segunda-feira, 23 de maio de 2005

exámenes y demás familia

bom, eu já mui constante nisto dos posts nom é que fosse... mas agora vai ser ainda menos devido a exames e outras cousas em que nom quero nem pensar...
contaria-vos as minhas aventuras e desventuras da ceia da titulaçom que tivemos na sexta feira, mas... deixou-me um certo sabor agridoce, se se pode dizer isso em galego... E se nom, a sensaçom foi essa na mesma. Porque entre vinho e cervejas e altas horas de la madrugada e cedo pola manhancinha... passam muitas cousas, algumas divertidas, hehehhee, e impagáveis de ver, e outras ridículas pola minha pàrte, :P, mas nisso nom queremos pensar. A culpa é do álcol sempre. Embora haja quem diga que isso som excusas e quem faça poemas a dizer o mesm
o.
Tem coisas que a gente só diz de porre,
se não o outro corre;
mas passada a bebedeira,
a gente acha que fez besteira,
não devia ter falado,
que se expôs adoidado,
à-toa e foi tolice.
Finge-se então que se esquece o que disse,
culpa-se a carência, a demência, a embriaguez
responsáveis por tamanha estupidez.
E é aceitando este estranho cabedal
que quando se volta ao "estado normal",
cada vez mais sós, na defensiva,
corroídos morremos de cirrose... afetiva.


Leila Míccolis


Talvez algum dia conte os detalhes, hehehehhehe. Ou melhor diante de um café e nom de um pc, que rimar rima, mas é una altra cosa. Ao vivo sempre melhor.

contrl + l ou teclas de atalho

Você some e eu invento mil histórias:
deve ter viajado,
o micro quebrou,
deve estar muito ocupado
ou será que piorou
e foi de novo internado?
Você some e eu invento um monte de indiretas
só para esquecer-me de lembrar
que simplesmente me deletas.

Leila Míccolis

Até quando deus quiser! ;>

sexta-feira, 20 de maio de 2005

Os donetes empalagam e co calor o chocolate derrete e fica... daquela maneira

Metim um chisqueiro na lavadora.
Fum tomar umha birra que se estendeu até as 4 da manhã.
Ando e desando.
Nom sei mui bem o que escrever hoje. Abandonou-me a inspiraçom. Normal, outra vez fum de compritas, e claro... isso acaba com qualquera. Umha frustraçom contínua o de nom escrever cousa que valha a pena. Ou que a pague que ultimamente ando-che-vos mui mal de quartos. E amais hai-che cada um por aí perdut que nom ganho pra desgostos. Nom, na verdade, passo bastante do tema, é umha pena, nom si? Mas res més, do tipo de pena que é ir comprar e que nom haja donetes brancos e tenhas que colher dos normais. Claro que quando vás a todos os supermercados e nom hai donetes brancos em nengumha parte e começas a pensar em criar umha associaçom Salvemos los Donetes Blanquets: Espécie Em Vias de Extinción! ou algo do género... Outras soluçons: passar dos brancos e comer só pretos ou simplesmente passar dos donetes para sempre. Mmmmm. É o de sempre, lutar ou aburguesar-se. Só que ás vezes como nunca hai donetes brancos em ningures, acabas por nom ter tanta vontade deles. E lutar por algo polo que nom tés vontade... mira, no sé cómo lo ves...
Buah, co ricas q som as saladas e nós a querer comer porcarias dessas... Santa paciência!

domingo, 15 de maio de 2005

Ando enjoada de carências.

quinta-feira, 12 de maio de 2005

ai caramba...

já é a terceira vez que tento postar mas é o destino que nao me deixa!

Isto aqui é algum tipo de boicotchi???

Tenho sono... depois já argalharei algumha cousa pra contar.

(O mar anda e desanda,
anda que desaparece;
quem tem amores nom dorme,
quem nom os tem adormece...)

terça-feira, 3 de maio de 2005

oh

O meu exibicionismo alcança cotas alarmantes (vide: post anterior)... Creio que nom é comparável o andar encoira pola casa ao ficar despida num blog... Nada a ver, definitivamente... Fico com o nudismo doméstico...
Peço desculpa pelo incômodo que pudesse causar a mentes púdicas como a minha. I am not going to do it anymore, I promise... At least, I promise I'll try...

domingo, 1 de maio de 2005

nom quero sair mais

porque ultimamente sempre que saio chego à casa antes de tempo, sozinha e chorando. ou com ganas de chorar. e nom sei. nom sei porque me passa isso, nom o sei. mas nom gosto e nom quero sair mais. desanimo-me.
Levo umhas semanas em modo ningú m'estime. e nom pode ser. e nom quero.

(e nom é um post triste.)

quarta-feira, 27 de abril de 2005

Nom sei que tenho. Levo todo o dia com dor de cabeça. Nom sei se serám as hormonas (mas nom as específicamente populares da primavera mas as períodicas anuais mas eu nom costumo ter sintoma nengum, nem síndromes nem TPM). ¿Malestar general, cansancio, apatía? Menos mal que temos a Julio para todas y cada una das doenças que nos podam querer alcançar. Já tomei paracetamol, já dormim,já voltei tomar e nem assi. ¿Crisis de llanto? Necessitarei outro tipo de drogas...


