segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

País tropical


Conhecem aquela teoria dos 6 graus de separaçom?

Na Galiza som 3.
No máximo.


[Imagem]

Confissom




Quem me ia dizer a mim que aos meus anos ia acabar a necessitar buscar em internet como (caralho) fazer a raia dos pantalons...




Ai, mira que como aprenda a cozinhar já vou valer para casar.
Haja paciência...







quinta-feira, 5 de novembro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009



Hoje o único que me falta para estar numha série ou num filme daqueles é umha caixa de kleenex e um bote de gelado de chocolate de 2 litros...





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Tenho uns anacos de caramel shortbread, pero nom é o mesmo...

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Actas, notas y diligencias

1. Creio que esta é umha das vezes em que tenho umha desculpa verdadeiramente boa para ter passado anos sem passar por aqui.

2. Algumhas já tinham a exclusiva, mas os outros devem saber que estou acabada de quase aterrar na Pérfida Albion e em processo de assentamento.

3. Se a perfidia é tam boa como o chocolate, chapeau!

4. By the way, é para dar aulas de fiesta y siesta, quem nos verá a mim e à minha escassa paciência entre pequenos e nom tam pequenos hooligans. Gosh...
5. Devido a estas razons latitudinárias e essencialmente administrativas, levo séculos sem me passar polos meus blogs de cabeceira, mas, antes de que me rebente o leitor de feeds, hei de lhe dar um bom repasso.

6. Ai si, o dia que dêe falado sem pronunciar os -r finais vou botar un foguete. Figurativamente falando, claro.

7. Até o verão, como andorinhas e as mini-saias. Vários meses de cups of tea and scones.

8. Contextualmente, nada que ver, mas Caetano é magia e por isso:
London, london - Caetano Veloso

9. While my eyes go looking for flying saucers in the sky...


[Imagem]
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Hai 1 versom de Cibelle que tamém é interessante e soa mui bem, e o vídeo é mais engraçado que o de antes.

domingo, 20 de setembro de 2009

Actas, notas y diligencias (retrospectiva)

1. Ao que parece, segundo comunicaçons cibernéticas que me chegarom no seu momento, o dia 31 de Julho fora o dia do orgasmo. Vou atirar-m... digo... caír no tópico hormonal ou estival que se espera da juventude de hedonista da qual já queria ser eu umha representante tipo e que me perdoem os dias das letras e as línguas pero o dia do orgasmo quero pensar que estaria melhor que fosse todos os dias

2. A revolução segundo Adília Lopes, que eu lia em tempos, explicava-o, ao meu ver, bastante acertadamente:
[...]
Eu quero foder foder
achadamente
se esta revolução
não me deixa
foder até morrer
é porque
não é revolução
nenhuma
a revolução
não se faz
nas praças
nem nos palácios
(essa é a revolução
dos fariseus)
a revolução faz-se na casa de banho
da casa
da escola
do trabalho
a relação entre as pessoas deve ser uma troca
hoje é uma relação de poder (mesmo no foder)
a ceifeira ceifa
contente
[...]

3. Nom porque trabalhasse arréu nem por exaltaçom nacionalista climática do proverbial mal tempo galaico, pero o certo foi que nom me molestou demasiado o verão indeciso e/ou intermitente que tivemos.

4. Em realidade, eu tamém levo uns meses razoável e intermitentemente contente.

5. Tamém é certo que che hai dias dum passivo-agressivo que nom me aguento nem eu.

6. Este ano está a ser um dos anos mais loucos que já tive, partindo já de que nom hai ano que nom seja um pouco louco. E nom é por dar desculpas de mal pagador, mas juntarom-se a fame e as ganas de comer e vaia três pés para um banco: desventuras profissionais com falta de profissionalidade, tribulaçons pessoais, desgraças, amores, alegrias, saúde e grampas, convalecências, férias com mais trabalho e sem sol, incertezas profissionais e com falta de profissionalidade outra vez; estudos, estados e estádios alterados; descobertas de paisagens internas e exteriores. Tudo sem ordem cronológica. Recapitulaçons nunca forom boas.

9. Se nom quedei até a ponta do nabo do trabalho dos topónimos é porque o nabo do que som usufrutuária está até a sua própria ponta doutras tarefas.

10. E agora, sem retrospectiva, agora mesmo, caiu a primeira incerteza, mas vem um mar de mistério atrás dela. Mudança de etapa, estava quase cantado, mas ser foi de uma hora pra outra.

