domingo, 2 de julho de 2006


Nom é nada.
Já estamos igual. É o que tem nom atacar às raighanhas. Depois duns dias de euforia, the fall (palavra com umha polisemia verdadeiramente adequada, para algo havia de valer estudar o que se estuda...). Era visto. Agachar o pó debaixo da alcatifa nom é nada. Nom funciona assi. Claro que isto já se sabia. Repito-me, repito-me, repito, reincido.
Sei o que quero. E que podo viver sem, claro. Que nom hai falho, que, no fundo, todos somos fortes fortes. Mas. Mas resulta que nos momentos em que andamos por baixo do nível do mar, isso volta, como fluxo e refluxo das marés, e vem de mãos-dadas com a debilidade. E quê? Nom sei. Deveriamos ter superado e ressabido que a debilidade nom é algo de lo que avergonzarse. Eu que sei.
Hai tempo decidim que as pessoas que nom respondem às mensagens, ou que respondem defectuosamente, nom podem valer a pena. Eu nom sei cousas. Eu decido saber cousas.
Daquela, dizia eu que nom podem valer a pena. De momento meio se cumpre, com matizes. Porém, de todas e cada umha das maneiras, o falho é de quem espera respostas satisfatórias. O falho é de quem busca. As minhas medidas de combate ao défice orçamentário também terão de ir encaminhadas a cortar na despesa da Função Pública e reduzir regalias. Cortar, cortar, cortar agora.
Eu sempre pensara que o meu ia ser sentar no colo, agora parece que o meu é dar colo (o falho é de quem pensa). Mas é só umha sensaçom, porque dar, nom dou nem os bons dias.
Outra cousa, tem a ver coa praxe e os construtos teóricos. Está na hora de decidir cousas. De decidir que está na hora de desfazer-se desse tipo de cousas que fam mal. Malgré tout. Apesar de que depois disso estêe o deserto.
De todos modos, tudo isto é completamente irrelevante. Mejor hacerse a la idea de... vivir.

6 comentários:

Anónimo disse...

o teu leitor anonimo e devoto :)(gostame iso de usuario anonimo, en fin, de querer ser coma todo o mundo vou acabar sendo coma ninguen, vila matas dixit) segue a desfrutar das marés que van e veñen e chegan e vanse? a esta praia de area branca (desculpa ista licenza poetica?, hai q joderse :), vaia, q me sorprende como se pode contar tanto con tantas preguntas e dúbidas en tantas poucas liñas, ou moitas, nunca son poucas, non sei, estoume contaxiando....:)...e eu pensando que era o único de-sartre e desastre existencial.jejeje

La queue bleue disse...

:)

La queue bleue disse...

:)

NeoGal disse...

De onde é a foto da cachoeira? Parece das lagoas do Gerês ...

La queue bleue disse...

Nom é das lagoas do Gerês, é das fervenças do Toxa. [http://www.fotografiasdegalicia.com/galeria/v/pontevedra/deza/]
[http://www.concellodesilleda.com/fervenzastoxa.asp]
Mas se no Gerês também hai, será cousa de ir... e já dar umha volta por Silheda, porque o google images está mui bem mas nom é o mesmo que as de um próprio...

La queue bleue disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.