quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

quem me dera!

é certo, é. ainda som inocente, mal que me pese. mas também cada vez o som menos, mal que me pese. a minha maneira de ser inocente é aceitar tudo como natural, nom questionar nada e menos ainda julgar. simplesmente desfrutar do que quer que seja. noutras ocasions, como boa incoerente, também hai cousas coas que fago cábalas e telhados sem casa e casas sem telhado.
ser inocente nom é como viver num anúncio de colónia. e a incoerência faz parte da vida.

You are Bettie Page!
You're Bettie Page!


What Classic Pin-Up Are You?
brought to you by Quizilla

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

política interna

Eu já nom acredito no que eu mesma digo. Continuo co mesmo discurso desde hai anos por inércia e cada vez creio menos nele.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Cada vez mais som da opiniom de que se algo começa a apodrecer o melhor é cortar por lo sano. Antes de que seja tarde de mais e se torne irrecuperável.
Porque se nom apodrece, sempre podes voltar, nem que seja mais adiante e nom seja como antes. Mas quando se corrompe...

domingo, 11 de dezembro de 2005

arradio

Às vezes ter um blog é parecido com ter um programa de rádio (de informaçom, de prazer onanista, de qualquer cousa, temático, variado...). Muitos, em vez de porem músicas, ponhem images ou links. (Eu nom, ainda que se os reis me deixassem algumha camarinha... e nom necessariamente digital, fíjate lo que te digo :P ) Já agora, por algumha razom que desconheço ou boicote do destino, nom sintonizo bem rádio3 aqui. Já puxem a rádio (aparelho) em pontas opostas do quarto e nada. No meio nom vai poder ser porque aí está a cama. Umha cama tam grande pra mim soa, que desperdício. Ou nom... quem sabe. Passo de seguir por este temita que de temita tem pouco.
Boh, parece que sempre me estou a queixar. Bom, é um pouco verdade, mas o outro pouco nom. Digamos assi um 25 % e um 70% respectivamente, dependendo do dia e da humidade atmosférica. O 5% que falta, melhor nem saber. O das queixas é mais inércia que verdade, de amargada lo justo para sobrevivir, a dios gracias.
Tou malinha da garganta, que raiva, já havia anos que nom. Tesouro ou princesa som apelativos interessantes, minha rainha. Apesar de um chis empalagosos.
Tenho o ritmo do sono cambiado. Tanto que creio que simplesmente já nom tenho ritmo, a ver que fago para convocar o pedro chosco agora...
Depois de ter dado o parte (ou melhor, parte do parte) penso q me vou meter na cama e ler um chisco para os exames que venhem, que já estám aí.´
Cuidivirtam-se-me, está?

as frutas vermelhas do inverno






Meu pai trouxo o outro dia uns poucos morodos (que os dam os êrvedos), saber, nom é que me saibam muito, mas ser, som bonitinhos.

As fotos encontreinas no google-images e n sei se terám copirrait mas eram tam lindas que as tivem que roubar, umha obriga moral como outra qualquer (como a de citar a fonte).
Agora, o collage louco esse foi um falho meu q lhe dei vinte mil vezes ao de meter as imagens na entrada sem me dar conta e nom sei como fixem que passou isto (juro que eu só colei a URL umha vez!) mas queda tam chulo q o vou deixar, hehe... por umha vez os mistérios da tecnologia dam surpresas agradáveis.


Ainda que no inverno também hai frutas de outras cores, todas quentes. Caquis, laranjas e algumha caste de maçãs. Mmmmmmm.
As feijoas som verdes, mas como arrecendem!

dimanche

Outro domingo com sol. Com este maravilhoso sol de inverno. E o sono que tenho... Ressaca hoje nom (tampouco) toca, como me vou lavrar assi umha reputaçom de poeta (es un decir) alcólica (borracha) ou de adolescente autodestrutiva? O que si tocou foi cozido, no en vano es domingo.
Cada vez gosto menos de El País... assi em geral. Sobretudo noto-o mais quando nos regala com extras de beleza, decoraçom ou Natal...
Outra cousa, a blogosfera lusa é bué da fixe, pá. A sério. A galega também nom está mal. Umha das cousas melhores que eu vejo é o convívio harmónico entre reintegratas (algo mais escasos) e isolatas, assi da gosto!
(sisisi, faltam-me os links e a paciência para pô-los... chegarám um dia destes que me encontre inspirada, prometo! Afinal já se sabe "diz-me com quem linkas, dir-te-ei quem és" -e também já se sabe a minha querência-quase-obsessiva polo pseudo-anonimato ou um cripticismo qualquer ...)
E já vou publicar que levo coa janela do blogger aberta várias horas... já fede!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Esquizofrénica dizes...

(* * * )na havana!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005

Nota de prensa

Bom, realmente o do messenger é umha frivolidade mais, algum dia falarei das vantagens da frivolidade, o que realmente me fode (o de foder, é claro, é umha maneira de falar, totalmente desafortunada no caso que nos ocupa, dito seja de passada, açksjdgnapsij) som outras cousas e implicâncias.
Diosss.
Nom imaginas como odeio que nom me saudes no messenger!!! (léase que nom me fagas nem puto caso)

Ocorrem-se-me textos que venhem a conto, mas hoje nom toca literatura e som de natural pouco paciente e de conexom lenta para procurar links a eles. Além do mais, muitas vezes prefiro mostrar antes do que hipertextualizar, ainda que seja fan nº 1 da intertextualidade, que no es igual pero es lo mismo (parapervertindo a Silvio).
Fan? Dixem fan? Eu, a céptica (embora, a mí pesar, ingénua)? Melhor dito, adicta incontrolável.
Pena de telepatia, caralho! Que intertextualizar si que te intertextualizava eu!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2005

(...)

Μονοτονία

Την μια μονότονην ημέραν άλλη
μονότονη, απαράλλακτη ακολουθεί. Θα γίνουν
τα ίδια πράγματα. θα ξαναγίνουν πάλι --
η όμοιες στιγμές μας βρίσκουνε και μας αφίνουν.

Μήνας περνά και φέρνει άλλον μήνα.
Αυτά που έρχονται κανείς εύκολα τα εικάζει·
είναι τα χθεσινά τα βαρετά εκείνα.
Και καταντά το αύριο πια σαν αύριο να μη μοιάζει.

(1908)



MONOTONIA

A un día monótono otro

monótono, invariable sigue: Pasarán

las mismas cosas, volverán a pasar -

los mismos instantes nos hallan y nos dejan.

Un mes pasa y trae otro mes.

Lo que viene uno fácilmente lo adivina:

son aquellas mismas cosas fastidiosas de ayer.

Y llega el mañana ya a no parecer mañana.


Kavafis



(Tirado de aqui)

terça-feira, 29 de novembro de 2005

(todo dia é dia)

rápido
mirem os relógios, rápido
estou-me a vestir agora (!!!)
meu deus...

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

(aprendiz-marinheiro)

umha vez ensinarom-me que o que dá prazer hai que partilhá-lo

domingo, 27 de novembro de 2005

Your Personality Profile

You are sexy, powerful, and bold.
You're full of passion and energy...
Sometimes this passion has a dark side.

You feel most alive when you're seducing someone.
You never fail to get someone's attention.
Quick minded, you're also quick to lose your temper!
The World's Shortest Personality Test




Pra saber(mos) isto nom fazia falha teste nengum! :P Juas!
Um vulcam de amorrrrrrrrrrrrrr (coma quem di :P)
Your Superhero Profile

Your Superhero Name is The Dragon Inferno
Your Superpower is Solar
Your Weakness is Cotton Candy
Your Weapon is Your Cosmic Stinger
Your Mode of Transportation is Raft
What's your Superhero Name?

No do heroi já n me acai tam bem, mas claro, é q as monstruosidades som mais o meu q os heroismos, agora, mola-me isso de ter solar superpower! E o meu Cosmic Stinger tb, hihihihihihi.

Your Monster Profile

Demon Hitchhiker

You Feast On: Coffee

You Lurk Around In: Olive Gardens

You Especially Like to Torment: Cops
What's Your Monster Name?


Hehehhehehehhe, aqui me tendes, fazendo macacadas pola net adiante, mas o monstro é clavadinho, eh? mira, atracóns de café, claro, em veia! (quase :P) e vivo na cidade olívica-olive gardens a saco :P, juas. Agora, no de atormentar é que já nom tenho ng especial, eu gosto de foder todo o mundo :PPP

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Voltar aqui nom mata as saudades, nom. Porque um volta e nom é nada, tudo está igual e tudo está mais longe. E nom hai nada nem ninguém, ninguém por quem mereça a pena voltar aqui. Entom, nascem as saudades de estar fora. Aqui nom é a minha casa, a minha casa e os meus claro que merecem a pena e a alegria e tudo, porque mi mamá me mima e na minha casa dá o sol e tudo está bem. Mas depois, aqui, mais aqui, nom é nada. Tudo é igual mas tornou-se alheio. Talvez isso é porque nunca foi nosso. Só o tobo, a covinha, a casa o foi.
Entom um adora sua casa e à um tempo só pensa em marchar, abalar.
Yo no sé, mira, es terrible cómo llueve.

domingo, 20 de novembro de 2005

estou asqueada de tudo, como umha náusea permanente, um enjoo que, em tardes como estas em que a luz é grisalha e parece quase-noite todo o dia, se fai mais forte. Que merda é esta em que o horizonte está mutilado?

