domingo, 20 de abril de 2008

Enjut@ Mojamut@

Convida-me o Kaplan a continuar um meme e como eu som das que nunca dizem nom, pois ainda que seja tarde, mal e a rastras :P hai que se pôr:
Voz en off> Cantas horas ao día de media pasas conectad@ a Internet?
Enjut@> Buf. 8, 9, 10? Depende, mas sempre muitas. Quase sempre estou conectada. Ao meu favor, dizer que normalmente é umha conexom digamos "passiva", estou ligada pero ando a outras cousas (por exemplo, no choio), também estou ligada no trabalho. Activamente diria que passo também muitas, depende... 4 ou 5, entre um ratinho aqui, outro acolá, e depois horinhas.
Voz en off> Cantas contas de correo tes?
Enjut@> Cinco. A do choio, a das cousas sérias, a do messenger (que é a do lixo também), umha de yahoo que fixem para grupos de correio, e a minha normal.
Voz en off> De cantas redes sociais es?
Enjut@> Nom sei que quere dizer isso das redes sociais. Cousas tipo o facebook e assim? Pois só do Orkut, pero nom o uso practicamente. Depois messenger e skype nom sei se contam.
Voz en off> Que che gusta máis para te expresar: o blog, o wiki, flickr ou twiter?
Enjut@> Só uso o blogue. Os outros nom sei o que som (salvo o flickr que mola), pero podo dizer que odeio os myspace e os fotologs, simplesmente pola estética e o desenho desses sítios, superficial que é umha.
Voz en off>Cantas blogueiras coñeces persoalmente?
Enjut@> Pessoalmente quere dizer coas apresentaçons oficiais de dous biquinhos feitas? Ou de vista também vale? E elas tenhem que saber que as conheço ou com que seja unilateral serve? Oficialmente, conheço duas, vaia, e umha delas a minha irmã assi que tb nom conta mto (nem bloguea mto). Blogueiros conheço mtos mais. E que ela nem imagina que eu sei quem é, pois parece-me que outra (e algum que outro blogueiro também). Assi agora que tivem que pensar, dá-me a impressom de que os homes blogueam mais... mas nom sei se será 1 impressom sem muita perspectiva...
Voz en off> Cantas blogueiras les habitualmente?
Enjut@> Bueno, algumhas som mais activas que outras, pero vaia, em total leio umhas 16-17 (assi revisando por riba o leitor de feeds, e diria que a metade som activas e o resto esporádicas). Em total, e também a olho, devo ter uns 30 blogs sindicados, talvez alguns mais mas alguns também estám inactivos assi que... Dos mais habituais, que imagino que som os dados que interessam, diria que está bastante equilibrado. Nunca o tinha pensado...
E bom, já. Pois para que rule o meme convido à Aultre Narai e ao paideleo, por exemplo. :)

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Depois dumhas semanas de escura regressom à adolescência parece que coa chuvia está a chegar aos poucos também a luz. Igual que daquela resolvera que polo menos havia que rir, que alguém o expressou anos depois dizendo que a risa é a única subversom possível, agora comentam-me put it aside and just enjoy enjoyable things like knowing that Pessoa is great and sharing it ou algo do tipo. Ainda bem que há quem nos lembre estas pequenas cousas que nos esquecem com o passo de outras pequenas cousas. The good thing about all this shit was that it made me feel special, like a film actress or a Jane Austen's character... But maybe it wasn't that good and it's just pathetic... Don't tell anybody anyway and... let me enjoy myself, let me, let me, let me...


As cousas vermelhas som deliciosas. Vermelhas ou laranjas, cores quentes. Comer cousas vermelhas é um privilegio polo que deveriamos agradecer cada dia. Laranjas, pimentos, morangos... Nom sei que tenhem os tais beta-carotenos mas, carai!, estám como querem. Gostaria até de ser daltónica sob pretexto da simples fruiçom estética...



30.000 pés - Pato Fu

Pode acreditar, eu só quero estar longe de ti.

Queria ser um post pró-alegria, pero ficou um com um pouso nom sei como... já nom lhe podo ponher tag ou etiqueta ou o caralho...

[Imagem]

sábado, 5 de abril de 2008

Actas, notas y diligencias


  1. No fundo umha acaba-se cansando de subir-lhe o ego e outras cousas ao pessoal.
  2. Que si, cona, que si, que és mui guapo. Pero eu tenho mais que fazer.
  3. Este país tropical é tam pequeno que colhe num plató de Morangos com açúcar ou Al salir de clase, por exemplo.
  4. Descubro-me profundamente misántropa por momentos.
  5. Tanto bico (dos de verdade e sonoros e dos de bochecha com bochecha) e tanto mamoneo, revolve-me o estômago. Claro que a pizza no estômago e a calor nom ajudam a reduzir a sensaçom.
  6. Este puto calor nom me só me fai beber cerveja. Vai dar cabo de min!!

terça-feira, 1 de abril de 2008








Mas a mim nom me deu superpoderes, jopé.

domingo, 30 de março de 2008

Acta notarial

  1. É verdade que som umha idiota, mas isso nom impede que poida distinguir ou entender as cousas.
  2. Bueno, um menos, um menos e o pior é que nom hai renovaçom do plantel de quem merece o benefício da dúvida.
  3. Meu deus, acabo de ver um anúncio de 1 hipoteca que di "50 años para pagarla. ¡Qué grande es ser jovem!". Bo milaghre!! E tam grande, longo e penoso que tem que ser...
  4. Foda-se, tampouco tenho umhas tetas tam espectaculares. E nom levava nem 1 cm de decote!
  5. É a primavera ou o cheiro do fairi é diferente??
  6. Creo que aquilo co outro (vide ponto 2) é o mais parecido com romperem-me o coraçom que me vai passar na vida.
  7. Num dos filmes que vim hai pouco, ultimamente vejo pélis de mais para a minha média habitual, falavam de que o único pecado era o roubo, assi quem mata, rouba o dereito á vida; quem engana, rouba o dereito a à verdade e tal. Em realidade, eu penso (grande cousa que eu pense, enfim) que o que mais a mim me dói é a deslealdade. Que pode ter muitas formas, como o roubo. Pode-se ser sincero e completamente desleal; pode-se ser infiel e leal. E quem é desleal é porque nom nos quere. Nom se trata, tampouco, de beijar o chao por onde piso. Mas nom sei exactamente que queria dizer com isto tudo...
  8. Y si necesito amor, encenderé el radiador.

sábado, 29 de março de 2008

O outro dia





deveu-me picar umha aranha
ou algo
ao chegar a Santiago
justo antes de te ver.







