terça-feira, 17 de outubro de 2006

Comparativo de igualdade e bobadas várias.

Dou-me conta estes dias de que sem me dar conta até agora as vezes em que gostava dalguém (simplesmente gostar, se é que o acto de gostar pode ser simples, nom falo de paixons profundas, as quais só sinto polo chocolate e polas minhas neuras -- daí este blogue), nessas vezes, o meu pensamento era, depois de maravilhar-me com essas pessoas, o que eu dizia era: "eu quero um como esse". Eu quero um assi.
Nunca "eu quero esse". Quero-te a ti. Nom. Isso seria arriscar de mais nesta vida insulsa. Às vezes era porque essas maravilhas já queriam eles algumha outra pessoa; às vezes era porque sabia, pensava, sei da im-possibilida-de de ter essa pessoa (no fundo é sempre isso); às vezes, as mais, era só insconsciente, sem pensar (no fundo é sempre aquilo).
Eu quero um coma ti.

Atitudes que hai.

(Este desabafo foi umha pequena concessom aos desejos-que-nom-se-dizem, desculpem e desculpe eu.)

2 comentários:

-pirata-vermelho- disse...

Há quem tenha uma estranha relutância em admitir esta distinção entre o reconhecimento das harmonias (ou dos afectos) e a intenção de 'ter' pessoas - infelizmente!
Penso que se trata de um condicionamento arreigado e de uma surpreendente falta de reconhecimento da autonomia da autonomia própria .

aultre narai disse...

a min non me pidas perdón que me encantan as cousas que non se din... xD