Isto é um nojo.
Nom hai nada aí fora. Seica a apatia se cura com luitas, mas pra mim já hai tantas que é como se nom houvesse nengumha.

sábado, 12 de novembro de 2005

Boas. Creio que já sei como fazer para meter a internet no piso, alias la deseada. Afinal parece que vai ser mais fácil do que eu cria, obviamente sem ser ADSL (malditas companhias de telefonia, grrrrr) mas tanto me dá porque eu nom me dedico a baixar tudo quanto vejo por aí colgado, que, dito seja de passada, tampouco é que veja muitas "cousas" colgadas ;P
Porque o de pedir conselho aos engenheiros nem sempre mas às vezes enreda mais as cousas, co simples que é tudo! Mas a culpa é minha porque bem sei onde me meto e onde vou buscar as cousas. Nom é nada pessoal e dito com todo o carinho a minha experiência com os engenheiros nom é que... melhor nom vamos entrar em detalhes que depois cabream-se e odiam-me :O
Falando em ódios, o tipet esse ascaroso que me odiava nom o voltei ver( e se digo ascaroso é com conhecimento de causa, :P, aclaro-o porque eu os dos calificativos despectivos costumo utilizá-los bastante gratuitamente, he de confesarlo, ainda que isso si, depois nom digo que quero à gente alegremente no dia seguinte -talvez devia fazê-lo...). E nom porque eu nom queira, eh? É porque se vai esta senhorita (c'est moi!), ele nom vem. ;) É tudo um honor produzir essas reacções nos homes, meu deus, que poder, que influência tenho na gente!

Bom, e pouco mais. Se afinal consigo internetear o piso, darei umha festa virtual :P (porque muito pras reais nom che vos tou, ai ai)

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

pois afinal onte nom puidem continuar o relato das minhas desventuras interneteiras. Enfim. O caso é que agora estou num ciber, perra vida, e tampouco me vou estender muito. A verdade é que pouco mais sei que dizer... nom me inspira este sitio. É laranja. E barato também. Estou no pc 1. Nom tem web cam, mágoa.
:P
Está cheio de malotes, mas é o q tem a cidade olívica.
Vou ir pirando, otro día más.

PS: Se ponho beijinhos no final dos posts é ou porque som pra mim ou porque me ponho em modo "querido lector", nom o levedes a mal nem pensedes que som especialmente carinhosa. Mera cortesia.

domingo, 6 de novembro de 2005

andava-me pola cabeça a dar voltas nom sei que tema para um post mas nom me lembro, sempre fago igual, nom aponto as cousas e depois assi andamos. para a semana é o santeleco. se nom fosse um sacrilégio até diria que nom me apetece ir. já sei que lhe teria que dar algo de vidilla a isto (inda bo era que só fosse a isto!) (si, eu e as eternas queixas)
tenho frio e tenho que preparar as cousas pra marchar para a cidade olívica daqui a um pouco... os domingos som dias perfeitos quando nom tés que colher autocarros, trens o lo que fuere. a ver se ponho internet ou algo semelhante no piso, assi polo menos andaria meio entretida, ainda que seja "una comodidad más" como di a minha companheira de piso (acusaçom implícita de vício, corrupçom e até de pequeno burguesismo (interpretaçons minhas), à vez que pseudo-justificaçom para nom colaborar no projecto - e nas facturas).
vinherom-me chamar, vou tomar um cofi, igual entro em calor e tudo, depois, se tal, continuo.
beijinhos

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

*sigh*

o mau de se ser mulheres inteligentes é que nom hai home que nos preste

(plural de modestia)

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

buaaaaaaaahhhhhhhhhhh. A estas horas teria que estar em aulas. De facto, teria que ter estado lá às 9 da manhã... Som o pior é só fago lamentar-me. Penso que hai algo na cidade universitária que me bota para atrás, a sério... lugar espantoso, que produz imenso espanto. Do mau, é claro. Mas hai que se pôr, hai que se pôr.
Estou num ciber em Camélias, nom vim (só) por vício, eh, q tenho q imprimir umhas cousas para a bolsa e a matrícula, "que conste".
Polo visto hai gente que prepara os posts... eu nom, como é óbvio. Mas quem sabe um dia destes se me dá por cultivar as minhas dotes literarias e escrever posts sobre o sentido último da vida. Caramba, q egocéntrica som. Enfim, para isso esta é a minha casa, como dizem por . Lembrai-me q tenho q dizer 4 cousas sobre as cançons de "amor" (e das pelis, por extesom) relacionadas c'os ghichos assi em geral, que é muito mais divertido que especificar. Hehehehe, mais divertido e mais seguro para mim, é claro. Que basta que digamos algo q nom se deve(ria fazer público) para que se entere o ou a interessada. Ah, e sobre o ódio!! Já havia um par de meses q, desde q deixei a pérfida albiom, a gente nom me odiava especificamente, mas, si, amigos meus, si, conseguim-no de novo e já tenho alguém q me odeia! Yihaaa!
O mais interessante é q este novo sujeito odiador da minha pessoa tem uns comportamentos q som a pera, hihihihih, dignos de um estúdio antropológica que eu própria empreenderei em breve. ;)
Até mais

segunda-feira, 24 de outubro de 2005

segunda feira

início de curso. merda. puritita. e umha vagância do tamanho do mundo.

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Cada um come do que ghosta.

sábado, 8 de outubro de 2005

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

que si, que vale, que j'ó sei

que som mais abstracta e menos concreta que umha mancha de tinta destas dos psiquiatras pintores. hóstia, pero é que coas palavras tabus, que queres que eu lhe faça. E, á parte, o do exibicionismo tem o seu aquele; por suposto, o voyeurismos já nem falemos, á parte de que ultimamente todos os tios que vejo são uns pãozinhos, bom, todos, todos... mas o caso é que nom sei se me preocupar por isso ou simplesmente relaxar e desfrutar do espectáculo, como boa voyeur, que já diziamos aí atrás que molava, mas ao que iamos: o do exibicionismo tá mui bem, mas tem mais graça se sabes como quando donde e quem está do outro lado da janela e de que cor som as cortinas, que nom é o mesmo pretas que de renda, é claro. O caso é que eu nom dou sabido bem quem anda aí fora, também nom sei se é que prefiro nom o saber nom vaia sê-lo demo, se total seguro que som pantasmas e sombras, mas mas mas o que se passa é que igual algum de vós (palavra proibida!) me conhece ao vivo e assi tampouco podemos andar a dizer palavras tabus assi alegremente porque, a ver... una también tiene sus vergüenzas y sus pudores. Porque está sobradamente visto que a mim o das reflexons filosóficas quase que nom, e o dos desvairos poético-enxebres ou erótico-adolescentes pois tampouco. O caso é que de contar a minha vida com pelos y señales pois implica me pongo colorada cuando me miras. Sem contar com que tampouco é que me passem tantas cousas. Bom, passar passam, mas daí a ter algum tipo de interesse antropológico, pois...
Pero talvez deveria começar a pensar em baixar do limbo e chamar as cousas polo nome, ou algo do género. Inda que co retraída que som... nom sei se convertir isto numha especie de DOG! Quina por...
Que amais co que gosto dos detalhes, inda que só queira mencionar cousas curiosas isto já pareceria umha novela da tarde em versom monoprotagonista. Boh, ao caralho. O que se me passe pola cabeça e porta. Isso si, com a, be e xis sempre que sejam precisos, porque tanta inconcreção e tanta coisa etérea já fede.

compreensão

sinto-me estranha. laralalalala.
(eu quero ir, minha gente, eu não sou daqui, eu não tenho nada, nada...)
é como se sentisse ninguém me entende. ou que ninguém me quer entender.
Ou ainda pior: que ninnguém cre que haja nada que entender.
(fiz do medo meu amigo)
e q na verdade haver, nom hai nada. plif.


però en realitat no passa res, collons. miminhos que temos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

pergunte ao seu orixá

aconteceu again
desta vez já nom doeu, o aborrecimento é o q fai
nom sei se me devo preocupar pq já nom doia ou pq aconteceu outra vez ou por nada e ir beber um copo de leite e descansar
que caerei outra vez? e caerei, mas como já tanto me tem. estas cousas som assi, a força de acontecerem tantas vezes igual, afinal já nom é surpresa, um afai-se e deixa-o estar. como la sucesión de las cuatro estaciones, el canto de los gallos o el amor de los hombres.
assi che andamos
capoeira que é bom não cai, e se um dia ele cai, cai bem


(o homem que diz "dou" não dá, porque quem dá mesmo, não diz )


e nom, mal pensados, nom é amor-hala-mira-lo-que-ha-dicho, se fosse inda bo era!

quarta-feira, 5 de outubro de 2005

la arruga es bella

Adolfito,adolfito... “ (...) como se dice en gallego, en el galaico-portugués que hablamos.”, cito de memoria.

;)



(um post q tinha pendente desde hai tempo, depois de escuitar umha entrevista na rádio)
Já pisei as aulas... sem tempo nom era...
Segue tudo igualinho, igualinho...
Isso, obviamente, nom é necessariamente bom, tampouco necessariamente mau, mas... melhor nem pensar.
Também já tenho piso, ou quase. Ando a duvidar outra vez...
Grrrrrrrr

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

البا



O meu nome em árabe, :)

E quer dizer 'o coração'




sexta-feira, 30 de setembro de 2005

hoje tenho tanto sono... polo menos o trabalho foi entregue e feito, feito, feitinho coma ti ( licença poética).
tou à espera de que soe algumha cançom bunitinha pra me ir deitar. ou algo de cortázar.

será que temos esse tempo pra perder, e quem quer saber, a vida é tão rara, tão rara...





( boas noites, meus amores )

domingo, 25 de setembro de 2005

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

enganos

Escrever é mentir. É disfarçar a realidade, pintá-la de cores mais bonitas. Puli-la para lhe dar um ar de transcendência ou de magias. Escrever é pretender dar-lhe à realidade algum tipo de bela legitimindade de livro que ela nom tem.
Ler é acreditar nisso, em que a realidade está coberta de pós dourados e decorada com cortinas de veludo vermelho e peixinhos de cores a dançar nas fontes e elegante desesperaçom e a inevitabilidade do destino.

