domingo, 1 de setembro de 2013

Velhas cismas nunca morrem

O que som as cousas. O ano passado por este tempo o único no que pensava era em rapar a cabeça ao zero e ir a 1 praia nudista. Que se o subconsciente, ou será o inconsciente?, que se a secçom de psicologia da prensa diaria ou o Punset, pero o certo é que nom fai falta recorrer aos clássicos para ser capaz de observar umha clara descarnada, lacerante quase dolorosa necessidade de liberaçom, nudez, transparência. O de descarnada e lacerante concreto-vo-lo eu, cortesia da que escreve, ou será que subscreve?, que dous adjectivos nom me davam para transmitir afi(n)adamente os matizes do assunto.

Ni que decir tiene que afinal nom fixem nengumha das duas cousas. Ainda que cortei o pelo bastante e as praias ser eram nudistas, mas estar estavamos na zona dos "textiles", aí no quase. Quiero y no puedo. Pero quiero, quiero, quiero e sinto-me como umha mosca que nom para de andar aos tombos contra o cristal da cozinha, sem dar saído.

Este ano, ainda que ainda coleam as inquedanças do ano passado, o que quero é um pendente no nariz. E talvez 1 tatuagem colorida. E muitas roupas excéntricas.

Isto que baje Freud y lo vea.



Foto minha, introspectando.


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E o tempo, que corre sem parar.

3 comentários:

Kaplan disse...

Que nunca morren téñao por ben certo (xa me ve a min, indo e vindo, e volvendo marchar para estar aquí de volta se saber moi ben por que ou por que non)
Como vde mesma di, Baje Froiz y lo vea.

Sun Iou Miou disse...

Eu á praia nudista nunca! Polo menos, os calcetíns non os quito: que grima as areas nos pés... ;)

La queue bleue disse...

Bem re-volto seja, sr. Kaplan, porque si ;-) E que todos o vejamos.

Em parte tes razom, Sunzinha, os calcetins som importantes em qualquer contexto sem discusom e as areas umhas puñeteras. ;-)