[Imagem]

quinta-feira, 27 de março de 2008

terça-feira, 25 de março de 2008

Senseless

Esta noite sonho contigo.
E depois à tarde vejo que tenho um e-mail teu.

Que cousas.

sábado, 22 de março de 2008

Me engana que eu gosto

Fiando, fiando um dia entre maçaroca e maçaroca, saiu isto que hai quem adora e que, com essa sonoridade luminosa de céu de verao espelhado na auga, poderia valer como tranquila introduçom à primavera, que dizem por aí que seica chegou.

E enredando a meada, chegou-se a estoutro:



Canção de embalar, literalmente, deliciosa. De ponher umha e outra vez. E entre cores e danças, a madeixa derivou até chegar aos amigos coloridos ou amigos com direito a roce, que quanto mais coloridos menos amigos, talvez pola lendária incapacidade dos rapazes de fazer mais de umha cousa a um tempo. Ainda bo é que o vamos sabendo...

Adoro quando te deixas levar assim

Fechas os olhos e danças só para mim
Uma dança tua
Mistura de não vem que não tem
Com um sorriso porém que me diz que o teu desdém
É só a manhã de alguém
Que diz que vai mas que vem
Me engana que eu gosto...

Março, marçola, trevom e raiola

Em dias como hoje, que começam e terminam atravessados, custa-me determinar se é que som umha incompreendida ou umha inadaptada. O caso é que fai um frio do demo e até seica dam neve a 600 metros! Se vinhessem nuves, tocava, eh. Em março e coas maceiras (parece-mo) em flor, nom me chega a memória para saber se é normal ou nom, como leitores mais observadores e experientes saberám. Mas se quadra é pola lua destes dias que as cousas se torcem e nom pola devoçom, o turisteo (a falta dele) e o frio polar.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Descobrindo, como descubro juntando casualidades detalhadas, as pessoas
atrás das pessoas
ou atrás dos perfis do blogger,
talvez seja igual de fácil que me descubra eu ou que me descubram a mim.

sábado, 15 de março de 2008

Meu deus! A história da minha vida!
Isto de viver no borbulhante centro cultural do país só me fai sentir cada vez mais idiota (e já vinha do sul com umha boa bagagem, nom pensem!).
Menos mal que nos quedam as colónias de ultramar.