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

Meu blog foi publicado com sucesso!

Agora o bo seria que houvesse algo de jeito pra publicar. Trapalhada si que tenho pensado, eh. Ai. Ler está bem, escrever algo por aqui também, ou algumha cartinha ou cousa. Agora, viver já seria a hóstia... Tanto tédio nom pode ser bo e o mau é que a tudo se acostuma um. E depois quê? Depois nom sabemos ser outra vez, nem com tudo o caetano do mundo... Será questao de fé? Pois se o é também che tamos apanhados. Porque ao cepticismo também se acostuma um e muito, e ao cinismo e ao sarcasmo e ao falar, falar e nom dizer nada. E às palavras proibidas.
O grave, hoje, é que nom sei se quero algo ou se nom o quero. Se tenho medo ou se merece a pena. É que à parte som-che-vos como o ar, tanto vou como venho. Claro que nom som a única.



(...e se nom som capaz? Nom devo ser.)

outra

"calquera um". rapaz de 20 aninhos.
definitivamente, devia ser a semana do gl vivo.

quarta-feira, 21 de setembro de 2005

Vá lá...

na, aqui outra vez. Trabalhos, aulas. Isto é unsinvivir.
Tenho sono, caralho. Hoje é feriado local na minha vilinha e ando na universidade a fazer o mono. Pq aulas aulas n vou ir, faltaría más! :P
Boh, tinha gana de contar algo interessante, mas...
aahhh onte ouvim-lhe a umhas velhas: "Ah, pois si que és parecida com tua nai."
E a outra: "E que estás a tirar? Ahhh, pois isso deve-che ser difícil de tirar, ehh."
Devia ser o dia do galego vivo. ;)
[Cito de memória e o sublinhado é nosso ;P]

quarta-feira, 14 de setembro de 2005

mmmm

já tou de volta
aqui andamos
...
com cousas pra fazer e nom me dou posto... grrrrr
tenho sérios problemas de força de vontade... deveria tratá-lo?

quarta-feira, 7 de setembro de 2005

que soninho
molava fazer um piercing no lábio
(no Levante encara)

terça-feira, 6 de setembro de 2005

Tronada em La Plana

Pois nada, por aqui andamos. Hoje fixem um exame, i no vull pensar-ho. Tampouco vull pensar no trabalho que acabo de descobrir que tenho que entregar manhã... uigh...Bom, escreveria mais mas tenho um monte de cousas pra fazer... fins una altra vegada, carinyets

sábado, 3 de setembro de 2005

puagh
isso de recover post é um timo
e si
voltou-me passar aquilo de perder os posts, foda-se!
entre perder posts e memória... mal andamos... e os papéis, qué decir de mis incalculables pérdidas de papeles!
pois quem ia postar antes no post perdido era o pequeno paranoico que todos levamos dentro, "umha mais ca outros", me cito a mí misma, me auto(fago)cito? Nom, só me automutilo, de momento, e fazer, nom fago nada de jeito.
Que ricas as uvas mirradas!
Nom gosto de que a gente saiba cousas de mim que eu nom sei que sabem nem como as sabem ni que vueltas del destino. Bom, saber, saber é umha palavra mui forte.
Como gosto do meu blog preferido! E a ele tampouco lhe deixam comentários, aiii!
Nom hai imagens, nem fotos e nem sequer links (do meu e só meu blog preferido, vull dir)!! Vaia blog mais soso...
Mas o meu blog tampouco está assi tam mal retrospectivamente repasseando. Acho eu. Gracias, gracias.

segunda-feira, 29 de agosto de 2005

bueno

pois o que dizia onte que se perdeu nos insondáveis oceanos de uns e zeros era que já nom me apetece alá muito ir a Catmandu. E também reflexionava sobre que se deverasdeveras estivesse convencidérrima de que já nom quero ir, nom teria a necessidade de o escrever aqui, simplesmente nem pensaria nisso e estaria a pensar no bem que se está na casa ou no interessante que pode ser a Patagónia, coma quem di e digo eu. O caso é que nem estou convencida nem deixo de estar, o que estou é aborrecida de querer ir a Catmandu e se o escrevo eu creio que é para deixar constancia virtual ao menos e lembrar-me de que já nom me fai ilusom, nom vaia ser que um dia me dêem os bos dias e pense que Catmandu deve estar precioso nesta época do ano mas que em inverno a carom do lume também tem que ser pavero de caralho. Si, parece que som um chisco veleta (continuo sem saber como se di veleta em galego), e por isso tenho que pensar e lembrar que Catmandu já aborrece. Tantas veces fuiste un sentimiento, ya no sabes lo que es ser. Chi, saiu-me a intertextualidade popeira-romantica, mas bem sabedes que eu disso res de res.
Iassi. Aborrecida estou. Io pior é que poida que Catmandu nom esteja mal, mas eu farta estou-che na mesma.


domingo, 28 de agosto de 2005

grrrrrr

tinha já um bonito, longo e demorado post sobre o sentido último da vida e vai e colgasse-me o pc... os profetas tem-me prometido o paraiso do linux onde nom se passam semelhantes cousas, com doncelas de juventude eterna sempre prestes a satisfazer os caprichos, etc. Quem sabe algum dia adira a essa fé.
bom, lucubrações à parte, passemos aos desvairos. Dizia eu no post perdudo que... bom, se quadra é cousa do destino e nom devo publicar esse post! Talvez é um sinal divino e devo conservar o conteudo do post para mim para sempre jamais sob ameaça dalgum terrível malefício!!

terça-feira, 23 de agosto de 2005

viva, viva!

estou na casa! :D
Ainda nom desfixem nada das maletas, menuda deferencia que esteja já a postar antes de desfazer as malas, ehhh. Noom, nom é deferencia, é umha mistura entre vício e vagancia, hehehe.
E agora quê?
Que saudades da gente... ali daqui e agora aqui dali...
Que calorzinho aqui.
Quantas cousas pra fazer agora!
mmmm e mais cousas, mas agora vou saudar à minha tia que fum antes e nom tava. Deica logo!

domingo, 21 de agosto de 2005

domingho!

eiiiii, hoje si que é domingo. E eu ainda estou em England, til tuesday... como nom tenho resi estou no piso-casa duns companheiros de aulas, um spanish e um par de japoneses. Pretty good. Pouco mais podo contar porque digamos que estes dias que quedam mentres espero polo aviom nom tenho nada a fazer. Ah, e do outro dia, nada, despedidas e despedidas. Bijucos e intercambios de e-mails e essas cousas. É assi, uns marcham(os), outros venhem, alguns ficam. Nom é triste pero si que o é. Desta si. Som diinhas de dizer adeus, até mais, até sempre ou quando deus quiser. E entom terceira condicional, creio, tudo o que poderia ser e que nom vai ser! Mas quem sabe... Talvez o próximo post já seja na terra do fim do mundo.
See you!

sexta-feira, 19 de agosto de 2005

Ainda nom é domingo outra vez, mas quase. Tomei um ovolmaltine. Not so bad. Imos ir de foliada, ou vai-se tentar, hehe. Tenho já tudo meio recolhido. Vou ir chamar à casa, já hai quase anos que nom falo com eles. Buah, já chego tardérrimo, assi que vou pirar. Nom creio que haja relatório posterior, por aquilo de nom perder o costume, mas já veremos. Como escrevo "de pascuas en ramos"...

domingo, 14 de agosto de 2005

(Limpando o pc)

Domingo, domingo. domingo. Gosto dos domingos e até som capaz de ter saudades dos dias "nublados". Alguém andou a fedelhar no meu pc e agora nom sei bem que lhe passa. A internet nom rula e nom sei que lhe passa ao iniciá-lo. Iniciar o ordenador... Iniciar... Iniciar... se te fixas, soa estranho, estranha traduçom. Estou a gostar cada vez mais de onde me metim hai uns 4 aninhos... Porque as línguas som apaixonantes. This one as well, I must admit it. Creio que talvez vaia acabar vivendo por aí fora, polo mundo. Mas ao estar aí fora polo mundo tamém me dei conta do quanto saudosa podo ser. Eu que sempre ia de independente, mira tu. As pessoas som curiosas. Tudo o que sabemos de nós mesmos e que nom queremos ver. As pessoas som curiosas. Tudo o que esperamos e que nom é. Tudo o que construimos é castelos de ar ajudados de palavras dessas voadoras que aproveitam as correntes de ar para subir, baixar. O dos castelos de ar nom é triste. O triste é quando abres os olhos e ves que las cortinas de terciopelo y la cama con dosel eram feitas de algum tipo de núvem-cirro-cúmulo-whatever e penso na melhor maneira de o dizer e nom sei e é simplesmente decepcionante outra vez e escuitar a mesma cançom una y otra vez durante mais de umha hora será algum tipo de sintoma de neurose paranoica? E nom é triste, é o de sempre e assi nom é nada. É a mesma léria de sempre. Nom é minha culpa, nom é tua. Mas somos nós a inventar a realidade, ela nom existe sem nós. Portanto será o que nós quixermos, sempresempre, é só que nestes momentos de lucidez, sei que vós nom sodes vós e e que eu som o espelho. Caramba. Parece triste pero nom o é. Só é desapontamento. Outra vez. Outra vez nom era essa a terra que me prometeram. E um menos, e que mais terá. Talvez manhã tudo esteja cuberto outra vez de alfombras persas y columnas de alabastro y cristal de roca. La princesa está triste, ¿qué tendrá la princesa? (Aí di triste, mas nom é triste, já vo-lo dixem. É que é domingo, ainda estou em pijama, dá um pouco o sol e levo escuitando a mesma cançom desde hai mais de... e estou consciente de que era(s) outra oportunidade que nom era(s) tal. Never mind.)

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

Odeio ter que pôr um título a todos os posts...

