sábado, 29 de abril de 2006

ah, q me esquecia, mais 25 de abril, seica também é o dia do gelado!!
Creio que sobretudo esqueço, mas perdoar eu penso que nom perdoo.

(E esqueço muito. Também é o que me salva...)




Si, ando-che-vos um chisco nas nuves normalmente e por isso...

quinta-feira, 27 de abril de 2006

Hoje foi um dia interessante, já lhe concedim o benefício da dúvida ao verao, puxem sandálias, si senhore. Agora o verao já é legal. Ainda nom me puxem co da operación bikini (inda q isso nom é necessário para dar-lhe pleno direito ao verao, porque se fosse, pobre de mim)... puagh... o pior é que dever, deveria. Ai... eu a força de vontade é que nem a cheiro.
Por outra parte, nom dou aprovado o puto exame prático de conduzir...
:S

Fascina-me a publicidade...
¿Tú qué haces este fin de semana?
--Yo hago el amor, ¿y tú? ¿qué haces este fin de semana?

Considerando que é umha das duas ou três carreiras às que acederia ao segundo ciclo sem problema desde a minha, à qual, diga-se de passagem, pode acceder tododios, pois igual até me animava... ainda que o direito económico também me tenta... e a geologia... que bonita... e antropologia, eh? Essa é outra que tal...
Que vidinha...

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Onte foi 25 de Abril. Esqueceu-me comentar que disque onte também foi o aniversário de uma das revoltas irmandinhas.

terça-feira, 25 de abril de 2006



Já sei que som típicos-tópicos, mas um voto:
cravos para todos.

Onte, hoje aqui já é onte, foi 25 de Abril.












(Saibam desculpar mas todos temos os nossos pequenos amores e os nossos meninhos bonitos. Debilidades, nom si? (ainda que pareça difícil de acreditar som humana :P) ]
[isto era de onte, pero nom sei o que fixem que nom o postei bem, vai hoje, ainda que atrasado, eu sei, mas exercitem a imaginaçom, volvam atrás um dia no tempo, só durante os segundos que vos leve ler por aqui isto, que nom há ser muito...]


Buf. Havia tempo que nom escuitava a rádio de jeito, já nom me lembrava da alegria de viver que dá. Assi como algumhas películas, mas pélis menos do que rádio, chi. Nom esqueçamos que som histórias e o das histórias é-che umha história do caralho... O próximo destino consciente vai ter que ser múrcia, toledo, teruel, albacete, guadalajara, madeira. Um desses... ao menos. Tomara que todos... Quem di vai ter que ser, di deveria ser. E falando de deveres, tenho que cuidar mais a minha expressom oral, chi. É fundamental saber dar-lhe à língua. Si, para isso também mas agora falava eu doutras cousas. Que nom todo vai ser luxúria e perdiçom. Nom todo... ai, esta auto-ironia... que me perde! ;) Como era aquilo de ai que me levas ai que me levas ai que me deixo levar. Ou algo assi parecido.
Que nom somos grandes literatos? Isso pensas tu, pero dum jeito ou doutro todos che andamos com histórias.
E fiando, fiando, da Borboleta Branca dos Ginga, chegamos aqui

A Terezinha de Jesus de uma queda foi ao chão
encontrou 3 cavalheiros todos de chapéu na mão,
o primeiro foi seu pai, o segundo seu irmão
o terceiro foi aquele que a Teresinha deu a mão.


E manha é 25 de Abril (sempre!). Outra história bonita. Os mitos alimentam como pão e às vezes o cepticismo tem que se render para poder acreditarmos em cousas bonitas e experimentarmos um pouco de beleza. Que senom nom é nada.