Hay que ser realmente idiota para...
Hace años que me doy cuenta y no me importa, pero nunca se me ocurrió escribirlo porque la idiotez me parece un tema muy desagradable, especialmente si es el idiota quien lo expone. Puede que la palabra idiota sea demasiado rotunda, pero prefiero ponerla de entrada y calentita sobre el plato aunque los amigos la crean exagerada, en vez de emplear cualquier otra como tonto, lelo o retardado y que después los mismos amigos opinen que uno se ha quedado corto. En realidad no pasa nada grave pero ser idiota lo pone a uno completamente aparte, y aunque tiene sus cosas buenas es evidente que de a ratos hay como una nostalgia, un deseo de cruzar a la vereda de enfrente donde amigos y parientes están reunidos en una misma inteligencia y comprensión, y frotarse un poco contra ellos para sentir que no hay diferencia apreciable y que todo va benissimo. Lo triste es que todo va malissimo cuando uno es idiota, por ejemplo en el teatro, yo voy al teatro con mi mujer y algún amigo, hay un espectáculo de mimos checos o de bailarines tailandeses y es seguro que apenas empiece la función voy a encontrar que todo es una maravilla. Me divierto o me conmuevo enormemente, los diálogos o los gestos o las danzas me llegan como visiones sobrenaturales, aplaudo hasta romperme las manos y a veces me lloran los ojos o me río hasta el borde del pis, y en todo caso me alegro de vivir y de haber tenido la suerte de ir esa noche al teatro o al cine o a una exposición de cuadros, a cualquier sitio donde gentes extraordinarias están haciendo o mostrando cosas que jamás se habían imaginado antes, inventando un lugar de revelación y de encuentro, algo que lava de los momentos en que no ocurre nada más que lo que ocurre todo el tiempo.
Y así estoy deslumbrado y tan contento que cuando llega el intervalo me levanto entusiasmado y sigo aplaudiendo a los actores, y le digo a mi mujer que los mimos checos son una maravilla y que la escena en que el pescador echa el anzuelo y se ve avanzar un pez fosforescente a media altura es absolutamente inaudita. Mi mujer también se ha divertido y ha aplaudido, pero de pronto me doy cuenta (ese instante tiene algo de herida, de agujero ronco y húmedo) que su diversión y sus aplausos no han sido como los míos, y además casi siempre hay con nosotros algún amigo que también se ha divertido y ha aplaudido pero nunca como yo, y también me doy cuenta de que está diciendo con suma sensatez e inteligencia que el espectáculo es bonito y que los actores no son malos, pero que desde luego no hay gran originalidad en las ideas, sin contar que los colores de los trajes son mediocres y la puesta en escena bastante adocenada y cosas y cosas. Cuando mi mujer o mi amigo dicen eso -lo dicen amablemente, sin ninguna agresividad- yo comprendo que soy idiota, pero lo malo es que uno se ha olvidado cada vez que lo maravilla algo que pasa, de modo que la caída repentina en la idiotez le llega como al corcho que se ha pasado años en el sótano acompañando al vino de la botella y de golpe plop y un tirón y ya no es más que corcho. Me gustaría defender a los mimos checos o a los bailarines tailandeses, porque me han parecido admirables y he sido tan feliz con ellos que las palabras inteligentes y sensatas de mis amigos o de mi mujer me duelen como por debajo de las uñas, y eso que comprendo perfectamente cuánta razón tienen y cómo el espectáculo no ha de ser tan bueno como a mí me parecía (pero en realidad a mí no me parecía que fuese bueno ni malo ni nada, sencillamente estaba transportado por lo que ocurría como idiota que soy, y me bastaba para salirme y andar por ahí donde me gusta andar cada vez que puedo, y puedo tan poco). Y jamás se me ocurriría discutir con mi mujer o con mis amigos porque sé que tienen razón y que en realidad han hecho muy bien en no dejarse ganar por el entusiasmo, puesto que los placeres de la inteligencia y la sensibilidad deben nacer de un juicio ponderado y sobre todo de una actitud comparativa, basarse como dijo Epicteto en lo que ya se conoce para juzgar lo que se acaba de conocer, pues eso y no otra cosa es la cultura y la sofrosine. De ninguna manera pretendo discutir con ellos y a lo sumo me limito a alejarme unos metros para no escuchar el resto de las comparaciones y los juicios, mientras trato de retener todavía las últimas imágenes del pez fosforescente que flotaba en mitad del escenario, aunque ahora mi recuerdo se ve inevitablemente modificado por las críticas inteligentísimas que acabo de escuchar y no me queda más remedio que admitir la mediocridad de lo que he visto y que sólo me ha entusiasmado porque acepto cualquier cosa que tenga colores y formas un poco diferentes. Recaigo en la conciencia de que soy idiota, de que cualquier cosa basta para alegrarme de la cuadriculada vida, y entonces el recuerdo de lo que he amado y gozado esa noche se enturbia y se vuelve cómplice, la obra de otros idiotas que han estado pescando o bailando mal, con trajes y coreografías mediocres, y casi es un consuelo pero un consuelo siniestro el que seamos tantos los idiotas que esa noche se han dado cita en esa sala para bailar y pescar y aplaudir. Lo peor es que a los dos días abro el diario y leo la crítica del espectáculo, y la crítica coincide casi siempre y hasta con las mismas palabras con lo que tan sensata e inteligentemente han visto y dicho mi mujer o mis amigos. Ahora estoy seguro de que no ser idiota es una de las cosas más importantes para la vida de un hombre, hasta que poco a poco me vaya olvidando, porque lo peor es que al final me olvido, por ejemplo acabo de ver un pato que nadaba en uno de los lagos del Bois de Boulogne, y era de una hermosura tan maravillosa que no pude menos que ponerme en cuclillas junto al lago y quedarme no sé cuánto tiempo mirando su hermosura, la alegría petulante de sus ojos, esa doble línea delicada que corta su pecho en el agua del lago y que se va abriendo hasta perderse en la distancia. Mi entusiasmo no nace solamente del pato, es algo que el pato cuaja de golpe, porque a veces puede ser una hoja seca que se balancea en el borde de un banco, o una grúa anaranjada, enormísima y delicada contra el cielo azul de la tarde, o el olor de un vagón de tren cuando uno entra y se tiene un billete para un viaje de tantas horas y todo va a ir sucediendo prodigiosamente, las estaciones, el sándwich de jamón, los botones para encender o apagar la luz (una blanca y otra violeta), la ventilación regulable, todo eso me parece tan hermoso y casi tan imposible que tenerlo ahí a mi alcance me llena de una especie de sauce interior, de una verde lluvia de delicia que no debería terminar más. Pero muchos me han dicho que mi entusiasmo es una prueba de inmadurez (quieren decir que soy idiota, pero eligen las palabras) y que no es posible entusiasmarse así por una tela de araña que brilla al sol, puesto que si uno incurre en semejantes excesos por una tela de araña llena de rocío, ¿qué va a dejar para la noche en que den King Lear? A mí eso me sorprende un poco, porque en realidad el entusiasmo no es una cosa que se gaste cuando uno es realmente idiota, se gasta cuando uno es inteligente y tiene sentido de los valores y de la historicidad de las cosas, y por eso aunque yo corra de un lado a otro del Bois de Boulogne para ver mejor el pato, eso no me impedirá esa misma noche dar enormes saltos de entusiasmo si me gusta como canta Fischer Dieskau. Ahora que lo pienso la idiotez debe ser eso: poder entusiasmarse todo el tiempo por cualquier cosa que a uno le guste, sin que un dibujito en una pared tenga que verse menoscabado por el recuerdo de los frescos de Giotto en Padua. La idiotez debe ser una especie de presencia y recomienzo constante: ahora me gusta esta piedrita amarilla, ahora me gusta L'année dernière à Marienbad, ahora me gustas tú, ratita, ahora me gusta esa increíble locomotora bufando en la Gare de Lyon, ahora me gusta ese cartel arrancado y sucio. Ahora me gusta, me gusta tanto, ahora soy yo, reincidentemente yo, el idiota perfecto en su idiotez que no sabe que es idiota y goza perdido en su goce, hasta que la primera frase inteligente lo devuelva a la conciencia de su idiotez y lo haga buscar presuroso un cigarrillo con manos torpes, mirando al suelo, comprendiendo y a veces aceptando porque también un idiota tiene que vivir, claro que hasta otro pato u otro cartel, y así siempre.
Cortázar, Julio. La vuelta al día en ochenta mundos.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Trato de topar-lhe desesperadamente qualquer sentido a qualquer cousa.



E só me sinto carne de secta.



[Linda imagem daqui.]

terça-feira, 11 de março de 2008

Indecências!

Ante o tremendo sucesso da anterior proposta e a procastinação que coas suas más artes me fixo deixar o banho e a cozinha brilhantes como ouro que reloce, sem ânimo de me desculpar mas com as capacidades de discernimento do que é conveniente ou nom claramente afectadas polo colocón derivado de respirar os vapores produzidos pola mistura de diferentes químicos de diversos detergentes, procedo a encetar, deus me perdoe, o meu próprio e desventurado meme.

Os cinco blogueiros com quem foderia a noite toda (si, si, si, já sei, é o termo neutro, mas que querem, cansei-me de buscar um sinónimo engraçado, natural, moderno, juvenil e que nom fosse castelanismo, que complicado é foder em galego, foda-se) -ainda que umha semaninha inteira essa si que é muinhada:

O Kaplan e a Sun Iou Miou, por amor, sem dúvida.
O Homedareia, por essa voz que tem e porque sempre tivem umha debilidade secreta por perverter os bons nenos.
Os do Inseminario, por puro morbo. Hai que render culto aos clássicos, vejam-se as fantasias de sexo em grupo e tamém sempre me inspirarom um certo cenário bondage.
E, claro, nesta linha, um pouco por tudo o anterior e porque hoje sonhei com ele (!), o Clochard, para o perverter, pola sua evidente e a minha clandestina veia sado, muito muitao por provocar.
E até aí, que a minha vida social blogueira é bastante reducida (a ver se depois disto inda nom piora!), inda que "poucos pero escolhidos", isso sempre.

