que fuere. a ver se ponho internet ou algo semelhante no piso, assi polo menos andaria meio entretida, ainda que seja "una comodidad más" como di a minha companheira de piso (acusaçom implícita de vício, corrupçom e até de pequeno burguesismo (interpretaçons minhas), à vez que pseudo-justificaçom para nom colaborar no projecto - e nas facturas).
vinherom-me chamar, vou tomar um cofi, igual entro em calor e tudo, depois, se tal, continuo.
beijinhos

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

*sigh*

o mau de se ser mulheres inteligentes é que nom hai home que nos preste

(plural de modestia)

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

buaaaaaaaahhhhhhhhhhh. A estas horas teria que estar em aulas. De facto, teria que ter estado lá às 9 da manhã... Som o pior é só fago lamentar-me. Penso que hai algo na cidade universitária que me bota para atrás, a sério... lugar espantoso, que produz imenso espanto. Do mau, é claro. Mas hai que se pôr, hai que se pôr.
Estou num ciber em Camélias, nom vim (só) por vício, eh, q tenho q imprimir umhas cousas para a bolsa e a matrícula, "que conste".
Polo visto hai gente que prepara os posts... eu nom, como é óbvio. Mas quem sabe um dia destes se me dá por cultivar as minhas dotes literarias e escrever posts sobre o sentido último da vida. Caramba, q egocéntrica som. Enfim, para isso esta é a minha casa, como dizem por . Lembrai-me q tenho q dizer 4 cousas sobre as cançons de "amor" (e das pelis, por extesom) relacionadas c'os ghichos assi em geral, que é muito mais divertido que especificar. Hehehehe, mais divertido e mais seguro para mim, é claro. Que basta que digamos algo q nom se deve(ria fazer público) para que se entere o ou a interessada. Ah, e sobre o ódio!! Já havia um par de meses q, desde q deixei a pérfida albiom, a gente nom me odiava especificamente, mas, si, amigos meus, si, conseguim-no de novo e já tenho alguém q me odeia! Yihaaa!
O mais interessante é q este novo sujeito odiador da minha pessoa tem uns comportamentos q som a pera, hihihihih, dignos de um estúdio antropológica que eu própria empreenderei em breve. ;)
Até mais

segunda-feira, 24 de outubro de 2005

segunda feira

início de curso. merda. puritita. e umha vagância do tamanho do mundo.

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Cada um come do que ghosta.

sábado, 8 de outubro de 2005

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

que si, que vale, que j'ó sei

que som mais abstracta e menos concreta que umha mancha de tinta destas dos psiquiatras pintores. hóstia, pero é que coas palavras tabus, que queres que eu lhe faça. E, á parte, o do exibicionismo tem o seu aquele; por suposto, o voyeurismos já nem falemos, á parte de que ultimamente todos os tios que vejo são uns pãozinhos, bom, todos, todos... mas o caso é que nom sei se me preocupar por isso ou simplesmente relaxar e desfrutar do espectáculo, como boa voyeur, que já diziamos aí atrás que molava, mas ao que iamos: o do exibicionismo tá mui bem, mas tem mais graça se sabes como quando donde e quem está do outro lado da janela e de que cor som as cortinas, que nom é o mesmo pretas que de renda, é claro. O caso é que eu nom dou sabido bem quem anda aí fora, também nom sei se é que prefiro nom o saber nom vaia sê-lo demo, se total seguro que som pantasmas e sombras, mas mas mas o que se passa é que igual algum de vós (palavra proibida!) me conhece ao vivo e assi tampouco podemos andar a dizer palavras tabus assi alegremente porque, a ver... una también tiene sus vergüenzas y sus pudores. Porque está sobradamente visto que a mim o das reflexons filosóficas quase que nom, e o dos desvairos poético-enxebres ou erótico-adolescentes pois tampouco. O caso é que de contar a minha vida com pelos y señales pois implica me pongo colorada cuando me miras. Sem contar com que tampouco é que me passem tantas cousas. Bom, passar passam, mas daí a ter algum tipo de interesse antropológico, pois...
Pero talvez deveria começar a pensar em baixar do limbo e chamar as cousas polo nome, ou algo do género. Inda que co retraída que som... nom sei se convertir isto numha especie de DOG! Quina por...
Que amais co que gosto dos detalhes, inda que só queira mencionar cousas curiosas isto já pareceria umha novela da tarde em versom monoprotagonista. Boh, ao caralho. O que se me passe pola cabeça e porta. Isso si, com a, be e xis sempre que sejam precisos, porque tanta inconcreção e tanta coisa etérea já fede.

compreensão

sinto-me estranha. laralalalala.
(eu quero ir, minha gente, eu não sou daqui, eu não tenho nada, nada...)
é como se sentisse ninguém me entende. ou que ninguém me quer entender.
Ou ainda pior: que ninnguém cre que haja nada que entender.
(fiz do medo meu amigo)
e q na verdade haver, nom hai nada. plif.


però en realitat no passa res, collons. miminhos que temos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

pergunte ao seu orixá

aconteceu again
desta vez já nom doeu, o aborrecimento é o q fai
nom sei se me devo preocupar pq já nom doia ou pq aconteceu outra vez ou por nada e ir beber um copo de leite e descansar
que caerei outra vez? e caerei, mas como já tanto me tem. estas cousas som assi, a força de acontecerem tantas vezes igual, afinal já nom é surpresa, um afai-se e deixa-o estar. como la sucesión de las cuatro estaciones, el canto de los gallos o el amor de los hombres.
assi che andamos
capoeira que é bom não cai, e se um dia ele cai, cai bem


(o homem que diz "dou" não dá, porque quem dá mesmo, não diz )


e nom, mal pensados, nom é amor-hala-mira-lo-que-ha-dicho, se fosse inda bo era!

quarta-feira, 5 de outubro de 2005

la arruga es bella

Adolfito,adolfito... “ (...) como se dice en gallego, en el galaico-portugués que hablamos.”, cito de memoria.

;)



(um post q tinha pendente desde hai tempo, depois de escuitar umha entrevista na rádio)
Já pisei as aulas... sem tempo nom era...
Segue tudo igualinho, igualinho...
Isso, obviamente, nom é necessariamente bom, tampouco necessariamente mau, mas... melhor nem pensar.
Também já tenho piso, ou quase. Ando a duvidar outra vez...
Grrrrrrrr

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

البا



O meu nome em árabe, :)

E quer dizer 'o coração'