Hoje a rachar. Temos todos os ventos ao nosso favor. Bunda arrebitada, caracois e um grande sorriso.
Cambiando totalmente de mood. Como odeio a algumha gente!! Sim, nom só som odiada, eu tb odeio. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr. Que de hóstias se perdem...

De resto, smile again, beijão, tenho que ir cear já q depois sempre chego tarde a toda a parte!
(ah, prometo que algum dia escreverei algo de jeito aqui... porque já nem a diário de adolescente chega... plif...)

segunda-feira, 8 de agosto de 2005

ela/eu e os outros

já tenho aviom de volta, viva viva!!
também tenho várias pessoas que nom me suportam! eiiii
deve ser porque tenho sido muito eu própria, uuuhhhh
interessante, certamente
creio que é a primeira vez q som consciente disso, é umha sensaçom estranha. Mas levo um ano cheio de sensaçons estranhas. Melhor. Aprendo cousas. E já tenho aviom de volta... que passará que nom passará. Tenho-che ganinhas de voltar, é verdade. Mas que vai ser estranho, vai ser.

Hostia, os postais!!!!! De manhã nom passa...

segunda-feira, 1 de agosto de 2005

domingo, 31 de julho de 2005

Nobody loves me, laralaralaa

No comment
No new messages in your inbox
Nem chamadas perdidas ou sem perder.
Caramba.
Nom posts novos. Nom sei o que dizer nem o que calar. Sem paciência hoje para o papo de sempre. Sempre querendo ver mais alá. E na verdade nom hai mais alá nengum. Enfado-me co mundo. Enfado-me comigo. Enfado-me comigo. Enfado-me comigo. E nada. Porque nom hai nada que fazer nem que desfazer.
Que ganinhas de fazer-vos massagens!!
E dá-lhe... e nom hai maneira.
Have you any question, please don`t hesitate...

terça-feira, 26 de julho de 2005

(sigh)

Passamos a vida a querer ser bonitas.
Mais non.

domingo, 24 de julho de 2005

ups

Caramba
o certo é que nom lembro o momento em que escrevim o post anterior... uuhhh, mas tam borracha nom ia, polo tanto deve ser qualquer problema de memória ou de jerarquia de lembranças, dever devia haver cousas mais interessantes de que se lembrar nessa ceia-party que de ter escrito um mini post, isn´t it?
E as usual, a estas horas do domingo (já segunda) ainda tenho os deveres por fazer! Si, admito que som um desastre... mas estou a aprender a fazer massages! hihihihihi
Vou ver se fago algo agora, inda que nom sejam deveres ;)
Outro dia mais!

sábado, 23 de julho de 2005

God...

I'm just so drunk..
!!!!
(good!)

sexta-feira, 22 de julho de 2005

medio litro de birra

já levo, nom é muito mas é que inda nom comecei a cear... so... bom, o caso é que hai ceia na residence, uuhh!
nom sei bem como acabará isto, mas vamos lá ver. Somos como vinte mil pessoas e a ver que cona fazemos. Estám aqui certas pessoas-classmates e enfim... prefiro nom pensar mto... já contarei algo, se tal.
bye

sábado, 16 de julho de 2005

sexta-feira, 15 de julho de 2005


It's not bad at all, isn't it?

terça-feira, 12 de julho de 2005

Greenish English

I'm still alive!
Tou na Inglaterra!! Por fim tenho net. :D
Vou cear que me convidarom, manhã/depois/quando for conto cousas.
See you!

quinta-feira, 30 de junho de 2005

...

já tenho duas pra o ano que vém... :S isso de momento, que inda pode ser maior a desfeita... que asquito... vou-me fartar de interpretar... e também estou desubicada... e com mil milhons de cousas pra fazer e preparar ainda. E sono e enfim, até o caralho de todo.

sexta-feira, 24 de junho de 2005

Repasando os meus blogs de cabeceira, confirmo cousa que já sabia, que ouvir caetano faz bem à saude, e dou em pensar nas cousas que nom tenho, músicas do caetano entre outras, e nas magias.

eiqui ando

encara que o meu club de fans (...) já pensava que eu tinha morrido entre calores e apontamentos, nom, eiqui ando... inda que tentada de deixar o blog porque nem escrevo nem nada... mas eu que sei... e porque está na moda e agora todo dios tem blog... e claro... mas se imos de guais, de que nom nos afectam as modas nem res, entom nem nos afectam para si nem para nom, digo eu... eu até gostaba de desabafar e de me exibir aqui, realmente, mas, enfim, mta preguiça... sobrevivirei. Só me restam dous exames... mas depois mil cousas pra fazer... preparar viagens, preparar malas, papéis, paquetes pra mandar cousas pra casa... trámites e mais trámites... buf... nom quero nem pensar. E amais ninguem me mima e fraga vai repetir maioria. Si que tamos bem. Eu nom era mto de pôr-lhe nomes de incógnito ao pessoal (tipo "a cereijinha dixo que me ia convidar a umha paella um dia destes") mas hoje apetece-me dizer que o Xiquet é mui guapo, guapíssimo, guapinho. Enfim, alegra-lhe a um a vista, que nom está de mais. Nom dá abraços, mas isso ninguém o fai, portanto não interessa, não faz diferença. Ah, cortei o cabelo. Bona nit.

segunda-feira, 23 de maio de 2005

exámenes y demás familia

bom, eu já mui constante nisto dos posts nom é que fosse... mas agora vai ser ainda menos devido a exames e outras cousas em que nom quero nem pensar...
contaria-vos as minhas aventuras e desventuras da ceia da titulaçom que tivemos na sexta feira, mas... deixou-me um certo sabor agridoce, se se pode dizer isso em galego... E se nom, a sensaçom foi essa na mesma. Porque entre vinho e cervejas e altas horas de la madrugada e cedo pola manhancinha... passam muitas cousas, algumas divertidas, hehehhee, e impagáveis de ver, e outras ridículas pola minha pàrte, :P, mas nisso nom queremos pensar. A culpa é do álcol sempre. Embora haja quem diga que isso som excusas e quem faça poemas a dizer o mesm
o.
Tem coisas que a gente só diz de porre,
se não o outro corre;
mas passada a bebedeira,
a gente acha que fez besteira,
não devia ter falado,
que se expôs adoidado,
à-toa e foi tolice.
Finge-se então que se esquece o que disse,
culpa-se a carência, a demência, a embriaguez
responsáveis por tamanha estupidez.
E é aceitando este estranho cabedal
que quando se volta ao "estado normal",
cada vez mais sós, na defensiva,
corroídos morremos de cirrose... afetiva.


Leila Míccolis


Talvez algum dia conte os detalhes, hehehehhehe. Ou melhor diante de um café e nom de um pc, que rimar rima, mas é una altra cosa. Ao vivo sempre melhor.

contrl + l ou teclas de atalho

Você some e eu invento mil histórias:
deve ter viajado,
o micro quebrou,
deve estar muito ocupado
ou será que piorou
e foi de novo internado?
Você some e eu invento um monte de indiretas
só para esquecer-me de lembrar
que simplesmente me deletas.

Leila Míccolis

Até quando deus quiser! ;>

sexta-feira, 20 de maio de 2005

Os donetes empalagam e co calor o chocolate derrete e fica... daquela maneira

Metim um chisqueiro na lavadora.
Fum tomar umha birra que se estendeu até as 4 da manhã.
Ando e desando.
Nom sei mui bem o que escrever hoje. Abandonou-me a inspiraçom. Normal, outra vez fum de compritas, e claro... isso acaba com qualquera. Umha frustraçom contínua o de nom escrever cousa que valha a pena. Ou que a pague que ultimamente ando-che-vos mui mal de quartos. E amais hai-che cada um por aí perdut que nom ganho pra desgostos. Nom, na verdade, passo bastante do tema, é umha pena, nom si? Mas res més, do tipo de pena que é ir comprar e que nom haja donetes brancos e tenhas que colher dos normais. Claro que quando vás a todos os supermercados e nom hai donetes brancos em nengumha parte e começas a pensar em criar umha associaçom Salvemos los Donetes Blanquets: Espécie Em Vias de Extinción! ou algo do género... Outras soluçons: passar dos brancos e comer só pretos ou simplesmente passar dos donetes para sempre. Mmmmm. É o de sempre, lutar ou aburguesar-se. Só que ás vezes como nunca hai donetes brancos em ningures, acabas por nom ter tanta vontade deles. E lutar por algo polo que nom tés vontade... mira, no sé cómo lo ves...
Buah, co ricas q som as saladas e nós a querer comer porcarias dessas... Santa paciência!

domingo, 15 de maio de 2005

Ando enjoada de carências.

quinta-feira, 12 de maio de 2005

ai caramba...

já é a terceira vez que tento postar mas é o destino que nao me deixa!

Isto aqui é algum tipo de boicotchi???

Tenho sono... depois já argalharei algumha cousa pra contar.

(O mar anda e desanda,
anda que desaparece;
quem tem amores nom dorme,
quem nom os tem adormece...)

terça-feira, 3 de maio de 2005

oh

O meu exibicionismo alcança cotas alarmantes (vide: post anterior)... Creio que nom é comparável o andar encoira pola casa ao ficar despida num blog... Nada a ver, definitivamente... Fico com o nudismo doméstico...
Peço desculpa pelo incômodo que pudesse causar a mentes púdicas como a minha. I am not going to do it anymore, I promise... At least, I promise I'll try...

domingo, 1 de maio de 2005

nom quero sair mais

porque ultimamente sempre que saio chego à casa antes de tempo, sozinha e chorando. ou com ganas de chorar. e nom sei. nom sei porque me passa isso, nom o sei. mas nom gosto e nom quero sair mais. desanimo-me.
Levo umhas semanas em modo ningú m'estime. e nom pode ser. e nom quero.