(Gorgeous, descansa...)

segunda-feira, 25 de abril de 2005

25 de abril



(...)
Tu Rapariga do País de Abril
tu vens comigo. Não te esqueças
da primavera. Vamos soltar
a primavera no País de Abril. (...)

(Última página, Manuel Alegre)

domingo, 24 de abril de 2005

Filosofias contemporâneas (I)



Soy lo que me das.
(Chenoa)

Aplicável, é claro, a qualquer dos campos em estudo, nom unicamente ao explicitado no texto de onde foi tirado o aforismo de hoje.


(Mira lo que soy, soy lo que me das: si me das amor, yo te daré mi corazón; soy lo que me das: si me das cariño, yo me puedo enamorar; soy lo que me das: si me das ternura, te regalo mi ilusión; mira lo que soy, soy lo que me das, amor.)

quarta-feira, 20 de abril de 2005

o shift tem a noite livre

às vezes penso. si, si. outras sinto, mas enfim pensar também. sem abusar, eh. nunca muito de nengumha das duas cousas. mas a questom é que pensava eu em nom fazer cousas destas pouco práticas, fantasiosas, meio de novela ou algo disso. de filmes ou ainda de ilusons. enfim, as típicas cousas que a gente com os pés na terra nom fai. a questom é que pensava como pessoa prática, cos pés na terra e a cabeça sentada. é terrível isso. pensava, por exemplo, que nom ia mandar sms's tontos, a dizer cousas simpáticas ou olas ou eh, estou aqui, lembro-che que existo e que gostava de que me desses um pouco de atençom y lo que surja; que ia esperar ao momento oportuno, razoavelmente oportuno porque agora nom valia a pena, porque seria fazer o palhaso, porque seria ridículo e nom merece a pena se nom vai haver resultado imediato e se ninguém vai agradecer, ou ainda, nem vão dar por isso. é terrível isto. capitalismo selvagem e burocracia de sentimentos. quina vergonya. planificaçom, conveniencias, prémios e primas, mais valias, cálculos, agora nom que vai pensar que estou pelo beicinho... estratégias militares para alcançar objectivos!!!!
dacordo, exagero um pouco. vence-me a veia dramática. mas por baixo dos enfeites da árvore de natal, está a árvore. eu nom quero pensar nem planificar qual vai ser o meu próximo passo para acabar arreconchegada contra ti numha sala dalgum cinema. ou como fazer para acabar indo de viagem a toledo com os amigos. eu nom som, nom era, assi... que em va passar? que se quadra tenho medo de perder ou de ganhar a batalha nesta guerra com/contra ti da que tu no saps res. que se quadra penso que medindo as palavras podo evitar pisar as minas que nom pós. ou alcançar territórios reconquistados. no fundo no cal patir, no fundo do mar, sei que continuarei coa guerra de guerrilhas, o meu nunca foi a organizaçom nem a estratégia... se o fosse, igual até teria algumha bandeira a acariciar o vento no curuto dalgum outeiro.
(e digo tu mas sodes vós, é umha licença poética como outra qualquer, como fazer um blog ou convertir as nuvens da tardinha em píxeles).



O bom de viver sozinha é que podo andar encoira pola casa adiante.



O mau de viver sozinha é que podo andar encoira pola casa adiante.



terça-feira, 19 de abril de 2005

Hoje deverám desculpar (como tantas outras vezes) a escatologia, mas nom podo mais que começar dizendo que o puré de patatas depois de dois dias à mercê do ar e das temperaturas levantinas, fermenta!! Si... Respirava e parecia umha massa branca fedorenta... Mas, graças a minha aliada a auga quente, pudem ganhar essa batalha.
Se normalmente som despistada de meu, estes dias ando completamente OUT. Malamente me enterei do que passou nas Vascongadas e o do papa hoje também de puritita casualidade. De qualquer modo, até nom me importo com que morram mais papas e escolham a outros tantos se isso me permite extasiar-me co Lorenzo Milá... Que home, que voz, que feitio... Es que me encanta! Tam jeitoso ele... Ai... Outro que poderia, neste caso, escuitar sem me cansar nunca é o Iñaki Peña... Tem umha voz deliciosa.
Como é difícil descrever vozes, hein?
Já nom sei mais, acabou a fita.
(E hoje tampouco hai literatura)

segunda-feira, 18 de abril de 2005

puré de patatas e lack of

Si senhores, aqui eu sempre pronta a resolver todas as dúvidas que lhes tiram o sono, orgulho-me de comunicar-lhes que se pode quentar o puré de patatas de sobre. Umha vez feito, quero dizer. O sabor... bom, é de sobre, assi que o do sabor é genético.
De resto, concluir com a reflexão terrível de que no início ter vontade de dormir com uma pessoa é bem pior que ter vontade de lhe dar umha voltinha. Pelas implicâncias que isso tem... Mas tudo vai já passar, meu bem. São épocas. Passa res.
(hoje tampouco hai literatura)