E agora nomino convido a este meme dos 5 blogueiros em quem foderias (que como tenha tanto sucesso como anteriormente, vamos finos) primeiro, a quem se tenha sentido aludido dos mencionados; depois, à Aultre, à X e, bom, vamos tirar-nos da moto, ao Paideleo (por convidar a brincar que nom seja! :P); finalmente, dado o carácter especialmente aberto da convocatória, a quem queira.

*Actualizaçom: A respeito dos termos técnicos para a foda itself, veja-se o comentário do post anterior! Muitíssimas graças!!! :D Alguns topara-os no voc. sexual de Vieiros, outros conhecia-os eu (que umha tem as suas limitaçons mas também as suas mais-valias! hehe) mas outros som novos e geniais. :)
Quedo com botar-vos um tento ou um caniflai e, desde logo, pasar-vos pola pedra!

domingo, 9 de março de 2008

Hipoteticamente

E digo eu, com tanto meme variado circulando por aí, porque nom nos centramos no importante e se propom um meme com umha lista dos 5 ou 8 blogueiros que gostariamos de conhecer? Biblicamente, entende-se. Porque, claro, conhecer-conhecer seria de umha ousadia terrível.

O número seria só orientativo, se tivessem mais ou menos (mas de maior intensidade, por exemplo :P) debilidades inconfessas, adiante, adiante, que hai absoluçom para todo o mundo. Vá, animem-se!

Mmmm, igual já o houvo e eu nom tenho notícia, que tamém pode ser...





PS.: E como caralho se diz "tirarse a alguien" em galego, por dios?!?!?!

sábado, 8 de março de 2008


Às vezes também convém deixar de querer controlá-lo tudo, que venha o destino botar a partida connosco e que jogue as suas cartas.

8 de Março...


...e a casa sem varrer!





[Imagem]
As pessoas interessantes quando se fazem as interessantes deixam de ser tam interessantes.
*Enfim*
-Quando as pessoas mudam (ou desmudam, no sentido de desaprender), podem ser conscientes do processo? Ou só se pode dar um conta do cambio no final do tunel em pós-visom retrospectiva? Oficialmente, pode um notá-lo ou só o podem notar os outros? E esta sorte de malestar poderia ser pola espada de Dâmocles da mudança?
-Ooohhh, please, so what?


What if they capture us? Said Mrs Bucket

What if they shoot us? Said Grandma Georgina

What if my head were made of green spinach? Cried Mr Wonka


Charlie and the Great Glass Elevator.
Roald Dahl.
[O sublinhado é nosso! ;) ]

Luisa Mandou um Beijo - Amarelinha


Apesar de que a minha irmã di que o meu bloguio é aburrido, que tinha que ter mais narrações de corte pessoal (para a manter informada, chama-lhe burro ao cavalo), mais drama (mais!?), mais sexo (mais!?), mais rock'n'roll e que a minha "personalidade virtual" é super diferente da minha "personalidade real", eu penso duas cousas. A cousa a) é que é preferível que o meu alter ego se desenvolva mantendo um bloguio entediante a que se manifeste em forma de assassina em série e a cousa b) é que nom penso que seja tam diferente, é certo que som duas maneiras de esconder-se, mas no fundo é a mesma cousa.

quarta-feira, 5 de março de 2008



Saiba que nom é o mesmo estar nu do que estar desvestido.





[Imagem de Carlos Morales Mengotti, topada no fantástico mas inactivo canto do xc.]

terça-feira, 4 de março de 2008

A selecçao não jogou nem bem, nem mal, antes pelo contrário...

Nunca lhe tivem amor, nem sequer amizade de cortesia, ao fútebol, fora da eurocopa do 2004 por motivos meramente circunstanciais. Resultava-me de umha gélida indiferença e até me produzia, por quê nom dizê-lo, um certo desprezo. As páginas da secçom de "Deportes" dos jornais, passadas todas de umha vez; zapping automático em quanto acabava o informativo anedótico estándar e davam passo aos frescos e joviais jornalistas esportivos e assim e, na casa, nunca ninguém foi seareiro nem sequer apreciador desse tal esporte. O máximo que se via era o ténis ou o ciclismo depois de comer, aínda que lembro como trilha sonora dos domingos de volta da "aldeia" da minha infância a sintonia de "Carrusel Deportivo" e os resultados das quinielas: Rayo Vallecano-Real Sociedad: uno; Valencia-Racing: equis; Deportivo de La Coruña-Zaragoza: cero! A verdade é que ainda agora nom sei se nesse programa se dam as quinielas ou se estou misturando cousas, mais já se sabe que a memória constrói as lembranças como mosaicos.


Como nom me bastava com ter uns vizinhos que sempre que hai partido, especialmente se joga o Madrid, começam a deleitar-nos com umha sessom de ouveos e gritos desaforados coma, imagino, macacos no cio, agora resulta que um dos companheiros de piso fai o mesmo se joga o Sevilha. A parte dos berros durante os jogos, claro, o de macaco em cio isso é todos os dias. E está meio surdo. E o volume é ajeitado ao seu nível de surdez com o que, consequentemente, toca apandar co irritante som produzido polos locutores com mais frequência do que recomendam a OMS e a Conselharia de Sanidade. Mas nom só nos partidos, também nas horas dos telejornais e quando hai programas esportivos, ou seja, futebolísticos em geral.
Tudo isto resolve-se em que a minha indiferença indolente inicial está-se transformando numha crescente irritação que acabará em ódio visceral com derramamento de sangue se nom tomamos medidas drásticas que passam por calendários dos artistas nus ou diversas pérolas*:
"Reparem como os jogadores do Bayern movimentam-se descrevendo figuras geométricas .. O futebol é uma arte plástica..."