(e nom é um post triste.)

quarta-feira, 27 de abril de 2005

Nom sei que tenho. Levo todo o dia com dor de cabeça. Nom sei se serám as hormonas (mas nom as específicamente populares da primavera mas as períodicas anuais mas eu nom costumo ter sintoma nengum, nem síndromes nem TPM). ¿Malestar general, cansancio, apatía? Menos mal que temos a Julio para todas y cada una das doenças que nos podam querer alcançar. Já tomei paracetamol, já dormim,já voltei tomar e nem assi. ¿Crisis de llanto? Necessitarei outro tipo de drogas...


(Gorgeous, descansa...)

segunda-feira, 25 de abril de 2005

25 de abril



(...)
Tu Rapariga do País de Abril
tu vens comigo. Não te esqueças
da primavera. Vamos soltar
a primavera no País de Abril. (...)

(Última página, Manuel Alegre)

domingo, 24 de abril de 2005

Filosofias contemporâneas (I)



Soy lo que me das.
(Chenoa)

Aplicável, é claro, a qualquer dos campos em estudo, nom unicamente ao explicitado no texto de onde foi tirado o aforismo de hoje.


(Mira lo que soy, soy lo que me das: si me das amor, yo te daré mi corazón; soy lo que me das: si me das cariño, yo me puedo enamorar; soy lo que me das: si me das ternura, te regalo mi ilusión; mira lo que soy, soy lo que me das, amor.)

quarta-feira, 20 de abril de 2005

o shift tem a noite livre

às vezes penso. si, si. outras sinto, mas enfim pensar também. sem abusar, eh. nunca muito de nengumha das duas cousas. mas a questom é que pensava eu em nom fazer cousas destas pouco práticas, fantasiosas, meio de novela ou algo disso. de filmes ou ainda de ilusons. enfim, as típicas cousas que a gente com os pés na terra nom fai. a questom é que pensava como pessoa prática, cos pés na terra e a cabeça sentada. é terrível isso. pensava, por exemplo, que nom ia mandar sms's tontos, a dizer cousas simpáticas ou olas ou eh, estou aqui, lembro-che que existo e que gostava de que me desses um pouco de atençom y lo que surja; que ia esperar ao momento oportuno, razoavelmente oportuno porque agora nom valia a pena, porque seria fazer o palhaso, porque seria ridículo e nom merece a pena se nom vai haver resultado imediato e se ninguém vai agradecer, ou ainda, nem vão dar por isso. é terrível isto. capitalismo selvagem e burocracia de sentimentos. quina vergonya. planificaçom, conveniencias, prémios e primas, mais valias, cálculos, agora nom que vai pensar que estou pelo beicinho... estratégias militares para alcançar objectivos!!!!
dacordo, exagero um pouco. vence-me a veia dramática. mas por baixo dos enfeites da árvore de natal, está a árvore. eu nom quero pensar nem planificar qual vai ser o meu próximo passo para acabar arreconchegada contra ti numha sala dalgum cinema. ou como fazer para acabar indo de viagem a toledo com os amigos. eu nom som, nom era, assi... que em va passar? que se quadra tenho medo de perder ou de ganhar a batalha nesta guerra com/contra ti da que tu no saps res. que se quadra penso que medindo as palavras podo evitar pisar as minas que nom pós. ou alcançar territórios reconquistados. no fundo no cal patir, no fundo do mar, sei que continuarei coa guerra de guerrilhas, o meu nunca foi a organizaçom nem a estratégia... se o fosse, igual até teria algumha bandeira a acariciar o vento no curuto dalgum outeiro.
(e digo tu mas sodes vós, é umha licença poética como outra qualquer, como fazer um blog ou convertir as nuvens da tardinha em píxeles).



O bom de viver sozinha é que podo andar encoira pola casa adiante.



O mau de viver sozinha é que podo andar encoira pola casa adiante.



terça-feira, 19 de abril de 2005

Hoje deverám desculpar (como tantas outras vezes) a escatologia, mas nom podo mais que começar dizendo que o puré de patatas depois de dois dias à mercê do ar e das temperaturas levantinas, fermenta!! Si... Respirava e parecia umha massa branca fedorenta... Mas, graças a minha aliada a auga quente, pudem ganhar essa batalha.
Se normalmente som despistada de meu, estes dias ando completamente OUT. Malamente me enterei do que passou nas Vascongadas e o do papa hoje também de puritita casualidade. De qualquer modo, até nom me importo com que morram mais papas e escolham a outros tantos se isso me permite extasiar-me co Lorenzo Milá... Que home, que voz, que feitio... Es que me encanta! Tam jeitoso ele... Ai... Outro que poderia, neste caso, escuitar sem me cansar nunca é o Iñaki Peña... Tem umha voz deliciosa.
Como é difícil descrever vozes, hein?
Já nom sei mais, acabou a fita.
(E hoje tampouco hai literatura)

segunda-feira, 18 de abril de 2005

puré de patatas e lack of

Si senhores, aqui eu sempre pronta a resolver todas as dúvidas que lhes tiram o sono, orgulho-me de comunicar-lhes que se pode quentar o puré de patatas de sobre. Umha vez feito, quero dizer. O sabor... bom, é de sobre, assi que o do sabor é genético.
De resto, concluir com a reflexão terrível de que no início ter vontade de dormir com uma pessoa é bem pior que ter vontade de lhe dar umha voltinha. Pelas implicâncias que isso tem... Mas tudo vai já passar, meu bem. São épocas. Passa res.
(hoje tampouco hai literatura)

quinta-feira, 14 de abril de 2005

eu pensava q o meu post de manha ia ser "cheguei borracha onte à casa e nom postei! um ponto para mim!". mas nom (menos mal q os pontos mos dam outros... ou isso dizem... a ver QUANDO CARALHO ALGUÉM FAI ALGOOO).(si, eu tb poderia. o primeiro, cortar o pelo, o segundo: a melhor defesa é um bom ataque, melhor a duas bandas ou a tres).
aqui ando, postando um pouco. dios. q país. q vida. que mundo. pecham-se-me os olhos e nom sei que ia dizer. que isto nom pode seguir assi, mas isso já o sabemos todos. q fame. tenho na cabeça a cançom de "pereza" como unos animales. Sin nada que nos pare... sin nada que nos separe!!!
dios, q raiva e que tesão e quantos trastos para atirar, como dizem aqui.
"tirar los trastos es lo millor de mon ojala todo el mundo fuera tirando los trastos y regalando amorrrrrrrr"
(creio q vou sobar porque isto de desvairar... é perigoso. q lho digam a quem sei eu...)

domingo, 10 de abril de 2005


Os caracóis de TEO

TEO en Botánico

Che, afinal encontrei o sutiã negro! E já pudem pôr os brincos, menos mal. Cheguei a casa às 8 da manhã (acompanhada, e nom pensedes mal!! nem queirades saber, ighch...) depois de umha acidentada noite... e isso que nom estava eu mui convencida de sair. Mimadrinha... Isso si, desta vez nom me puxem a cozinhar.

Este blog está um nojo... parece um diario de adolescente... sem ânimo de ofender adolescentes que escrevem diarios, mas é que eu nom gosto do intrusismo profissional porque, apesar do que indicam todos os indícios, eu já, segundo os entendidos, já nom estou na idade que corresponde à adolescência (que palavra feia, por sinal). Devo acrescentar que tampouco che vos estou na de mulher (sofisticada) porque onte muito negro, si, si, pero as peúgas eram aos quadradinhos coloridos e os ténis vermelhos. (Nota: ainda que o pareça, nom era hortera nem piroso nem fuleiro, :P, que já estou a imaginar imaginações das vossas.)

Gosto de poder escrever aqui que lhe perguntei a TEO (ai, que pouca paciência para buscar ligaçons...) como se chamava e tal e qual. Gosto de nom escrever que gostaria de ter-lhe perguntado a TEO como se chamava e tal e qual. Bom, o qual nom deu tempo, mas polo menos neste trem cheguei até a primeira paragem. :P
Com aqueles caracóis...

sábado, 9 de abril de 2005

Hoje nom é o meu dia. Ia sair de loito rigoroso, coma quem di, e nom dou topado o sutiã preto, assi que, from lost to the river, sutiã com estampado de coches vermelhos e calcetins (peúgas) de quadradinhos de cores. No n'hi ha dret. E a cama sem fazer. É impossível topar algo neste quarto, nomeadamente o chão... Até ia por uns brincos pretos, mas agora já tanto dá, vou ir c'os das vaquinhas. Assi nom se pode fazer umha mulher sofisticada como dios manda, caramba!
E nom ceei, nom hai nada que se poida comer nesta casa sem cozinhar e a mim isso... mata-me um pouco. De fame, concretamente. Maruxinha, queres pão? E amais ao sair tenho que beber, obviamente...
Haja pachorra...

sexta-feira, 8 de abril de 2005

na, aqui tou eu. outra vez coas cousas sem fazer e como umha cuba nom, mas umha pequena cheia ainda che vos levo... e daquela chego à casa esfameada, portanto, nom me ocorre melhor cousa que fazer comida, pasta com atum, é que nom tinha mta mais cousa na casa... bom, tb leva cogumelos... as seis e media da manha... quem me verá... nom cozinho polo dia mas umhas quantas cervejinas e velaqui me tés... e simultaneamente, tb acendo o pc. e entro no blog. e claro... una cosa lleva a la otra... e velaqui...
pa ter cozinhado borracha a massa nom tá mal... pena que nom tinha queijo na casa, mas é que ter, nom tenho quase nada...
e isso que só baixava a tomar umhas birrinhas... chego a ir a rachar e bué, nom quero nem pensar!!! Che, que vida...
Já o deixo e vou ir colher a caminha que primeiro terei que encontrar por baixo do monte de apontamentos e roupas várias e trapalhada que tem por cima... pecham-se-me os olhos e pra escrever isto melhor ficava calada, cona. Lamento. O álcol é mau mas eu som pior aqui a fazer o monas, um nojo.
Gorgeous, melhora-te, sim? Beijão

quarta-feira, 6 de abril de 2005



(lisboa.parede.letras.bigadu polas fotos nena!)