Sorte e azar - Pato Fu

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Coloreando II





Summertime - Billie Holiday


[Imagem de Richard Bee, do projecto Fluffytek]

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Como se tenhem sentido algumhas queixas de que a este verao se lhe caem os colores, pensei que algo havia que fazer para subir-lhos (se também sobem os calores, aí nem pincho nem corto). Antes de que se vaia... ou venha... ou o que raio ande a fazer, e inda que para isso, parece mentira?, haja que recorrer a umha foto a preto e branco.

sábado, 5 de setembro de 2009



Como vem sendo tradicional, o tempora, o mores!, nom podiamos deixar passar o verao sem o post dos mosquitos (por nom falar doutro tipo de bichos). Este ano retrasou-se (o post, entenda-se) igual que se retrasarom os calores, mas chegar, finalmente, chegarom.
Resultado: picadas um pouco mais exóticas do habitual no meu caso. Debaixo dun olho e na man esquerda (concretamente no pulgar e na palma da man!) Por se isto fora pouco, as minhas actividades cinegéticas a altas horas da madrugada resultarom em todas as ocasions absolutamente infrutuosas. Se será da idade (que os anos nom passam em vão e já alá vai outro e mais um mês , e graças a deus!) ou do aparvamento que tenho em riba, já nom saberia dizer. As enruguinhas e os cabelinhos branquichinhos votam pola primeira possibilidade, mas o alegre negrom que tenho no braço após umha veemente colisom contra o pecho da porta quando ia tranquilamente (bom, se quadra nom era tam tranquilamente) polo corredor já se inclina mais pola segunda opçom.
(Muito -inho, -inho, mas horreur!)


[Apropriada imagem daqui]

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Nunca me gostou a etimologia. Deve ser porque me parece um hobby que vestem de academicidade, já sabem, com o pucho este que os graduados atiram para o ar nas pelis americanas, as túnicas, e por aí fora. Mas, quem sabe, se cadra o ideal seria que todas as disciplinas foram no fondo um hobby difraçado de seriedade porque afinal tudo vai ficar aqui. Em qualquer caso, a etimologia é como fazer umha colecçom de calendários, moedas ou cromos e deve ser por isso que me irrita, nunca se pode chegar a umha conclusom definitiva! Por isso comecei a aborrecer os topónimos, que parece que nom som ninguém se nom levam aparelhada umha, por peregrina que ela seja, explicaçom sobre a sua milenária origem, e como a vida é umha ristra de contradiçons e incoerências, alá eu me vim eu a dar-lhe a volta a topónimos, exónimos e família para ver que fixerom com eles em certos textos de cujo nome nom quero fazer memória.

Haja pachorra!


Metamorfose ambulante - Raulzito Seixas



[Imagem]

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Coloreando I







Estamos em condições de afirmar que nunca se tenhem demasiados bolsos ou sapatos.
O que hai é demasiado pouco espaço para guardá-los!












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Se o mundo anda descolorido, que dizem por aí, polo menos podem-se buscar maneiras de dar-lhe cor, ou? Eu de momento comecei por comprar uns sapatinhos vermelhos! Por crear ambiente, mais que nada.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Bonitchinho

Pois. Decidim passar por aqui de passo que fazia um alto no caminho (alto imerecido? possivelmente; caminho para onde? eu não sei, minha gente, eu não sou daqui —parafraseando) e decidia-me a achar de menos a somera criatividade que costumava destilar por estes píxeles de deus...

As cursivas de antes eram-vos, faltaría más, minhas e eram por barbarismo, nom por estilismos enfáticos ou irónicos.
Falando em barbas, também julguei que já eram horas de vir desbroçar (que se me tava pondo o chiringuito perdido de pictogramas e nom hai que deixá-los florear que depois botam raighanhas e nom hai quem os saque) e decidir-me a deixar cair isto:


Deixa o verão - Los hermanos



Uh ah ãã aeãeã

E eu digo, cá entre nós
deixa o verão pra mais tarde

Uh ah ãã aeãeã


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Recomendo encarecidamente a banda (que, por sinal, no site hai um apartado de "Música" onde se podem ouvir todas as músicas e têm mesmo estaçoes de rádio). Como comentário, adivinhem quem é que nom para de andar adiando o verão (ou a vida, segundo se mire ou se se mira um segundo).

sábado, 11 de julho de 2009

En tarrina



Se tudo fosse tudo,
semanticamente falando,
nada seria nada.



Mas ser é verão e eu gosto de gelados de iogurte.

sexta-feira, 26 de junho de 2009


Ultimamente os obituários estám tam concorridos que um acaba por nom saber se estaria, cando menos, mais entretido onde quer que seja que forom indo (e que iremos).
E como bem diz um dos nossos atentos e magistrais cronistas é como se pouco a pouco anacos da nossa infância desaparecessem e com eles fragmentos de nós mesmos, logo agora é como se nos enchessem de buratinhos, como se alguém se dedicasse a arrincar anacos do collage que somos, valha-me o tópico.
Que é de nós o dia em que as peças dos jogos de construçom da nenez nom som mais que memória?