[*Botem um olho, que vale a pena! :D É destas pequenas cousas que se fai a felicidade, ai...]

segunda-feira, 3 de março de 2008

Salto alto

O certo é que, além da sensaçom mistura entre vertigem e superioridade (ia escrever elegância, mas, enfim, isso nom som eu quem o pode dizer) que dá, andar empoleirada em 8 cm* produz algum tipo de efeito nos homes com os que se cruza umha mulher enquanto se balanceia e percute ritmicamente com os tacons nas pedras do chao. Ou ao menos, percebim varias olhadas dessas por parte de vários da recua de homes sudorosos e mais ou menos atléticos com os que coincidim no caminho, consequências de a rota para a casa passar por onde todo o mundo sai correr quando se pom o sol, uuh. Claro que tamém podia ser simplesmente polo barulho tamborileiro do trem, coma quem que diz.
Isso si, como segunda experiência com eles, talvez nom seja recomendável de tudo um passeio às presas, costa arriba primeiro, costa abaixo logicamente à volta, de para aí aproximadamente 40 minutos no total. Coitadas das minhas canelas!! É-che umha risa que até tivem que parar e sentar 5 minutos a comentar um pouco com Valle a paisagem anatómica que se desenvolvia ante a nossa vista.

*Pode nom parecer muito, mas considerando que os meus talons vam habitualmente a rentes do chao, calculem. Nom sei, a sério que nom sei se efectivamente tenhem algum efeito, valha a redundância, estético-estrutural, por assim dizer, na posiçom ou no movimento (à parte de ocasionais tropeços :P). Por outra parte, também nom está de mais provar de quando em vez algumha tortura que nom seja a meramente psicológica :P, por umha simples questom de saúde mental! ;)
[Imagem de por aí]

sábado, 1 de março de 2008

Imaginem, imaginem que essa colega de trabalho, essa que nom cala nem debaixo das auga e que nom contente com isso só faz dizer parvadas sem interesse, tem um blogue. Ou nom só tem um blogue, senom que tem um blogue que ledes habitualmente.
Meudeus!
Nom, nom, me aconteceu exactamente isso (mas parecido), mas imaginem só que lhes acontecesse às minhas colegas de trabalho!!

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Definitivamente, creio que nom estou a ver-lhe grande interesse a independizar-se dum país em que o Chikichiki está a ganhar no myspace de Eurovision e, sobretudo, Eva Hache se apresenta às eleiçons!!

De verdade.

(Mas tamém espero que remontem La casa azul ou Los Wachos, por dios!)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A pontinho de me ir deitar e depois de me comunicar variadamente, ocorre-me vir escrever no bloguio. Certamente, havia um par de ideias que me rondavam a cabeça estes dias, mas por umha cousa ou pola outra nom me puxem. O mau é que agora nom me lembro exactamente sobre que ia o assunto... Pode ser que tivesse algo a ver com o tempo, esse surpreendente desconhecido, para variar, digo eu, mas nom sei. Ou com algumha conversa que nom chegou a ter lugar porque os homes, esses desconhecidos surpreendentes, se assustam com umha facilidade assombrosa e, nos mais dos casos, assombrada.

--Entom anda de férias? E se se enreda com outra?
--Melhor, a ver se aprende algo novo e depois mo fai.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Por petiçom particular e tamém porque é bonito e vale a pena partilhar, coloco aqui este poema que podem ouvir aqui, ouçam, ousem e desfrutem.


Descalça vai para a fonte
Leonor, pela verdura;
Vai formosa e não segura.

Leva na cabeça o pote,
O testo nas mãos de prata,
Cinta de fina escarlata,
Saínho de chamalote.
Traz a vasquinha de cote,
Mais branca que a neve pura;
Vai formosa e não segura.

Descobre a touca a garganta;
Cabelos de ouro entrançado,
Fita de cor de encarnado,
T ão linda que o mundo espanta.
Chove nela graça tanta
Que dá graça à formosura;
Vai formosa, e não segura.


Luiz de Camões
Já quase me esquecera deles, mas os demónios andam soltos de novo...
Podem-se fazer duas cousas, ou três ou nom sei: bem deixá-los tomar o control, remexerem em tudo e deixarem as cousas patas arriba, bem meté-los de novo para o faiado, à força, com calçador, deixá-los aí, até que por algo, despiste ou agente externo, acabem saíndo e armando cristos como desta vez ou bem podo abrir portas e janelas e deixá-los marchar até que se difuminem nos céus ou sacudi-los e botá-los até que sejam menos do que um lixo no ar.
De momento, quase estám a dar cabo de mim, ainda que mantenho a compostura, caminhar dereita e sorrir e fazer coma quem que nom estám, e fago-o e esquecem-me e parece mesmo que nao estám, até que se fai noite como se a vida fosse um filme inquietante.

[Já sei que isto é umha restra de lugares comúns, mas eu só som umha pequena tentando desesperadamente chamar a atençom que agora vai ir por umha aspirina.]

Girls, please notice:



[Vim-no e o post foi inevitável :D]

[Via a funda São, tamém altamente recomendável dito seja de passagem]

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Com motivo do famoso dia de autos que está por vir, e o previsível perigo para os coraçoes sensíveis, deixo-vos um link altamente recomendável ao meu ver com o que tropeçara hai tempo já e pareceu-me que hoje era umha ocasiom adequada para partilhá-lo convosco.
Nom é preciso dizer que concordo essencialmente com o que aí se diz e por isso o comparto. Porque apesar de que às vezes a alguns algumhas cousas nos pareçam de caixom, a outras pessoas parecem-lhes pura heresia (inda que com o sacrílegas que somos às vezes, como nos presta!).
Deixo-o agora mas hei de voltar a isto. Por enquanto, comentem se quiserem. Acho que desta vez merece um pouco a pena. Para um dia que hai algo que convida remotamente à reflexom! :P
(Porque as pessoas às vezes som tam infelizes...)


Diormio, ultimamente as minhas carências afectivas estám contribuindo dumha maneira alarmante ao andamento da economia mundial!







quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Conversas

No choio:

Eu cada vez tenho-o mais claro: quero ser chefe.

Pero mira que tamén hai que saber mandar.

Já; pero a min gostam-me os reptos e os salários altos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008








Pois no Entruido inda triunfava o de ir de reintegrata.















[Imagem presumivelmente de Mel Ramos daqui]

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Sinceramente, nom vale a pena nem rebater obviedades.