Fe de ratas!!!!!!

Bom, que polo visto o meu post do dia 6 de abril era susceptível de ser malinterpretado, segundo me comentou certa gente. Assi que decidim tomar medidas e modificá-lo a ver se ficava mais claro e nom havia confusons. Porque que me tomem por umha sexista reaccionária pois tampouco che me acaba de chistar, hehehe.
(Vá, confesso, na verdade o que me fode é que nom me sei explicar bem e que a minha capacidade "escriptora" deixa bastante que desejar... porque se afinal nom consigo comunicar o que pretendia, nom vale de nada... e melhor fazia retirando-me!)
Portanto, se alguém já lera o susodicho post, que saiba que o modifiquei, e que talvez agora a ironia está um pouco clara e já se entende (espero!). Que me lio muito e que tenho que controlar mais... lo sé... peço imensa desculpa!

Mas também nom esqueçam que rectificar es de sabios! :P
pois é que agora tenho muita gana de postar. E som horas de dormir mas o Pedro Chosco nom dá vindo, caralho. É normal, porque tenho o sono cambiado, isto só se arranja com o jet lag justo para fazer quadrar as horas da noite com as minhas de dormir. Só que talvez é defeito de fábrica e eu som um animal nocturno, talvez, eh? Só talvez, que tampouco me vou fazer aqui a bohémia que isso já nom se estila, som cousas do século passado, e para crápulas também já temos a outros (e pra acabar coma eles, pues mira, no, me ahorro la pose y me compro un par de zapatos de córreteconsóloimaginarcómotepiso). E agora já nom tenho escusa pra viajar a outros fusos horários, caramba! Maldita sinceridade.

Ah, o post de antes tivem-no que pôr por aquilo das provas e das evidências, e aproveitando que pudem entrar na página do país co'a subscriçom (4 consoantes seguidas! Ai, que palavra mais complicada, deve ser mulher ou ter um lado feminino muito desenvolvido) da universidade.

Já me tarda também pendurar algumha fotinho... que tanta letra faz mal à saude, pá.
Outra cousa, poida que nom seja gana de postar exactamente, mas gana de escrever e quem sabe se nom faria melhor socializando nem que seja por escrito com gente real... Que a virtualidade nom é que esteja mal, a palavra virtualidade até é simpática, mas, claro, o falho é que nom é real, nom se pode tocar, comer, apalpar e nom sigo, nom sigo que já me conheço e já sabemos como acabam estas cousas e nom pode ser, caramba! Já nom pode umha escrever tranquila sem que a assaltem a mão armada fantasias e contos e caralhada...

Tenhoqueirdormirtenhoqueirdormirtenhoqueirdormir... se o penso muito será que funciona? Se o digo muito e tenho um aparelho mediático todo aos meus pés (e nom só), está comprovado que sim.

Ultimamente tenho a veia caústico-cruel-céptica mais espabilada do normal! Hihihihihi, isso produz-me um certo prazer sádico. Ai, que humor. A ironia e a retranca é-che o melhor que temos. Isso e o pão de centeio com passas e nozes e o licorka. E a empanada. Ai, que me ponho saudoso-patriótica e nom pode ser.

Ai, quantos "ais" e quantos "nom pode ser". E que a pouco que me deixem um teclado e umha língua e as que monto. É-che umha pena, é-che, é-che, que me lio e afinal tudo se sabe, que botamos a língua a pacer e coelhos em austrália (eram coelhos e era em austrália? que comiam tudo? que caralho de coelhos, se tinha a metáfora diante das narices, eucaliptos na terrinha!).
Vaaaale, admito-o, necessito umha dose de minimalismo intravenoso já! Isto nom pode ser. Tanta retórica nem tanto barulho mental!

(E menos mal que seique estava começando a deixar de reprimir-me tanto, que se nom... é que assi nom pode ser! ;P)

Encontrei-no!

ELVIRA LINDO

Superman

ELVIRA LINDO
EL PAÍS - Última - 30-03-2005

Qué maravillosa edad la de los cinco años en la que el niño ya tiene los resortes verbales para expresarse, pero su pensamiento sigue anclado a lo fantástico. Coincido en el ascensor con un chino diminuto vestido de Superman, un Superman barrigudo y tremendamente serio, consciente, imagino, de la misión a la que obedece: salvar al mundo contra el Mal. Le digo: "Hola, Superman", y me contesta con cierta molestia interior por tener que dar explicaciones para él evidentes: "Soy Spiderman, pero me han vestido de Superman". Y sale del ascensor melancólico, pesaroso por el gran malentendido: mientras todo el mundo cree que va a echar a volar, lo suyo es trepar por las paredes. Cuando esta tierna criatura crezca sabrá que si hay algo que no engaña es la forma en que nos presentamos a los demás. Freud puso el acento en los actos fallidos, esos actos involuntarios que nos delatan, pero esa infalibilidad de la interpretación de los actos es algo que está superado, se sabe que muchas veces nuestros errores responden a despistes, sin más. Sin embargo, hay algo que nos delata cuando somos adultos: la estética, y no se trata exactamente de la ropa elegida, sino de cómo se lleva, del aire que le damos, la elegancia natural, nuestro inconsciente deseo de provocar amistad o rechazo. La estética nos delata, más que las palabras, más que lo que decimos que somos, más que una declaración de buenas intenciones. Por descontado que la justicia no puede juzgar a nadie por su manera de presentarse ante un juzgado, pero nosotros, los ciudadanos, sí que tenemos derecho a juzgar la apariencia. Veo en la tele a dos mujeres de ese nuevo grupo, Aukera Guztiak, diciendo algo así como que "nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos", y aunque mis oídos escuchan esa declaración de inocencia, lo que me dice la vista es que a esos personajes ya los he visto antes, se llamaban de otra manera, sí, pero vestían igual, hablaban igual, tenían la misma prepotencia, mostraban ese desprecio por la apariencia agradable. El pelo corto, la coletilla, la falta de sensualidad, de empatía, como si fueran miembros de una extraña secta. Sólo a un niño vestido de Superman se le puede tolerar que diga que es Spiderman, pero en esto de la cosa vasca, por Dios, ya somos todos muy mayores.

© El País S.L. | Prisacom S.A.

domingo, 3 de abril de 2005

Epa!

O tiramisu nom sei como saiu... ainda nom o provamos, mas pareceu-me que quedou mole de mais. No cal patir, afinal se nom é tortilla é revuelto. Ou comida deconstruída (o que se inventa!). Manhã já volto para o Levante, inda me prestou estar por aqui estes dias, embora, embora vou eu, tudo esteja como sempre, mais uns poucos mais edifícios...
Ainda tenho a esperar por mim um monte trabalho que nom fixem. Som o pior, mas à força de tanto ser o pior, já nom lhe dou importância. E à parte, som mono-temática! Sempre a falar de quanto tenho pra fazer... Haja pachorra...
Merda, por algumha estranha confabulaçom do destino nom me dou baixado um programinha da universidade com o que poderia ler El País (já que a universidade está subscrita). É porque já hai uns dias que queria comentar um maravilhos artiguinho da columnista Elvira Lindo que saiu em nomseiquê ediçom de nomseiquê dia no qual, à parte de contarnos o seu breve encontro com Spiderman, nos iluminava co'a sua perspicácia natural ao informar-nos de que os bascos estes aos que nom lhe querem deixar participar desta dádiva divina que é a democracia occidental (onde, sem intençom de resultar típico-tópica e citando de memória, estám permitidos todos os direitos sempre que nom se exerçam e onde temos o direito inalienável ao "pataleo") som os mesmos de sempre, cousa que, segundo ela, nota-se bem na pose, na prepotência, nos andares, na maneira de se mexeren, no cabelo curto e a transa e nessa total e completa falta de sensualidade feminina.
E assi nos vai... depois ainda nos estranhamos de cousas! (pena nom poder citar textualmente, nem que seja pra pôr umha destas etiquetas tam paveras de "dixit" ou "sic" ou "el subrayado es nuestro", cachis!)

sábado, 2 de abril de 2005

Mimadrinha... Tenho isto mais abandonado que a minha cultura (de cultivar) pessoal... Nom sei se devesse pedir imensa desculpa... Si, que cona, nem que seja pra mim própria. Vou fazer tiramisú c'o Vinícius, depois conto.

domingo, 27 de março de 2005

até que enfim

já levo varios dias retrasando, inconscientemente, o momento de postar. Hai uns dias que cheguei à casa, por fim! depois de tanto tempo... Hahahahaha, nem tanto, a verdade, inda que ter tinha ganinhas de voltar, si senhor. E nada, por aqui ando e desando. Sem fazer ainda nada de jeito, mas ter vou ter que me por já para a semana porque o trabalho é muito. Y la dicha es breve, hahaha, nom, nom, nom necessariamente. Aseghum e adepende.
(outro dia mais)

terça-feira, 22 de março de 2005


ui

beijos com língua

Eu penso que o français tem esse típico tópico toque amoroso em parte porque cada vez que dim um "u" tenhem que ponher esta boquita de piñón e dizer esse i delicioso [y] e entre isso e "us" dos nossos... ai, que derreto!
O português também porque com aquilo de que os "os" átonos che som todos "us" também passam a vida a botar beijinhos ao ar.

E depois as sonoras... ai, senhor, acudi-me!