Si, certo, depois está a adolescência que seica tamém nos fai ou desfixo —nom sei; ou talvez é a mesma cousa— bastante. Claro, nom som como os dos alicerces, mas depois som esses iconos e o decorado posterior os que vam ocupando o lugar dos desaparecidos? Ou como é? Ou só queda essa nada parecida coa desamparança?

[Imagem]

segunda-feira, 8 de junho de 2009



I am in desperate need for change... should I call an election?





[Imagem de Juan Salinas de Proyecto Cartele]

quarta-feira, 3 de junho de 2009

terça-feira, 2 de junho de 2009

Actas, notas y diligencias


1. O outro dia ouvim na rádio falar dum, licença poética, arrepiante "gromo da doenza" em nom sei que quartel. A verdade é que, e em honor da criatividade, resultaria mais estándar, ao tempo que sinonímico, falar de "grelo da doenza"...
2. Arrepiante, dito seja de passagem, bem mais está o mundo.
3. Já no meu caso, é impressom minha ou os homes em geral levam pior isto de reagir, lidar com certas situaçons e/ou dar ánimos?
4. A Fosfosoda é um autêntico nojo!! O de soda é puritita mentira, por assim dizer, e mais literalmente mentira nauseabunda.
5. Isso si, o hotel tinha umhas vistas à ria absolutamente impressionantes.

6. Pouco e pouco.

7. É verdade que nom é muito o que tenho pra dizer... isto aqui já tá qualquer coisa... e você?



Qualquer coisa - Caetano Veloso

[Imagem]

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Crise do quarto de vida. Pois si, o que um aprende a estas alturas da vida. Espectacular. O caso é que se cumpre, praticamente ponto por ponto. Tamém resulta engraçado o fácil que é reconhecer os sintomas noutras pessoas.


Agora, o de quarto como quarta parte da vida resulta dum optimismo, como mínimo, temerário...

[via aultre narai, tiempo ha]
[Imagem de Maitena atopada aqui]

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E, sem pretender fazer agrávios comparativos, dedicado aos cuarentañeros: El bache.

terça-feira, 19 de maio de 2009

E quanto me daria Frijolito para comprar este cochinho?




Tudo seja pola dinâmica e a estética... ai...

[via Motorpasion]

sábado, 16 de maio de 2009

Do ponto de vista mais subjectivo possível, deve-se proclamar que Santiago resulta essencialmente estático (por não falar de estético).






[Imagem]


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Post feito com plena consciência do risco de apedrejamento colectivo. (Tenham dó!)
Estou de volta; e é porque estou out.




Sem palavras - Móveis coloniais de acaju


"Não é medo, nem é riso
Não é raso, não é pouco, nem é oco
Não é fato, nem é mito
Não é raro, não é tolo, não é louco
Não é isso, não é oco
Não é fraco, não é dito, não é morto
Não, não, não, não..."


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Please check your internet connection. Trying to reconnect now...




sábado, 25 de abril de 2009

Sempre


Tanto Mar - Francisco Buarque dHollanda
Tanto mar - Chico Buarque

Porque sonhar é preciso.

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Queria procurar a versom mais adequada possível (entre a original e a outra, cousas da censura), mas estes dias estou algo desinternetizada, tecnicamente falando.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Qui saura me rendre heureuse?

Presque

À Fontainebleau
Devant l'hôtel de l'Aigle Noir
Il y a un taureau sculpté par Rosa Bonheur
Un peu plus loin tout autour
Il y a la forêt
Et un peu plus loin encore
Joli corps
Il y a encore la forêt
Et le malheur
Et tout à côté le bonheur
Le bonheur avec les yeux cernés
Le bonheur avec des aiguilles de pin dans le dos
Le bonheur qui ne pense à rien
Le bonheur comme le taureau
Sculpté par Rosa Bonheur
Et puis le malheur
Le malheur avec une montre en or
Avec un train à prendre
Le malheur qui pense à tout ...
À tout
À tout ... à tout ... à tout ...
Et à tout
Et qui gagne "presque" à tous les coups
Presque.

Jacques Prévert

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Voltando



Princesa - Ludov

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Voltando, ainda (!), e roubando, como me reclamavam aí atrás, canções que, devo confessar, também aí atrás, hai nom tanto tempo, reflectiam algumha cousa cousinha cousa:
Sei que há contas a pagar / E há razões pra terminar / A semana toda ficou para trás /Ela tem trabalhado demais... E largava os pés encima da mesa... (E já depois também se esquecia de tudo... —das roupas é que nom vou falar, hehe.)

sábado, 4 de abril de 2009

Demorei, mas


voltei!