Por umha pura razom de higiene mental, combatamos a lei de Berto, si? E nom toquemos mais os colhoncinhos, eh, bonitinhos?
De repente, hai pessoas que um, ignorante e instintivamente, nunca imaginaria que estivessem mortas! Verdade?

since feeling is first

since feeling is first
who pays any attention
to the syntax of things
will never wholly kiss you;
wholly to be a fool
while Spring is in the world

my blood approves,
and kisses are a better fate
than wisdom
lady i swear by all flowers. Don't cry
—the best gesture of my brain is less than
your eyelids' flutter which says

we are for each other: then
laugh, leaning back in my arms
for life's not a paragraph

And death i think is no parenthesis

e. e. cummings



[Nota auto-incriminadora: Como de literatura fantástica nom só nom gosto como nom gosto mesmo, tenho que calmar os apetitos imaginativos próprios da espécie às vezes com poemas de certo amoroso cariz. Saibam desculpar esta necessidade (polo da fantasia) ou imposiçom (polo do amor) sócio-cultural.]

domingo, 27 de janeiro de 2008

Nom?



O outro dia um dos meus companheiros de piso dixo-me que a gente que compra compulsivamente é porque tem carências afectivas.
Entom, digo eu, as carências afectivas favorecem o consumismo?
E criam emprego? E gerem os mercados de valores mundiais?
Logo, as carências afectivas som o motor da economia?
(Rápido, rápido, deixem de abraçar-se, parem a crise económica, detenhamos a recessom! Eu pola minha parte fago o que podo: tenho que comprar umhas botas, um carro, umha saia e tudo o que isso implica).
E se economia move o mundo, as carências afectivas som as últimas responsáveis das voltas da terra
e, digamos, do devalo das marés?

Vaia...

(Non sei se che nos tinham mais enganados os hippies ou os físicos.... E cada vez entendo menos por que malfollada é um insulto.)



[Imagem]

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008


Atençom:



A falta de empatia pode produzir irritaçom das mucosas.



[Imagem]


segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Dixerom-me que o inverno se vai, que os dias som cada vez mais longos. Nom sei. Eu som essencialmente dramática e as pequenas mudanças resultam-me dumha impossibilidade qual minimalismo.
As noites seica se fam pequenas pequenas, os amantes perdem horas e as minhas inclinaçons e afectos diminuem com um leve toque crepuscular e um certo ar apocalíptico.
Disque a primavera vai vir, pero eu nom sei se crê-lo.



[Imagem]

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Buf...




Um dia destes nom me
resisto, meu deus!





segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Ai! Pois agora toca a felicitaçom de ano novo. Vaia por diante que, pese às minhas queixas e reticências, desejo-vos de coraçom que tenhades um ano novo onde continuem as cousas boas deste, que as más sejam poucas e passem logo e que haja surpresas agradáveis.

E se falo de cousas boas e más é para pedir-vos, se sodes do tipo de pessoas que fam reconto e balance e propósitos de ano novo e tal, que vos regaledes com delectaçom coas cousas boas do ano passado e da vida inteira, cousas que nom queremos que mudem, cousas que nom é preciso carregar de intençons de cámbio e frustraçons, co deslumbrantemente violáceo que estava o mar o último dia, co bem que nos ficam aquelas calças, com esse delicioso detalhe em forma de carícia que nos deixa com cara de parvos, coa curva perfeita do nosso nariz e com esse sinal estratégico, co que um se ri tentando pronunciar zweiundzwanzig ou tentando sacar algum som da tuba, com aquele bico, com aqueles sapatos, com aquele livro, co bem que cozinha a mamá.
E que isso nom mude nunca.
Essas som as contas que hai que botar, nom?

Feliz ano novo a todos!





[Imagem]

sábado, 29 de dezembro de 2007



Oxalá tivéssemos as cousas da cabeça tam ordenadinhas como as do corpo!





Na matança, ademais de outras cousas, um dá-se conta do bem colocado que o temos todo por dentro.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

You Belong in Dublin

Friendly and down to earth, you want to enjoy Europe without snobbery or pretensions.
You're the perfect person to go wild on a pub crawl... or enjoy a quiet bike ride through the old part of town.


Ohhh, come on!!!! No way. Definitely, I'd rather went to Edinburgh...

(Si, si, pero o pé de foto é porque, carai, eu nom gosto especialmente de Dublino... E amais este couso coincidiu que o fixera aos poucos dias de voltar. Que cousas, eh. Oh! Mas já se sabe que os testes vam à misa. Deveria tomá-lo como um sinal? De quê?)


[Remexo por posts sem publicar e ponho isto porque nom queria que nom houvesse nada entre as felicitaçons do ano novo e Natal. Topei outras cousas curiosas... talvez, se a seca continua, me dea por sacá-las à luz. Recem por que chova!]

domingo, 23 de dezembro de 2007

Bicos de chocolate







Boas e doces festas!












[Ai, que parquidade... mas ao menos é umha felicitaçom saborosa!]

domingo, 9 de dezembro de 2007

Conselho





Quando se trate de questons eróticas* nunca fagam caso** de conselhos*** de amigas ou amigos****.











* Aventuras, affairs, one night stands, rolletes, namoros, amorinhos das silveiras, histórias... o que for.
** Desabafem e contem as penas se querem, mas do feed-back nem caso.
*** Tranquilos que este vem de parte de umha simples conhecida, eh.
**** De ninguém!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Mosquitos, casualidades e redeiras



Eu nom sei se som doce, se os meus beixos som doces, nom o sei. Sei é que a vida é 1 teia de aranha em que algumha penélope mal fadada ou bem achada se dedica a tecer interminavelmente casualidades cruzadas nas órbitas do tempo como um tapiz renacentista, fiando vidas e caminhos e cores uns com outros; ou talvez seja algumha parca entediada que gosta de Kandinsky, Van Gogh ou da arte andina, nom sei. O que me tenhem dito desde pequena é que seica tenho o sangue doce e por isso os bichos me picam. Às vezes gostaria de ser ti ou ele para beijar-me e provar-me e saber em espelho como sei, se doce ou fresca ou essas cousas que se dizem às vezes. O conto é que neste novembro atípico, embora nom tropical, nom me dam deixado os bichos, vários, que me rondam. Quando por fim parecia que já me livrara, descubro novas e molestas evidências da sua presença na pele. Nom era que morriam ou algo nesta época?


quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Oh, meu deus, meu deus, o que topei outra vez por aí polo mundo!!! (de puritita casualidade, claro!)
Vejam e, sobretudo, confiram, se fam favor:

Preliminares:

CARNEIRO: Não tem tempo para preliminares.
TOURO: Começa e continua… Continua… Continua…

GÉMEOS: Quer um ménage à trois.
CARANGUEJO: No jacuzzi.
LEÃO: Compra disfarces.
VIRGEM: Toma banho antes, durante e depois.
BALANÇA: Não se quer decidir se quer ou não…
ESCORPIÃO: Quer a toda a hora e todo o dia.
SAGITÁRIO: À luz das estrelas.
CAPRICÓRNIO: Prefere ficar por cima.
AQUÁRIO: Gosta de multidões.
PEIXES: Desmaia com a beleza do acto.