segunda-feira, 17 de abril de 2006

Ai... vou tentar escrever um post de jeito teorizando sobre o abismal mundo das lavadoras. As lavadoras, esses seres que fam um ruido do demo e nos que só reparamos quando nos asolagam a cozinha ou quando algúm simpático vizinho tem a fabulosa ideia de a conectar a horas pouco apropriadas para lavadoras decentes. Além disso, as lavadoras las carga el diablo, ainda que na minha teoria tem mais peso a hipótese de que os trasnos que antes andavam polos caminhos, polas nas cortes e polas casas e tiravam coas cousas, rachaban as potas e trasnadas diversas, agora estám nas lavadoras. Si. Essa é a explicaçom de muitos fenómenos estranhos que acontecem nas lavadoras e proximidades. Roupa que muda de cor inexplicavelmente se lavache com auga fria e nom meteche nada da cor invasora ou havia umha camiseta dessa cor que tés de hai 1 ano e que lavache 40.000 vezes e nunca passou nada, calcetins que desaparecem, estranhos ruiditos e perdas de auga os dias alfa e omega de cada mês, segundo tire o ar, etc, etc.
Mas o pior é que todas as cousas do mundo algumha vez forom parar dentro dumha lavadora... por nom falar de gatinhos e bebés segundo as últimas tendências em lendas urbanas... Bom, o dos gatos nom che vos é lenda nengumha, eu sei de um que morreu assi... coitadinho...
Mas lavadoras, lavadoras. O outro dia saim da casa de caminho à outra casa e dei-me de conta polo caminho de que nom sabia onde estavam as minhas tarjetas (de banco, bus y demás)... Entom considerei duas possibilidades: ou as deixara ciscadas nalgures polo quarto, possivelmente na mesa de noite, ou entom estavam no peto dos pantalons que iam dobrados no fondo da mochila que levava ao lombo. Nada grave de mais... Daquela, depois de levar uns dias na casa (na outra) ocorre-se-me pôr a lavadora. Alegremente.
Inda que quase tenho q chamar a meus pais pq nom sabia em que numero havia q pôr a rodinha. De facto, puxem-no num que nom era. Tinha umha marca na que punha stop. Puxera-o perto do stop. E qdo tal vejo que a roda se começa a mover cara atrás, daquela puxera-o no final dos lavados, a todo isto a lavadora seca que nem umha lampreia. Quixem voltar a mover a roda e n havia maneira. Apaguei-na a ver se apagada podia mover a rodinha da fortuna e tampouco. Tivem q deixar que acabase de nom lavar para pô-la num dos outros números... Era umha cousa bizarra... dava miedito...
Fum tender a roupa e toda a léria. No dia seguinte: Ai, as tarjetas!!!!
Alá vou para o tendal...
Efectivamente... limpinhas ficarom... claro que parva de mim por tê-las todas juntas...
Hai moito tempo que estou aki metido
e comezo a estar farto pq nom podo sair,
hai moito tempo que estou aki metido
e empezo xa a estar farto pq estou moi aburrido.

REFRAO:
Estou na lavadora, estou na lavadora,
estou na lavadora, estou na lavadora,
ah ah! sacademe pronto de aki

A minha nai tamen foron chamar para que vinhera
con un sacho para poderme sacar
e o meu pai tamen o foron avisar ara que vinhera coa escopeta
para poderme sacar.

REFRAO

Estou aki nom podo sair,
por favor, virme acudir,
estou aki nom podo eskapar,
por favor, vindeme salvar,
tenho medo de afogar xa comezo a centrifugar
¿que vai ser de min? sacaime pronto de aki!!
Tb é de dominio público que os caimans acabam nas lavadoras!


PS: As tarjetas funcionam... já sabedes que as podedes lavar sem qualquer problema quando vos pareça que o necessitam! ;)

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Mmmmm, deléitense..


Espantapájaros

No sé, me importa un pito que las mujeres tengan los senos como magnolias o como pasas de higo; un cutis de durazno o de papel de lija. Le doy una importancia igual a cero, al hecho de que amanezcan con un aliento afrodisíaco o con un aliento insecticida. Soy perfectamente capaz de soportarles una nariz que sacaría el primer premio en una exposición de zanahorias; ¡pero eso sí! -y en esto soy irreductible- no les perdono, bajo ningún pretexto, que no sepan volar. Si no saben volar ¡ pierden el tiempo las que pretenden seducirme!

Está fue - y no otra- la razón de que me enamorase, tan locamente, de María Luisa. ¿Que me importaban sus labios por entregas y sus encelos sulfurosos? ¿Que me importaban sus extremidades de palmípedo y sus miradas de pronostico reservado? ¡ María Luisa era una verdadera pluma! Desde el amanecer volaba del dormitorio a la cocina, volaba del comedor a la despensa. Volando me preparaba el baño, la camisa. Volando realizaba sus compras, sus quehaceres... ¡Con qué impaciencia yo esperaba que volviese, volando, de algún paseo por los alrededores! Allí lejos, perdido entre las nubes, un puntito rosado. "¡ María Luisa! ¡María Luisa!... y a los pocos segundos, ya me abrazaba con sus piernas de pluma, para llevarme, volando, a cualquier parte.