(Mas ao galego também lhe chega bem... em parte porque os "es" som "es" plenos, nem muets nem 'nf'lizm'nt' (o brasuca aqui sai-se felizmentchi)... por estas latitudes já me dixerom que o sotaque galego era muy dulce... cousa que mui poucos sabem alá na terrinha, ignorantinhos.)

segunda-feira, 21 de março de 2005

É certo. Hai nada que começou a primavera. E eu teria que dizer como forom as falles e tal. Eu passei-no guai. Ruído, lume, fogos artificiais, castells, ninots, cores, volumes, ruas e mais ruas, umha mascletaeta, a cremà, muita gente... Adorei! Creio que acabei de descobrir a minha faceta pirómana. Mmmmm. Mas a primavera já está aí. E hoje limpei a casa. Também já lhe tocava. Pode-se dizer que foi a limpeza de primavera. Mas nom. Porque o meu cuarto nom o toquei, com o qual ter tem toda a merda do inverno, e porque teria que ter tirado com todos os trastos velhos e , a poder ser, queimá-lo todo. Como as falles, que, de facto, explicarom-me o outro dia que tenhem a sua origem aí. Pois si, um dia destes tenho que colher toda a merda de todos estes aninhos e queimá-la, né? Estamos nisso, si, estamos, inda que às vezes me esqueça.

sexta-feira, 18 de março de 2005

a) doem-me os pés

de patear-me o centro da cidade, que é pequena e o centro é pequento tamém, mas patear, pateei, caralho. E total pa nada. Odeio ir de compras, já sei que já foi mil vezes dito e que já roza o tópico, mas parece que o mundo estivesse feito para adolescentes que vestem umha 32... ou para horteras ou para super-fashion ou para mulheres mega-sofisticadas... ou o que hai nom me gosta ou o que me gosta nom me vale. Umha puta merda.
b) Hoje baixarei às Falles, menos mal!! Nom teria perdom de dios que nom fosse. Assi que "dios proveerá" e eu já cronicarei aqui as aventuras ou desventuras, porque algo passará! porque como nom passe algo, inda que seja algo mau... já nom sei o que fazer. Tanta rotina...
c) O mundo dos blogs é um universo insondável... encontro cada cousa que flipo, isso quando nom encontro blogs de gente que conheço... e que nom se me passaria pola cabeça que fossem andar fazendo blogs por aí... (ai, tenho-che umha tendência a por vários verbos seguidos que espanta! deve ser para suplir carências...) Ainda que suponho que eu tampouco som o prototipo de pessoa que anda a fazer blogs por aí... ou si?
PS: Ainda nom me registei no blogomillo, já o farei um dia destes... eu sempre levei o do meu marketing pessoal com certa calma.

segunda-feira, 14 de março de 2005

i ara

pois nom sei se continuar na tónica pseudo-intimista de diário, bem, o de diário é um dizer, mas de parte quase-clínico, com mais ou menos arte, do que parcialmente passeia entre estes pelos. Da cabeza. Do outro nom dou parte, parece-me. Salvo que me andedes especialmente espabilados. Cousa que, nom é por mal, mas tenho as minhas dúvidas-quase-certezas de que nom, porque che andamos tam dentro de nós mesmos que os outros som quase só o atrezzo. Mmmmm. Isso fixo-me pensar que potser devesse desenvolver mais, e nom só a parte da fofoca, o meu lado observador. Chi. Porque agora que o lado exibicionista já tem aqui cancha abonda para se desenvolver, desenrola, desnudar, desdebuxar... ainda que retomando (o fio, a linha, nom likorka nem hóstias, que desconsolo!) dizia eu que nom sei se isso ou se passar a fazer-me a interessante e colar frases, músicas, profundas reflexons, contos absurdos, enigmas sem correlato ou soluçom real... Ai... é que desvairo tanto que até o próprio desvairo anda no limbo de me parecer fora de lugar.

quarta-feira, 9 de março de 2005


Retour vers la Transylvanie II. (Mosteiro de Alba Iulia)

O mosteiro é bonito. Calnic também, mas já é outra cousa, mais... nom sei, original, ou algumha palavra dessas. Eu tenho tanto que fazer que me vai dar algo... e nom os bons dias, que ultimamente nem mos emprestam, parafraseando. De boas noites, melhor nem falar. Aborrece-me tanta pessoa práctica. Ou pragmática, que é umha palavra mais grande e sempre fica melhor ( o tamanho claro que importa).
(Devo confessar que ando a ler esporadicamente ao Benedetti... isso, bom, nom é que me preocupe... mas pode ser que seja indicativo que algo anda a remexer nos pousos antigos dos apreços e os despreços, dos gostos e desgostos, dos encontros e desencontros... Vai haver que andar bem cos olhos abertos, nom vaia sê-lo demo.)
Nanit, gorgeous, descansa.

domingo, 6 de março de 2005

no puc parlar

portanto, terei que ir escrevendo alguma coisa... realmente, o de nom poder falar nom tem grande importancia dado que tampouco tenho amb qui parlar. Estes dias foram de tanto escrever que se calhar é por isso que agora a minha gorja se celou e ala, rebotou-se. ahora me enfado y no respiro. É o que tem ser umha nena, as minhas partes do corpo também som infantis. A mim tampouco é que me importe. O da infantilidade, nom o da gorja. Amais, eu sei de primeira mão que me reprimo bastante! E menos mal que tamos em transiçom...
Se alguém esperava um post emocionante depois da ausência... vai ter que quedar coas ganas. É que quando as circunstancias nom acompanham, complica-se-che-me o de fazer maravilhas. Por outra parte, tenho uns cambios de humor que nom entendo. Repentinos e drásticos. Creio que tenho que relaxar um pouco. Já se sabe, relaxa senom nom encaixa.
Quina merda de post... já o fixem assi de propósito para nom desentoar coa atmosfera de merda em que vivo estes dias ou que te crês... e isso que nos meus blogs de cabeceira estes dias estám chapeau! ou como raio se escreva... dizer si que o sei dizer, mas claro... no tinc veu.

terça-feira, 1 de março de 2005

Media Verónica despierta; le molestó la luna por la ventana abierta. Llegó una carta desde el frente; el cántaro se rompe y se secó la fuente. Va a decidir qué hacer cuando despierte del todo y borrar con la mano lo que ayer escribió con el codo, habrá que ver si la crónica Verónica reacciona, la Verónica mitad tiene muy poca maldad pero está cansada de esperar...
Media Verónica está rota, no tiene muchos años pero le hicieron daño. Rompió una lanza por la risa, pero no tiene prisa y se rie muy poco. No va a saber qué hacer cuando no sople más viento, no sabe distinguir el amor de cualquier sentimiento. Quiere vivir una vida diferente cada día; la Verónica mitad está en la flor de la edad pero está cansada de esperar... En la ventana hay una nota: el pájaro no vuela tiene las alas rotas. Media Verónica lamenta que el tiempo se consume y lo demás no cuenta.
La vida es una cárcel con las puertas abiertas,
Verónica escribió en la pared con las tripas revueltas. Nada que ver, no habrá flores en la tumba del pasado. La Verónica mitad dice siempre la verdad pero está cansada de esperar...

Calamaro

(si, confesso, ando roubando fotos polos blogs adiante)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2005

harmonia escreve-se com agá

alcol no corpo
nom sei quanto
o suficiente para nom acertar à primeira com as letras
os acentos ainda si
sono soneca
(sabes? nom, nom o sabes, mas tu és o meu urso de pelúcia, quase cho digo hoje, meu lindo, nem sapo nem porco)
de resto o amor é louco, nom sei se cego, surdo ou quê (que leva acento após umha pausa, seja inciso ou final de frase, a tragédia do purista incoerente... guai? um beijo para ti e outro para ele que conjurei esta manhã com magias de fluidos e encontrei e procurava pássaros e caminhos e nom guepardos... os guepardos comem gacelas... é interessante saber se gostam de gatas)
E tu, eu sei que tu gostas de gatas... um biquíni e um beijo. o alcol e as paraules... que lhe queres... perdem-me tantas cousas... o curioso de se ver e de se saber era o que me encaminha... porque perder, perdedes-me vós todos e algumha outra, e dedos e febres e musicas e cores... e paraules, paraules d'amor, paraules...
Cama vazia, cama vadia nom. Beijos pra quem quiser, e ainda nom beijo assim tam mal, beijo bem. Optimismo nom, realismo para o guepardo ressién aparessido, e fluidos para o ursinho, que eu sei que precisa e a mim sobejam-me.
cinco e meia da manhã gemetê mais um.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2005

qui dia comença, any empeny


nom sei eu se isso se aplica quando o teu dia comença à umha e meia da tarde... Na máquina de café da faculdade tomo chocolate. Às vezes com leite. Na casa tomo cacau. Hai semanas que nom compro chocolate (si, fazemos muitas tontadas nesse mundo, se eu che contase, yo quisiera y tu te dejases, buf!! ).
Será que vivo más de noche que de día (sueño más despierto que dormido, bebo más de lo que debería? Bom, o de beber... em fa vergonya esta vida pseudo-monacal que levo... agora com as festes, qui lo sap... ainda gardamos no fundo dalgumha gaveta umha destas esperanças pequeninhas que tão bem sabem desiludir.
Continua a choviscar e está o mundo todo grisalho. De todos jeitos, a luz sempre é diferente aqui.
(Caramba, perdem-me os deícticos. E as parénteses. Que vício! )
E falando em vícios, nom, contrariamente a lo que sería de esperar en mí, desta vez nom vou dizer que vou morrer nova ou que vou envelhecer prematuramente!!! ( :D andam-che-me as augas revoltas) (e, per cert, bigadu a estes blogueiros curiosos do mundo)

É tam tarde e eu inda estou aqui...

de resto, conto o mesmo c'o meu irmão o outro dia (que neno!): um nada desto, um pouco daquelo e um chis dacolá.

De manhã escureço

De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo...