:D
E comentarios depois do sexo:

Carneiro: "Ok, vamos fazê-lo outra vez!"
Touro: "Estou com fome - passa-me a pizza."
Gémeos: "Viste o comando da televisão?"
Caranguejo: "Quando é que casamos?"
Leão: "Não fui fantástico?"
Virgem: "Preciso de lavar os lençóis."
Balança: "Eu gostei se tu gostaste."
Escorpião: "Talvez seja melhor eu desamarrar-te."
Sagitário: "Não me telefones - Eu telefono-te."
Capricórnio: "Tens um cartão de visita?"
Aquário: "Vamos tentar agora sem roupas!"
Peixes: "Como é que disseste que te chamavas?"

[A mim quasequase me acerta, hihihi. ;) ]

Hai algum doutor na sala?!






Rápido, rápido, necessito algo de espontaneidade escritora
!!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Bom, a segunda cousa mais á mão que procuro por 7 páginas, tradicional número mágico, nom chega à página 161, portanto nom tem quinta frase; mas a terceira cousa, agora si, dá nisto (é o que tem nom fazer trampas):

Alén diso, no seu caso, proseguiu clarexando aquela mente prodixiosa, hai unha penalización extraordinaria pola orixe periférica da transferencia, ao que lle temos que acrecentar un gravame comunitario e o cobro dun selo fiscal nacional. Mirei-no e, entendendo, puxem cara de nom entender e lamentei nom ter mais um botom da blusa desabotoado porque assi polo menos, embora aínda inevitável, poderia ter sido um pouco mais divertida a visita ao banco mas o único que puidem fazer foi inclinar os ombreiros para adiante de modo a evidenciar o caminho cara a recantos mais turbadores e menos financeiros, ou talvez nom. Todo isto porque apesar das lentes, ou graças á combinaçom das lentes, as entradas incipientes e umha idade indefinida a partir dos 30, pudem notar umha olhada mal dissimulada ao botom impertinente e nom quixem evitar o nascimento dumha intuitiva vontade danada de enredar.



Como vedes, apesar da prosaicidade aparente da condenada 5ª frase do caralho do terceiro livro (ou talvez pola sua poética evidente), nom quixem tampouco de nengumha maneira evitar cair na tentadora heterodoxia de cabaré de microrrelatar (e poria-lhe de título algo tipo "Femme fatale" ou algumha outra parvada).
Depois da heresia literaria e como pessoalmente adoro convites pessoais, permito-me fazer os cinco correspondentes e dar as graças a deus porque regulamentariamente nom hai que fazer mais de meia dúzia (ainda que claro, calquera um que passe por aqui também está convidado): o ictioscopio, a selva, o paideleo, o sugar kane e a aultre.


[Imagem]
Pois de blogue a blogue e de curioseos vários e recentes feed-readeiras adquisiçons, decido aceitar um desafio a quem passe por ali porque, a pesar do muito que gosto de desafios pessoais, passava mais que por ali e em efeito gostei do assunto.
Coincide que última e casualmente tenho tido livrichos à mao por diversos motivos como limpeza que fixerom de biblioteca ou laborais consultas de ediçons facsímiles e subsequentes minutos sentada entre os estantes da tal biblioteca onde repousavam, entre lixos vários, as tais ediçons consultadas e onde se me iam os olhos atrás de certos tentadores livros; daí a desafios como caídos do céu é um passo natural.
O caso é que é que livro próximo e sem procurar hai aqui um no sofá mas para que tenha página 161 vou-me ter que ir até o quarto e mirar ali porque acá o libro do esperma "só" chega a cento vinte e pico.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007


Francamente, creio que necessito nom saber (graças ás opinions mais que fundadas das minhas amigas e a certa intuiçom felina) se a pessoa que tenho em frente é boa de cama.
Na sala de estar [2] sem fazer muita cousa e de repente chega este e queda por ali de pé e pergunto-lhe:

–Eiii, ¿qué haces?
–Estoy.

domingo, 18 de novembro de 2007

Ofelia

Esta ofelia no es la prisionera de su propia voluntad
ella sigue a su cuerpo
espléndido como un golpe de vino en medio de los hombres
su cuerpo estilo renacimiento lleno de sol de Italia pasa por buenos aires
ofelia yo en tus pechos fundaría ciudades y ciudades de besos
hermosas libres con su sombra a repartir con los amantes mundiales
ofelia por tus pechos pasa como un temblor de caballadas a medianoche por Florencia
tus pechos altos duros come il palazzo vecchio
una tarde de verano de 1957
iba yo rodeado de tus pechos sin saberlo
era igual la delicia la turbación el miedo
las sombras empezaban a andar por las callejas con un olor desconocido
algo como tus pechos después de haber amado
eras oscura ofelia para entonces y enormemente triste
una adivinación una catástrofe
un oleaje de olvido después de la ternura
una especie de culpa sin castigo
de furia en paz con su gran guerra
andabas por Florencia con tus pechos yendo y viniendo por las sombras
con saudade de mí seguramente
tu hombro izquierdo digamos
lloraba a tus espaldas o largaba sus ansias lentas en el crepúsculo y ellas venían a mi sangre
o eran un temblor como un presagio
gracias te sean dadas ojos míos
yo les beso las manos bésoles muy los pies
gracias narices muchas gracias oídos con que escucho los ruidos
de la ofelia
antes apenas era una ciudad de Italia
sus tiros me llenaban de otra desgracia el corazón.