Durante kilómetros de silencio planeábamos una caricia que nos aproximaba al paraíso; durante horas enteras nos anidábamos en una nube, como dos ángeles, y de repente, en tirabuzón, en hoja muerta, el aterrisaje forzoso de un espasmo.

¡ Que delicia la de tener una mujer tan ligera... aunque nos haga ver, de vez en cuando las estrellas!

¡Que voluptuosidad la de pasarse los días entre las nubes... la de pasarse las noches de un solo vuelo!

Después de conocer a una mujer etérea, ¿puede brindarnos alguna clase de atractivos una mujer terrestre? ¿Verdad que no hay una diferencia sustancial entre vivir con una vaca o con una mujer que tenga las nalgas a setenta y ocho centimetros del suelo?

Yo, por lo menos, soy incapaz de comprender la seducción de una mujer pedestre, y por más empeño que ponga en concebirlo, no me es posible ni tan siquiera imaginar que pueda hacerse el amor más que volando.

Oliverio Girondo



quarta-feira, 12 de abril de 2006

Pois já eram horas, nom si?
Yo en lo primero que me fijo es en los ojos.
Si? Pois eu nom. Deve ser por isso que som tam despistada conduzindo, pq nom me fixo nom que me tenho que fixar, claro... nom me salto semáforos e nom me como motos porque dios no lo quiere... mas isso é outra história.
Que fria sai a auga da billa... e que bem cheira a roupa da lavadora, mmmmm, hoje lavei a roupa da cama e falando de outras histórias, o tanga prometido. Umha das outras vezes que mudei a roupa da cama e tal, resulta que qdo estava colocando a funda do edredom e resulta que levantei o colchom para meter o borde do edredom e que se enganche ali, enfim, o procedimento normal, pois nom sei como e nisto que miro para o somier... e que vejo ali? Um tanguita, vermelho, todo engurrado... :O
Flipei, claro... E milheiros de dúvidas aparecerom: de quem é? como chegou até aí?? e o mais importante!!! desde quando estava ali?!?!?!?!
O caso aconteceu depois das férias de Natal...
(Meu nom era, eh!!)
Pois nada, chamei polas companheiras de piso que estavam nesse momento por ali e dixem-lhe "a que nom sabedes o que encontrei??? uuhh" e nada, umha farta de rir...
Ni qué decir tiene que eu já supuxem que o tanguita nom era de nengumha delas, claro... Tras deliberaçons várias chegamos à conclusom de que é da companheira de piso que nom tava ali... (somos 4) Mas claro... igual nom era... e se era? que fazia na minha cama?? Eu quero pensar que nom é... ou q se é que leva ali desde o verao... de qq maneira, tudo bem se alguém usou a minha cama (é de matrimónio) para algo q nom era dormir, isso nom me preocupa, assi polo menos alguém a aproveita!!!
Mas se mo tivessem comentado quase que melhor, nom si? :P
Desde aqui faço público que eu empreso a minha cama a quem a precisar! :P Mas com conhecimento de causa, per favore. XDDDD
Bom, e claro... o de follar tá mui bem, si senhor, mas que fazemos agora com o tanga perdido??
Primeiro que tudo, nom temos a certeza de de quem é. Portanto... opçons:
a) falar com a principal sospechosa? Nem pensar!!!!!
b) tirar com ele?
c) deixá-lo no tendal tranquilamente e se é seu já o colherá e se nom ali quedará para a posteridade?
d) ocorrese-vos algo melhor???
... nós, trás fondas deliberaçons, chegamos à conclussom de que a "c" é a mais adequada... ainda que na práctica eu n fixem nada... e nada farei suponho :P

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Aqui estamos. Diria que tenho um burato nos bolsillos e que vou perdendo as palavras, mas realmente a vida é mto mais prosaica que tudo isso. O que tenho é algo de sono e se juntamos a isso a falta de efeitos psicotrópicos variados ou alcois diversos, pois pouco se me pode pedir. Nom comentei que voltara cortar o pelo? Si, hai duas semanas, e já noto q me medrou! Desde logo... isto é um sinvivir. :P
I ara que?

De resto... bom, cousinhas meio loucas diárias, mas isto nom é o "hola!" :P para dar mais info necessito molhar a boca com algo alcólico, ai ai...
Um destes dias hei de contar a história do tanga misterioso q apareceu debaixo da minha cama...

segunda-feira, 3 de abril de 2006