Poética, de Vinícius de Morães

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2005


Retour vers la Transylvanie

Penitências

Vou postar um pouco. E nom devia muito. Mas, che, é o de sempre, nom vamos de troula
(ou melhor nom nos dedicamos a cultivar o lezer, hehe, porque postar nom se pode dizer que seja propriamente umha foliada) porque temos que trabalhar e afinal nem gozamos nem trabalhamos. Grrrrrr.
Hoje nom foi isso, mas onte à tardinha si; porém à noite reformei-me, e ale, rua. Si, confirmo que som umha perdida, para bem da dialéctica e calma existência dos responsáveis.
Que bem soa o alemão! E à parte choveu! Maravilha. Bom, chover, chover, choviscou realmente.
E onte, onte tamém sentim umha opressom no peito ao sentir um certo sotaque... che, a mim isto antes nom me passava. E o caralho é que alemam nom é, mas no cu do mundo está-che igual. Quina merda. É que, vale, vale, já sei que me repito, mas pa uno que me pone, cona, e nom só mora no quinto pemento (como se dizia quando eu era pequena, que pequena inda som... :P) como vai marchar pra inda mais longe! Grrr.
E inda por cima isto está-me a sair intimo de mais, intimirmo, que diriam por aí. Vou ter que começar a reprimir-me um chis (mais), que se nom... menos mal que este blog nom o lê nem dios, :P.
Eh eh, que somos poucos pero escolhidos! (poucos... ou eu soa, e se for assi mais escolhida ainda!) (e si, indirecteando pra recolher comments, :P) (e si, já sei que o mundo nom funciona assi, hehehe, também me tenho que controlar neste aspecto, porque isso de "pede, pede, que por pedir que nom seja" nom vale res. Porque eu farto-me de pedir e nunca me dam nada e porque assi tenhem constancia de que eu pedo, inda que nom necessariamente quero, certa/algumha cousa e isso confere-lhes/confere-nos um certo poder. Aquilo de ter algo que outro quer, ou pede (que no es lo mismo pero es igual), mmmmmm!)


Haja pachorra...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2005

Hoje

estou mui guapa e figem natilhas que estám a enfriar enriba da lavadora que está numha espécie de galeria pequena onde vai um chis mais de frio (e entra um ar levantino terrível) do que en la resta de la casa onde também estám a secar as minhas cuecas de cores e as minhas camisolas e até algumha toalha. Considerei a possibilidade de as pôr na terraça... mas tampouco havia necessidade.

Hoje considerei com certo carinho a actividade tradutora... Afinal, tampouco é assi tam horrível... (será que todos temos momentos de debilidá? ou serám cambios de humor estilo roller coast? )
Pode-se dizer que ultimamente desde que me deixei de mentir um pouco penso certas cousas alegremente, como o de traduzir ou o de escrever ou o guapa que estava hoje.

Desvarios. ;)

plif

nunca pensei que ia estar um pouco dacordo com Marianito.
(Por su parte, Mariano Rajoy, que ha votado en Aravaca, afirmaba que una participación del 50% sería "razonable" (eu diria necessária) y daría a los partidos que apoyan la Constitución "más autoridad" para ratificarla en las Cortes. También lanzaba al presidente el mensaje de que supiera valorar el esfuerzo de los partidos que han pedido el ‘sí’ para el tratado y también el de los defensores del ‘no’, “que son sus socios”. En todo caso, ha criticado al Gobierno por no haber hecho bien las cosas, por haber convocado el referéndum con “demasiada precipitación" y por no haber llevado a cabo la pedagogía "necesaria, obligable y saludable" que requiere un asunto de estas características. El País.es, 20-02-2005) (el subrayado es nuestro) (hehehehe, sempre quigem usar essa expressom :P) ( e si, sei que abuso das parênteses)
"Un de cada 4 catalans ha decidit el futur dels 3 restants", isso deixa cair por aí um amigo meu. Significativo, né? (e quando lhe pedim permiso para citar as suas palavras dixo: "podes acrescentar que a palavra "futuro" pode chegar a significar mais de 40 anos, porque para mudar essa constituição precisam da vontade dos 25 estados (bem cedo 28)...") (isso tampouco mola, mas o da abstençom é pra mim mais interessante... e os brancosos (ai saramago!), of course)
De todos modos, eu estou mais do que longe de ser umha analista política ou social...
Por outra parte, concretamente polo Oeste, em Portugal ganhou o Sócrates. O partido do meio, apropiando-me das palavras do saramago. E já agora, devo confessar o meu eterno fascínio polos acasos da vida, pois justo estes dias atrás quadrou, com a mais absoluta casualidade, que estivem a ler O ensaio sobre a lucidez, mais do que apropriado para estes dias de dereitos e deveres que nos tocou viver... Ao menos o bloco subiu um chisco... parabéns!

Porém, insisto, estou mais do que longe de ser umha analista política ou social...

E eu nom sei, mas ISTO AQUI nom me inspira confiança nengumha... nadita.

sábado, 19 de fevereiro de 2005

La teoría del caos.

¿Quién no busca lágrimas de barro y finales de cuento felices,
respirar con ganas, dormir contento bajo las luces del cielo...?
¿Quién no busca consuelo en un anzuelo dulce sin lágrimas, sin culpa...?
En un edén marchito no crece nada, sólo hay eco,
árboles secos de esperanza con las raíces cortadas,
tierra estriada, suspense esperando el momento,
algunas veces el dolor se tendría que quedar dentro,
aún lo intento... dura fachada débiles cimientos,
el día se termina con una prosa sombría
¿ves la aurora? ¿quién tiene razón y quién razones?
Delante de la balanza que pesa los corazones
deja la poesía en la puerta espera despierta no hay prisa,
ella también puede dormir en una esfera
es patrimonio del insomnio, no de la primavera,
eterna búsqueda convertida en eterna espera...
No veo la luz, nadie la ve, nadie a la vez,
no veo al juez, nadie lo ve,
no veo la cruz, veo el ajedrez,
no a quien mueve pieza, cuando sepa quién es
me llevaré las manos a la cabeza,
te llevarás las manos a los bolsillos,
siento el peso, el golpe, el efecto del retroceso, convertido en piedra
¿quién no lo aguanta? Aunque a veces se respire un aire
que es como ceniza en la garganta....

Cuando sube la marea,
cuando necesitas aferrarte a lo que sea,
estaré contigo y será todo más difícil, pero la culpa no es mía
me provocas tú en la práctica y en la teoría. (x2)

Hoy recupero sensaciones que había perdido,
hoy recupero sensaciones,
mañana volveré a perderlas si creo que existen buenas razones,
algo se va y no vuelve,
el alma deja el nido ¿ahí estás? ponte en mi situación,
sufro cuando te veo en un plato cutre de television,
háblame estrella fugaz, luna serena, haz que merezca la pena seguirte la estela,
que vivo en un mundo de deudas e ideales rotos,
algunos buscan la foto,
otros van a encender velas ni mi voz ni mi voto,
todo tiene un precio,
las secuelas pueden disimularse en un mar de canela
donde las ideas van a la deriva sin nadie que las escriba
y las describa, están heridas,
hijas de mentes pasivas fijas,
pasiones congeladas,
quieres ir más allá y de pronto suena el móvil, no te dejan
¿de qué te quejas?
el problema es que mientras más te alejas menos formas parte del sistema
de los demás ¿quién no quiere ser querido?
Muchas veces por querer que te quieran acabas herido...
¿tiene sentido? cuando alguien tire la piedra
no seré yo el que diga he sido yo habré escupido, tío...
esculpido imagenes de barro del presente
que resistirán hasta que se las lleve la corriente,
así ha sido siempre...

Cuando sube la marea,
cuando necesitas aferrarte a lo que sea,
estaré contigo y será todo más difícil, pero la culpa no es mía
me provocas tú en la práctica y en la teoría. (x2)

Juaninacka

tres horas e trinta e um da manhã (GMT+1)

e aqui che vos ando eu. Ainda sem me decidir qual dos meus bloguinhos continuar... Mas como nom podo continuar nesta incerteza e sem escrever nada, deixando-os esmorecer quando nom tenhem nem uns diínhas, decidim ir escrevendo qualquer coisa nem que seja alternadamente. Acabo de chegar à casa. Filme francês, nom grande cousa. Ao contrário do que poderia parecer. Como se o francês, mon amour, só por ser francês tivesse que ser chic a morrer. Plif. Que reflexom estúpida acabo de fazer, nom é desculpa mas as horas que som nom ajudam à lucidez. Ou si. Mas hoje nom. Manhã escuitarei hip hop toda a manhã. O programa do Jota Mayúscula, ou J ou como raio se escreva. É-che o que tem só conhecer de ouvir. As vozes. Hai vozes tam bonitas como sorrisos. E digo isto por algumha gente da que a única parte física que lhe conheço é a voz e digo isto por algumha gente de quem me derrete o sorriso. Passarom 10 minutos. 41. Vam sendo horas de ir dormir, saiba a 6ª feira desculpar a desconsideraçom. Prometo que é umha etapa. Nom, nom prometo isso. Prometo que quero que seja umha etapa. Porque agora que tou em transiçom, as cousas tenhem que andar revoltas. E ainda menos mal!
Até amanhã, gorgeous, descansa.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005

de momento este blog vai tendo todas as de ganhar... realmente é que tem um bom acabado, está bem pulido, diria eu. Hei-de pedir umhas quantas opinions mais e depois já estarei pronta a cair, com a vossa aprobaçom tácita, neste terrível universo de depravaçom e vício...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2005

Pois encetando outro...

... isto é como quando começas a comer um pastel ou umha barra de pão polos dous currunchos!! Mas é só provar, e vamos ver onde me dá mais jeito. ;)
Hoje aqui nom vou pôr muita cousa...
Vamos ver outro dia se me sinto mais inspirada, nem que tenha que recorrer a substâncias estimulantes ;>
Por enquanto, sou bem-vinda!