Juan Gelman

, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Escuito a mesma cançom umha e outra vez. Cheiram-me as maos a cascas de laranja ácida do país. Chegou o outono e ando a ler certos líricos sudamericanos tam alegremente que em mim ficam unicamente as sensaçons. Ali em Novembro é verao e aqui ainda é este domingo em que acaba de fazer a sua húmida e categórica entrada o outono que até hai nada acariciava tímido umha intençom de folhas a cair e frio coa ponta dos dedos; que si, que nom, que si, que nom, que si. Pa-re-ce-que-cho-ve.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007


Vamos ver, carinho, é que eu nom som normal.
Nom é umha desculpa, é um facto.
E eu compreendo, claro que compreendo,
nom vaias pensar,
porque,
basicamente,
eu tamém gosto,
até certo ponto,
de pessoas normais,
easy to use,
sim,
dessas
que venhem com abre-fácil sócio-cultural.





[Imagem]

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

A louça

Eu nom sei para que estudei umha carreira se do que realmente gosto é de lavar a louça.
Relaxante, gratificante, até divertido...
Um bálsamo, um gosto, umhas musiquinhas de fundo, um estropalho decente, com parte "salvauñas" e parte bem áspera e dura, claro; outro de alumínio por se as cousas se ponhem difíceis) e a gozar.
No final, certamente, deixar o fregadeiro bem limpinho.



Mmmmmmmmmmmmmm!

Claro que se o fixesse todos os dias... talvez deixasse de ser um prazer.

(:-O Que drama! )


[Imagem]



Na sala de estar:

Aiiiii, nadie me quiere, nadie me escribe y nadie visita mi blog.

Bienvenida al club de los olvidados.

domingo, 11 de novembro de 2007


A beleza é um sentimento.


segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Ala, ala, o que topei!! hehehhe Tinha que postá-lo, claro.

Frases de engate dos signos do zodíaco:

CARNEIRO: Estou a arder. Posso partilhar o teu repuxo?

TOURO: Tinha de vir falar contigo. A doçura é o meu ponto fraco.

GÉMEOS: Tens algum livro em atraso para entregar na biblioteca? É porque tens a palavra “multa” escrita em todo o lado.

CARANGUEJO: Tens aí 1€ que me emprestes? É que quero telefonar à minha mãe para lhe dizer que acabei de conhecer a pessoa com quem vou casar.

LEÃO: Está quente aqui ou sou só eu?

VIRGEM: Querido(a), deves ser uma vassoura porque acabaste de me varrer o coração com tanta emoção.

BALANÇA: Se tivesse uma rosa por cada vez que penso em ti, levaria o resto da minha vida só para atravessar o meu jardim.

ESCORPIÃO: Em tua casa ou na minha?

SAGITÁRIO: Olá, estou a elaborar um projecto sobre as melhores coisas da vida. Posso entrevistar-te?

CAPRICÓRNIO: Foste sempre assim tão querido(a) ou tiveste de te dedicar a isso?

AQUÁRIO: És quente. Deves ser o/a causador(a) do aquecimento global.

PEIXES: És tão bonito(a) por dentro como és por fora?

Acerta-lhes?
O certo é que, no meu caso, passo a vida a dizer isso :P
Mas nom necessariamente para engatar (a nom ser que seja inconscientemente, uuuhhh), é que está muito calorrr no mundo mesmo!


1. As viagens estám bem. Vês sítios bonitos, ris-te, vês mais sítios. Pero nom sei por que razom a gente sempre se enfada e o dia depois é como umha ressaca.
2. É por essas e por outras que vejo que estou a desenvolver umha perigosa misantropia sazonal que de nom ser devidamente curada desembocará numha descrença crônica nas pessoas.
3. Este cliché de escritor que já publicou (ou de aficionado à literatura) que leva anos preparando a seguinte novela que nom dá saído, é verdade ou é só personagem fílmico-livresca?
4. Novela por entregas, epistolar ou blogue?
5. Creio, definitivamente, que o que acontece é que as pessoas, algumhas, simplesmente resolvem iludir-se e acreditar e por isso sentem e vivem e mordem. Pero eu, eu nom podo, nom podo, nom podo com elas, parecem-me tam naïves.
6. Nom me gosta a gente que nom fala, senom que cita e recita e nom só contente com nom dizer nada próprio (cousa bastante impossível para qualquer um, óbvio, por algo somos puzzles de influências), regocija-se em mostrar-lhe ao mundo a sua extensa erudiçom (devo confessar que a níveis menores, eu própria tenho feito cousas do tipo, mas más por poesía que por verdad.)
7. Pola mesma razom, parece-me idiota a gente que fala de sexo (mais do que falar, escrevem em blogues) com arrogância. Como se todos os demais fôssemos um monlho de frígidos (especialmente frígidas, dado que já se nos pressupõe), que nom sabemos follar nem usufructuar os intensos, profundos e húmidos mistérios do sexo (nem em frequência nem em qualidade, claro), além de uns retrógrados que consideramos qualquer cousa que vaia mais alá do papai-mamãe umha perversom aberrante, desde porno a sado, passando por qualquer cousa pola que haja que passar; como se o sexo fosse como coleccionar cromos, ter um BMW ou um Audi.

Ai, paciencinha...

[Imagem]

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Às vezes pergunto-me como seria se ele, ele ou ele escrevessem sobre mim na cama.


Mas se o penso de verdade, nom, suponho que prefiro nom saber, polo si ou polo nom. Como esse tipo de perguntas que nom se devem fazer.
[Imagem de por aí]

segunda-feira, 22 de outubro de 2007


Estava eu felizmente, é umha maneira de falar, tentando esquivar-me das setas envenenadas de todas as cousas que deveria estar a fazer ou, como mínimo, pensar fazer enquanto lia blogues que tinha sem ler, concretamente um, que me produz uma inveja terrível por razons diversas que nom interessam mas sobretudo basicamente porque está localizado em deliciosas latitudes mais setentrionais quando, all of a sudden, recebo um mail também desde isso que se podia considerar norte geograficamente perpendicular e que, pizpireta, me alegra o outono.

[Imagem]

Casualidades como esta fam que mereça (?) a pena escrever um post adiado por falta do que dizer e de vontade desde o regresso (semanas há e horas eram).

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

(Mais sobre perguntas)







Se nom che interessa,
nom perguntes, cona!










(Nom ves que eu at'e respondo?)



quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A culpa 'e minha



Quando aprenderei que para nom receber respostas est'upidas,
simplesmente hai que deixar de fazer perguntas est'upidas, cona!


(Boba, boba, boba!)

[Imagem]