quinta-feira, 14 de abril de 2005

eu pensava q o meu post de manha ia ser "cheguei borracha onte à casa e nom postei! um ponto para mim!". mas nom (menos mal q os pontos mos dam outros... ou isso dizem... a ver QUANDO CARALHO ALGUÉM FAI ALGOOO).(si, eu tb poderia. o primeiro, cortar o pelo, o segundo: a melhor defesa é um bom ataque, melhor a duas bandas ou a tres).
aqui ando, postando um pouco. dios. q país. q vida. que mundo. pecham-se-me os olhos e nom sei que ia dizer. que isto nom pode seguir assi, mas isso já o sabemos todos. q fame. tenho na cabeça a cançom de "pereza" como unos animales. Sin nada que nos pare... sin nada que nos separe!!!
dios, q raiva e que tesão e quantos trastos para atirar, como dizem aqui.
"tirar los trastos es lo millor de mon ojala todo el mundo fuera tirando los trastos y regalando amorrrrrrrr"
(creio q vou sobar porque isto de desvairar... é perigoso. q lho digam a quem sei eu...)

domingo, 10 de abril de 2005


Os caracóis de TEO

TEO en Botánico

Che, afinal encontrei o sutiã negro! E já pudem pôr os brincos, menos mal. Cheguei a casa às 8 da manhã (acompanhada, e nom pensedes mal!! nem queirades saber, ighch...) depois de umha acidentada noite... e isso que nom estava eu mui convencida de sair. Mimadrinha... Isso si, desta vez nom me puxem a cozinhar.

Este blog está um nojo... parece um diario de adolescente... sem ânimo de ofender adolescentes que escrevem diarios, mas é que eu nom gosto do intrusismo profissional porque, apesar do que indicam todos os indícios, eu já, segundo os entendidos, já nom estou na idade que corresponde à adolescência (que palavra feia, por sinal). Devo acrescentar que tampouco che vos estou na de mulher (sofisticada) porque onte muito negro, si, si, pero as peúgas eram aos quadradinhos coloridos e os ténis vermelhos. (Nota: ainda que o pareça, nom era hortera nem piroso nem fuleiro, :P, que já estou a imaginar imaginações das vossas.)

Gosto de poder escrever aqui que lhe perguntei a TEO (ai, que pouca paciência para buscar ligaçons...) como se chamava e tal e qual. Gosto de nom escrever que gostaria de ter-lhe perguntado a TEO como se chamava e tal e qual. Bom, o qual nom deu tempo, mas polo menos neste trem cheguei até a primeira paragem. :P
Com aqueles caracóis...

sábado, 9 de abril de 2005

Hoje nom é o meu dia. Ia sair de loito rigoroso, coma quem di, e nom dou topado o sutiã preto, assi que, from lost to the river, sutiã com estampado de coches vermelhos e calcetins (peúgas) de quadradinhos de cores. No n'hi ha dret. E a cama sem fazer. É impossível topar algo neste quarto, nomeadamente o chão... Até ia por uns brincos pretos, mas agora já tanto dá, vou ir c'os das vaquinhas. Assi nom se pode fazer umha mulher sofisticada como dios manda, caramba!
E nom ceei, nom hai nada que se poida comer nesta casa sem cozinhar e a mim isso... mata-me um pouco. De fame, concretamente. Maruxinha, queres pão? E amais ao sair tenho que beber, obviamente...
Haja pachorra...

sexta-feira, 8 de abril de 2005

na, aqui tou eu. outra vez coas cousas sem fazer e como umha cuba nom, mas umha pequena cheia ainda che vos levo... e daquela chego à casa esfameada, portanto, nom me ocorre melhor cousa que fazer comida, pasta com atum, é que nom tinha mta mais cousa na casa... bom, tb leva cogumelos... as seis e media da manha... quem me verá... nom cozinho polo dia mas umhas quantas cervejinas e velaqui me tés... e simultaneamente, tb acendo o pc. e entro no blog. e claro... una cosa lleva a la otra... e velaqui...
pa ter cozinhado borracha a massa nom tá mal... pena que nom tinha queijo na casa, mas é que ter, nom tenho quase nada...
e isso que só baixava a tomar umhas birrinhas... chego a ir a rachar e bué, nom quero nem pensar!!! Che, que vida...
Já o deixo e vou ir colher a caminha que primeiro terei que encontrar por baixo do monte de apontamentos e roupas várias e trapalhada que tem por cima... pecham-se-me os olhos e pra escrever isto melhor ficava calada, cona. Lamento. O álcol é mau mas eu som pior aqui a fazer o monas, um nojo.
Gorgeous, melhora-te, sim? Beijão

quarta-feira, 6 de abril de 2005



(lisboa.parede.letras.bigadu polas fotos nena!)