quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

bálsamos

Sondeo/Source/Quelle/Nascente/nº2.
Tenho o quarto cheio de garrafas de água por todas as esquinas, quase a modo de pedras fitas.
Vinha eu hoje alegremente, eu costumo vir alegremente-raio-da-manhã, para a casa à noite, bem passadas as nove, cantaruxando o leãozinho. Eu também gosto de ficar ao sol, mas inquieta-me este caduco sol de inverno ao que poucos dias de outono e caida livre lhe tenhem quadrado... Os ciclos eram até eternos, que vai ser de nós agora?
O certo é que nom sei bem o que escrever para variar e puxem-me a procurar na net a canção do leaozinho para a escutar, mas topei-me com quase todo o caetano do mundo e vou ficar com certeza maluco beleza. Talvez corte, outra vez, a minha juba um dia destes... sinceramente, assi nom vou poder ser uma leoa de jeito nunca! Eu nestas condiçons nom podo trabalhar. E digo talvez porque eu nom cumpro com o que prometo, por isso já nom juro a nom ser que me incomode altamente, e também nom me incomodo altamente porque se tenho jurar para perjurar depois nom vale a pena. Salvo as vezes que é imprescindível e até necessário dar aqueles berros aí, seja ou nom culpado, seja ou nom protagonista, simplesmente quem caia por ali. O mau de desabafar é que é preciso ter abafado antes...
Não enche meu saco, não, tá?
O que tenho é que deixar de fazer cousas que nom quero fazer. O caso é que tenho o quarto cheio de garrafas d'augha porque tenho andado com umha sede danada. Ainda nom chego aos preceptivos dous litros (e meio?) que hai que beber cada dia, isso nom.

2 comentários:

O Congro disse...

Para nom saber qué escrever saeulhe bastante bem.

La queue bleue disse...

Eiii, pois imagina só se o chego a saber ;) que se ponha a tremer o actual panorama literario "al completo"!
:P naaaa, era brincadeira.

Gracinhas, congro :), ponha-se-me bom prontinho, eh?