E devido a isto, àquilo e ao outro, deixo-vos umha ligaçãozinha de regalo que já havia tempo que queria pôr por aqui e que espero que, caso não conheçais ainda, gostedes tanto coma mim: Pausa sobre as ruínas. A mim descobriu-me cousas desconhecidas que se me revelaram extraordinárias.
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De resto, pudem/quixem voltar antes, mas andava desinspirada. Tamém foi bom deixar passar o 1 de Abril, por se pensavades que era de broma ou que eu era umha burra! ;)

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Ceremonia recurrente


El animal totémico con sus uñas de luz,
los objetos que junta la oscuridad debajo de la cama,
el ritmo misterioso de tu respiración, la sombra
que tu sudor dibuja en el olfato, el día ya inminentemente.
Entonces me enderezo, todavía batido por las aguas del sueño,
Vuelvo de un continente a medias ciego
donde también estabas tú pero eras otra,
y cuando te consulto con la boca y los dedos, recorro el horizonte de tus flancos
(dulcemente te enojas, quieres seguir durmiendo, me dices bruto y tonto,
te debates riendo, no te dejas tomar pero ya es tarde, un fuego
de piel y de azabache, las figuras del sueño)
el animal totémico a los pies de la hoguera
con sus uñas de luz y sus alas de almizcle.

Y después despertamos y es domingo y febrero.


Julio Cortázar, quién si no.


[Via lugares comunes. hablen, tienen tres minutos, um blogue de espaçadas mas fantásticas entradas desde o outro lado do mar que sigo desde já hai bem tempo.]

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

De 8:30 a 21:30


Ai! Quero a minha vida de volta...
ser, nom era grande cousa,
mas... sei lá... acho-a de menos!





[Imagem minha (!!)]

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(Ou haiku heterodoxo (e cutre).)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Fazer jus a

Mas devido a que a rede demonstra ser digna desse nome, aqui ando ainda sem ter posto o pé fora, só para deixar cair o Abstruse Goose, um destes maravilhosos e altamente recomendáveis webcomics.




But remember, learn happiness.


Por diversas e absorventes razons, espera-me um tempo nom de oraçom mas sim de retiro quase espiritual. Nom aparecerei muito por aqui, contudo, fiquem tranquilos, nom comecem a chamar aos hospitais nem à polícia, que deverei voltar.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009


Tés todo o direito do mundo de ter preconceitos, pero depois nom me reclames se te enganares.


[Imagem]

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

(slightly snobbish)


Pôr os intermitentes nom é só umha questom de prudência, mas de classe.

[Imagem]

domingo, 11 de janeiro de 2009



Tenho ganas de que se vaia o frio. Este frio que se me mete entre a pele e a roupa e que (e eu, mulher quente que me cria) nom hai quem tire. Este frio que só fai que tenha ganas de comer chocolate que nem me apetece e nom tenha ganas de comer fruta, fruta fria que me manda minha nai (mi-ma-ma-me-mi-ma) quando venho da casa.
Tenho ganas da calidez que este sol morno de depois de dias geados nom tem que chegue.



[Imagem]

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Actas, notas y diligencias.

1. Vida nova, nom sei (em parte porque tenho a teoria de que o ano em realidade começa em março), mas andei a mover um móvel do quarto e um pequeno câmbio mudou bastante a perspectiva.

2. Continuamente me surpreendo.

3. Fixem um arroz com pito que vaia por dios. Devia ser que lhe faltava amor e que lhe sobrava frio, porque de resto levava de tudo (vinho, sal, açúcar, pemento, cebola, alho, até cor...).

4. Falando em frio, nom apetece nem se duchar por nom se desvestir. Falta faria o que nom hai para meter-lhe vontade de se espir a um.

5. Porque em quente nom se fala...

sábado, 3 de janeiro de 2009

As janeiras


Natal dos Simples - Jose Afonso

[Via o viajante]

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Esta é umha cançom que adoro, que se poderia dizer de estaçom neste janeiro de começo de ano como quase qualquer ano, que o viajante me fixo presente co seu post, obrigado, que comparto convosco, que é especial, que significa muito para mim porque me trai lembranças do norte e do fundo da memória.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009


Aaahh, that could be me...



Cyanide and Happiness, a daily webcomic
Cyanide & Happiness @ Explosm.net


[Do fantástico Cyanide and Happiness]

Boh, o das uvas é umha trapalhada. Só puidem comer duas e a segunda nom fum capaz de tragá-la até a última badalada. Ai... isto de começar o ano já com frustraçons... polo menos tamém se começa o ano mortos da risa e isso nom pode ser mau de tudo, nom é?



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Se me esqueceu felicitar o ano a alguém, desculpem-me e saibam que nom foi de má fé. Eu que ando na pola... e nom me dá para aniversários, santos, promessas ou ocasions de guardar..